Bons Debates

Falsos argumentos contra o dízimo

Por Leandro Quadros e Nelson Wasiuk

Muitos argumentam contra a vigência do sistema de dízimos fazendo uso de textos bíblicos fora de contexto e de argumentos extremamente fracos.

Um dos argumentos principais é a alegação de que “o dízimo foi dado por Deus apenas aos Levitas no período Antigo Testamento”, e que “com a morte de Cristo na cruz, essa prática não mais é válida para o Novo Testamento” – muito menos para os cristãos da atualidade.

Antes de analisar alguns desses argumentos queremos destacar que a defesa ao sistema de dízimos apresentada ao longo desse artigo não tem como pressuposto a teologia da prosperidade, que enfatiza o ganho financeiro como prova das bênçãos de Deus.

Partimos da ideia que o dízimo é um princípio de adoração ao Criador e Mantenedor de todos, e que o motivo do cristão ao dizimar dever ser adorar Aquele que é dono da “terra e tudo o que nela se contém” do “mundo” e dos “que nele habitam” (Sl 24.1). Ao dizimar a pessoa também reconhece que Deus é Proprietário de todas as riquezas (Ag 2.8) e recursos disponíveis na natureza.

Outro pressuposto é que devemos dizimar e ofertar a Deus “não com tristeza ou por necessidade” de ganhar dEle alguma coisa, mas com “alegria” (2Co 9.7) e gratidão pelas bênçãos recebidas. Dizimamos e ofertamos porque é um privilégio contribuir para o avanço do evangelho e do ensino bíblico (1Co 9.13-14), a fim de abreviarmos a volta de Jesus a esse mundo (Jo 14.1-3; 2Pe 3.12) para que seja estabelecido definitivamente o reino de amor e paz que Deus sempre sonhou (Ap 21.4).

Com tais pressupostos em mente, demos sequência à análise.

Falsos argumentos gramaticais

Alguns dizem que a palavra “dízimo” significa “dizimar ou segar” e que, portanto, esse termo se aplica ao ato de “segar” ou “cortar” o trigo. Porém, esse é um grave erro gramatical e exegético (interpretativo).

A palavra “dízimo” no hebraico é “ma‘aser” e significa simplesmente “décima parte”, e se referia à um décimo (ou 10%) não apenas do que era colhido, mas também à 10% de tudo o que chegasse ao doador como resultado das bênçãos de Deus. Prova clara disso encontramos em Gênesis 14.20 e 28.22.

Além disso, a palavra hebraica traduzida em Malaquias 3.10 por “Casa do Tesouro”, se referia a “um local do templo onde era entregue e armazenado o dízimo (leia Neemias 10.38), que não era composto apenas de moedas, mas também de produtos agrícolas”. Desse modo, a “Casa do Tesouro” era “uma espécie de tesouraria do templo”.[1]

Por isso, o Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento destacou que dos cinco trechos em que o verbo “dizimar” é utilizado, em quatro deles (Gn 28.22; Dt 14.22; Dt 26.12; Ne 10.37-39) “dar o dízimo é descrito como um ato de adoração a Deus”.[2]

Outro argumento gramatical infundado é a alegação de que a palavra “bênção” em Malaquias 3.10 se refere exclusivamente à “bênção da chuva”. Desse modo, o dízimo só deveria ser aplicado à Israel porque o povo era agrícola e contava com a “chuva” para ser abençoado.

Porém, na Bíblia, muitas vezes a “chuva” é associada à vários tipos de bênçãos divinas. Além disso, a palavra hebraica para “bênção” – “bĕrakah” – significa “prosperidade”. É mais correto ver o texto de Malaquias 3.10 como uma promessa não somente de bênção da chuva, mas, ao invés disso, como promessa de chuvas de bênçãos, abrangendo assim várias áreas da vida!

Veja como é importante estudarmos a Bíblia corretamente, para não sermos enganados com argumentos parciais, frágeis e tendenciosos.

