Textos Difíceis

Beber “socialmente” forma alcoólatras

INTRODUÇÃO

Acho estranha a ideia de que “beber socialmente não faz mal à saúde”. Além de não ser verdade (como veremos seguir), o fato de existirem muitos alcoólatras já é prova suficiente de que o melhor é não beber. Afinal, ninguém bebe para se tornar alcoólatra. Todo viciado começou a beber “socialmente”.

Na minha família houve casos de alcoolismo e, por isso, conheço bem de perto os resultados dessa droga (legalizada, infelizmente). Não é o meu caso (apesar de ter vivido momentos muito tensos) mas, com certeza, para quem sofreu maus tratos de algum familiar que bebia, o argumento de que “beber socialmente é seguro” soa um absurdo.

A seguir, repartirei com você um breve estudo sobre o termo “vinho”, como empregado nas Escrituras, e lhe darei algumas fontes seguras para que desmistifique a “descoberta científica” de que um pouco de vinho alcoólico “faz bem ao coração”.

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Veja mais aqui:

O VINHO NA BÍBLIA

Diferentes palavras hebraicas e gregas são empregadas nas Escrituras para o termo “vinho”. Antes de explicar-lhe com mais detalhes, transcreverei dois textos bíblicos que mostram claramente a diferença entre o vinho fermentado (alcoólico) e o não fermentado (não alcoólico):

Para quem são os ais? Para quem, os pesares? Para quem, as rixas? Para quem, as queixas? Para quem, as feridas sem causa? E para quem, os olhos vermelhos? Para os que se demoram em beber vinho, para os que andam buscando bebida misturada. Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente. Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco. Os teus olhos verão coisas esquisitas, e o teu coração falará perversidades. Serás como o que se deita no meio do mar e como o que se deita no alto do mastro e dirás: Espancaram-me, e não me doeu; bateram-me, e não o senti; quando despertarei? Então, tornarei a beber (Pv 23:29-35).

Assim diz o SENHOR: Como quando se acha vinho num cacho de uvas, dizem: Não o desperdices, pois há bênção nele, assim farei por amor de meus servos e não os destruirei a todos (Is 65:8).

Podemos ver claramente dois tipos de vinho. O primeiro texto trata do vinho com álcool. Seria impossível Jesus usar na Santa Ceia (bem como nas bodas de Caná da Galileia – veja-se João 2:1-12) o tipo de vinho mencionado em Provérbios 23:29-35. Ele estaria indo contra a Bíblia e, portanto, seria um pecador.

O segundo trecho bíblico (Isaías 65:8), trata o vinho sem álcool, do puro suco da uva. Veja que esse “vinho” de Isaías 65:8 no qual “há benção” estava no cacho de uvas, não no Odre (saco de couro de animais onde se guardava o vinho) ou nas atuais garrafas, passando pelo processo de fermentação.

Os dados a seguir, foram extraídos do livro Consultoria Doutrinária (Tatuí: SP: Casa Publicadora Brasileira, 1979):

No Antigo Testamento:

1) Tirôsh – essa palavra é usada para se referir ao vinho que não é alcoólico. Aparece 38 vezes no AT e está relacionada com coisas boas. Ver, por exemplo: Gênesis 27:37; Salmo 104:15; Provérbios 3:10; Oséias 2:22.

2) Shekar – sempre usada para se referir ao vinho alcoólico: Provérbios 20:1; 23:29 e 30; Isaías 5:11; 28:7.

3) Yayin – esse termo se refere ao vinho em geral, tanto alcoólico quanto não alcoólico. Ocorre 140 vezes no AT. Veja 1 Samuel 1:14; Isaías 55:1.

No Novo Testamento:

(1) Sikera e (2) gleukos – usadas apenas uma vez cada uma, fazem alusão ao vinho fermentado e alcoólico: Lucas 1:15; Atos 2:13.

3) Oinos – é a mais empregada no Novo Testamento e