Os cristãos não devem mais dizimar já que não há mais Levitas?

Os detratores do dízimo afirmam que nós cristãos estamos sobre um novo pacto e sacerdócio (de Jesus Cristo), de modo que nenhum ser humano na atualidade deveria receber os dízimos. Eles raciocinam: “se o dízimo foi designado originalmente aos Levitas, como poderia ser recolhido por pastores que não têm nenhuma ascendência hebraica?”

Essa questão pode ser respondida facilmente com a leitura de Hebreus 7, por exemplo.

É verdade que estamos sobre um novo Sacerdócio: o de Jesus Cristo, nosso Sumo Sacerdote que intercede por nós e atua como Juiz no Santuário Celestial (Hb 4.14-16; 7.25-26; 8.1-2; 1Jo 2.1-2; Jo 5.22). O Sacerdócio de Cristo é superior ao Sacerdócio Levita por ser Cristo o Sumo Sacerdote segundo uma ordem superior: a de Melquisedeque (leia Hebreus 7).

Todavia, mesmo estando sobre um novo pacto ou aliança[3], como ensina Hebreus (ver tb 2Co 3.1-11), e sendo abençoados com um novo e superior Sacerdócio de um Ser divino-humano (Jo 1.1-3m 14; Cl 2.9; 1Tm 2.1-6), o plano de salvação continua o mesmo. Mudou o recurso pedagógico (Deus não mais nos ensina através de sacrifícios de cordeiros), chamado agora de “nova aliança”, mas o sistema de dízimos continua fazendo parte do estilo de vida do adorador, pois Hebreus 7 faz menção ao dízimo. Seria totalmente irrelevante o autor de Hebreus mencionar a prática do dízimo nesse contexto se dizimar não mais fizesse parte da adoração dos judeus cristãos a quem ele dirigiu sua carta (ou sermão)!

Acrescente-se a isso o fato de que Hebreus 7.2 afirma que Abraão devolveu o dízimo a Melquisedeque porque este era “sacerdote do Deus Altíssimo” muito antes de existir qualquer Israelita ou Levita. Isso indica claramente que o sistema de dízimos não foi inaugurado com os Levitas e muito menos estabelecido só para eles. Era uma prática de adoração bem anterior feita com base em um pacto pessoal com Deus.

Outra verdade preciosa é que o Sacerdote Melquisedeque não pressionou Abraão, como o fazem certos teólogos da prosperidade ao tratar do tema com os membros de suas igrejas. Tanto o pai da fé quanto o líder religioso mais próximo dele sabiam que a adoração precisa vir de dentro para fora (cf. Jo 4.23,24), até mesmo porque Deus só aceita algo que seja voluntário (leia Êx 25.1-2 e 2Co 9.6-7).

Explicando a atitude de Abraão em dizimar, em seu comentário sobre Hebreus 7.2 Matthew Henry destacou:

E isto (dar o dízimo) Abraão fez como uma expressão da sua gratidão por aquilo que Melquisedeque fez por ele, ou como testemunha de sua deferência e sujeição a ele como rei, ou como uma oferta consagrada e dedicada a Deus, para ser apresentada por seu sacerdote. E assim somos obrigados a fazer todas as retribuições possíveis de amor e gratidão ao Senhor Jesus por todas as riquezas e favores reais que recebemos dEle, para prestar nossa honra e sujeição a Ele como nosso Rei, e para colocar todas as nossas ofertas em suas mãos, para que sejam apresentadas por Ele ao Pai no incenso do seu próprio sacrifício.[4]

Jesus Cristo, nosso grande Melquisedeque, merece nossa homenagem e nosso reconhecimento de que Ele é nosso rei e sacerdote. Por isso, Ele não deve receber apenas nossos dízimos, mas todo nosso ser em consagração a Ele.

Por sua vez, os comentaristas Jamieson, Fausset & Brown também comentaram sobre Hebreus 7.2:

Os dízimos dados (por Abraão) estão intimamente associados com o sacerdócio: o sacerdote mediador os recebeu como garantia de que toda a prosperidade do doador pertencia a Deus. E como o sacerdote transmitiu ao homem (Abraão) os dons de Deus (“o bendisse”), assim também transmitiu a Deus os dons do homem. O caso de Melquisedeque é uma amostra de como Deus conserva, em meio à apostasia geral, um remanescente eleito… O sacerdócio de Melquisedeque permanece em Cristo para sempre. Para outros pontos sobre a superioridade do sacerdócio de Cristo, veja-se Hebreus 7.16-21. Melquisedeque deve ter tido alguma consagração especial acima dos demais patriarcas que assim como Abraão, eram sacerdotes. Do contrário, o pai da fé não teria dado o dízimo a ele. [5]

O dízimo na atualidade

Até aqui você percebeu que desde a era patriarcal – muito antes dos Levitas existirem – o dízimo era uma forma de adorar e reconhecer a Deus como Soberano e Dono de tudo. O dízimo está relacionado com as bênçãos de Deus sobre o adorador fiel que Lhe é grato por tudo o que Deus fez em sua vida.

O que podemos dizer da prática do dízimo nos dias atuais?

Em primeiro lugar: mesmo que os Levitas não sejam mais nossos líderes espirituais, continuamos tendo líderes espirituais. O que mudou foi apenas o tipo de líder religioso, não a natureza espiritual da liderança religiosa. Obviamente, enquanto houver liderança espiritual e a necessidade evangelística de salvar pessoas da morte eterna, a prática do dízimo e ofertas vigorará.

Em segundo lugar: voltemos para Hebreus 7 para obtermos mais respostas. Paulo fala de um sacerdócio superior ao Levita, a “ordem de Melquisedeque”, da qual Cristo é o Sumo Sacerdote. Se a ordem sumo-sacerdotal de Cristo é superior e eterna, o dízimo como princípio de adoração ao Sumo Sacerdote Jesus também o é, pois Melquisedeque é um “tipo” de Cristo e este, muito mais que Melquisedeque, é digno de nossos dízimos e ofertas!

Além disso, Jesus se referiu ao dízimo em Mateus 23.23 demonstrando claramente Sua aprovação e permanência desse princípio de adoração: “Que aflição os espera, mestres da lei e fariseus! Hipócritas! Têm o cuidado de dar o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, mas negligenciam os aspectos mais importantes da lei: justiça, misericórdia e fé. Sim, vocês deviam fazer essas coisas, mas sem descuidar das mais importantes” (Mt 23.23 – Nova Versão Transformadora. Grifo acrescido). Perceba que Jesus aprovou a prática do dízimo e condenou a hipocrisia na adoração.

O apóstolo Paulo também viu essa prática (dizimar) do sacerdócio Levita (e do Sacerdócio de Melquisedeque – Gn 14.20) como sendo vigente em seus dias, em 1 Coríntios 9.9-14, mesmo que tivesse optado por não fazer uso desse direito em Corinto (1Co 9.15) como o fez em Filipos: “Como sabem, Filipenses, vocês foram os únicos que me ajudaram financeiramente quando lhes anunciei as boas-novas pela primeira vez e depois segui viagem saindo da Macedônia” (Nova Versão Transformadora. Leia também os versos 16-20).

Leiamos especialmente os versos 13 e 14 de 1 Coríntios 9: “Não sabeis vós que os que prestam serviços sagrados do próprio templo se alimentam? E quem serve ao altar do altar tira o seu sustento? Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho”.

Paulo demonstra com extrema clareza que a mudança do tipo de liderança espiritual (não mais os Levitas) em nada interfere no princípio do dízimo porque continua existindo uma liderança espiritual que precisa ser mantida para dedicar sua vida na propagação da mensagem de Deus.

“Por que deveria dizimar se muitas igrejas fazem mal-uso do dízimo?”

Sobre isso quero destacar algumas coisas para que reflita melhor nesse tipo de argumento.

  • Existem igrejas sérias que administram o dízimo. Não é justo apresentar todas como sendo “farinha do mesmo saco”. Além de injusto, generalizar é falta de cultura, pois o todo não deve ser julgado e avaliado pela parte.
  • Sua responsabilidade é com Deus, não com um pastor. A adoração através dos dízimos e ofertas deve ser focada nEle, não em um ser humano. Não deve em hipótese alguma depender da fidelidade ou infidelidade dos outros! É uma questão pessoal entre a criatura e o Criador.
  • Se um pastor roubar a Deus, isso não é desculpa para você também roubar. Devemos fazer o certo independente dos outros. Se Malaquias 3.8,9 ensina que o não dizimar é uma transgressão inclusive a nível moral (pois a Bíblia considera “roubo”), você não pode pecar porque outros pecam. Deus cobrará pesado dos líderes desonestos que são o “joio” no meio do trigo, e você e eu nada temos a ver com isso: “… portanto, derramarei minha fúria sobre eles e os consumirei com o fogo da minha ira. Farei cair sobre a sua cabeça o castigo merecido por tudo que fizeram. Eu, o Senhor Soberano, falei!” (Ez 22.31 – Nova Versão Transformadora).[6]

Matthew Henry em seu comentário sobre Romanos 2.21-22 destacou que roubar, inclusive nos dízimos e nas ofertas, é um sacrilégio, ou seja: um pecado grave contra coisas sagradas. Você não pode cometer tal sacrilégio porque outros cometem. Além disso, o sacrilégio é comparado pelo autor à idolatria, indicando que quem se atreve a mexer naquilo que Deus consagrou para Si – inclusive dízimos e ofertas – é um sacrílego e um idólatra:

Sacrilégio – roubar coisas, que eram então por meio de leis específicas dedicadas e devotadas a Deus; e disso são acusados aqueles que professavam repudiar os ídolos. Dessa maneira os judeus fizeram notoriamente, após seu cativeiro na Babilônia; esse forno os separou para sempre da escória de sua idolatria, mas eles agiram muito traiçoeiramente no culto a Deus. Foi nos últimos dias da igreja do Antigo Testamento que eles foram acusados de roubar a Deus “nos dízimos e nas ofertas” (Ml 3.8-9), convertendo para seu próprio uso, e para o serviço de seus desejos, o que era, de maneira especial, separado para Deus. E isso equivale à idolatria, embora esse sacrilégio fosse mascarado com o repúdio aos ídolos. Serão severamente responsabilizados outro dia aqueles que, enquanto condenam o pecado em outrem, fazem o mesmo, ou pior, eles mesmos.[7]

  • No caso da Igreja Adventista do Sétimo Dia da qual fazemos parte, o dízimo é administrado por pastores que têm formação e conhecimento nas áreas de administração de empresas, contabilidade e economia. Por adotarmos um sistema representativo de governo, nenhum pastor é dono da igreja local e nem ganha mais do que os outros que cuidam de igrejas menores. Afinal, todos os dízimos são recolhidos, administrados e direcionados equitativamente a todos os pastores e obreiros do mundo, para que vivam dignamente enquanto dedicam suas vidas na pregação do evangelho de Cristo. Tal sistema espiritual, profissional, transparente e justo. Qualquer membro da igreja pode solicitar à Administração local um relatório do uso dos dízimos e lhe será dado sem qualquer ressalva.

Por isso, caro leitor, só duvide da maneira como certas igrejas administram o dízimo, mas jamais do princípio em si, pois o mesmo é um plano divino de adoração, sustento e manutenção do evangelismo. Eu mesmo (Leandro) não teria conhecido a Bíblia se irmãos fieis ao sistema de dízimos não tivessem cumprido a parte deles, para que eu pudesse receber estudos bíblicos grátis. Afinal, jamais eu pagaria por um estudo bíblico na época, ainda mais com meus 16 ou 17 anos… A TV e rádio Novo Tempo só existem porque a Igreja Adventista acredita que o dízimo (e as ofertas) é o meio pelo qual Deus provê aquilo de que precisamos para pregar o evangelho (Ap 14.6-12) e enviar cursos bíblicos grátis para todas as pessoas.

Acima de tudo, dizimar e ofertar é um pacto entre você e o seu Deus. É um reconhecimento de sua parte de que Ele é o dono de tudo e de que Ele precisa voltar o mais rápido possível para resgatar novamente tudo o que é seu, inclusive nós mesmos:

Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo, assim também Cristo foi oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitos; e aparecerá segunda vez, não para tirar o pecado, mas para trazer salvação aos que o aguardam (Hb 9:27,28 – Nova Versão Internacional).

Portanto, seja no dizimar, trabalhar, se relacionar com os outros, é extremamente importante que o cristão salvo pela graça se guie pelos princípios de Colossenses 3.23-24 e 1 Coríntios 15.58:

Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo.

Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, vosso trabalho não é vão.

Também assista este vídeo e compartilhe!

 

Notas e Referências

[1] Moisés Mattos, “O Que Significa a ‘Casa do Tesouro’?” Revista Parousia, ano 2, No 2 (2º Semestre de 2001), p. 59. O autor também explica, entre outras coisas, que levar o dízimo à “Casa do Tesouro” significava “devolver o dízimo no lugar designado” por Deus e deixar que o mesmo fosse administrado por uma liderança religiosa incumbida disso (ver Gn 14.20). Ou seja: não é função do adorador administrar os dízimos. Deus foi sábio em estabelecer essa regra porque, se cada pessoa decidisse onde e como empregar o dízimo, haveria uma desordem total na igreja pela falta de critérios administrativos adequados, prejudicando o avanço da obra evangelística. Afinal, certas necessidades evangelísticas emergenciais, necessárias e mais abrangentes não seriam devidamente supridas.

[2] R. Laird Harris, Gleason L. Archer Jr. e Bruce K. Waltke, Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento (São Paulo: Vida Nova, 1998), p. 1184.

[3] Nova Aliança se refere ao novo recurso pedagógico usado por Deus para ensinar a salvação: a própria vida e ministério de Cristo, ao invés do o antigo sistema pedagógico (sacrifícios de animais) chamado “antigo pacto” ou “antiga aliança”.

[4] Matthew Henry, Comentário Bíblico do Novo Testamento – Atos a Apocalipse (Rio de Janeiro: CPAD, 2012), p. 782. Grifos acrescidos.

[5] Robert Jamieson, A. R. Fausset and David Brown, Commentary Critical and Explanatory on the

Whole Bible (Edição de 1871). Disponível em: http://www.jesuseveryday.com/free_christian_books/Jamieson_Fausset_Brown-Commentary_on_the_Whole_Bible.pdf (acessado em 12 de maio de 2017).

[6] Veja que contextualmente (v. 23-31) Deus promete castigar líderes religiosos corruptos.

[7] Henry, Comentário Bíblico do Novo Testamento – Atos a Apocalipse, p. 320. Grifo acrescido.

Tags:

2 comments

  1. Tenho uma dúvida há tempos.

    Considere a seguinte situação hipotética:

    Alguém recebe um salário bruto de 1.000,00;
    10% é descontado para a aposentadoria;
    10% é descontado do imposto de renda;
    Sobram 80% ou seja 800,00
    Deve devolver 10% dos 800,00 que sobraram, 900,00 ou 1.000,00?

    Grato pela atenção.

  2. Muito esclarecedor, gostei muito do artigo. Muito obrigada Leandro Quadros por esclarecer temas tão importantes como esse.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *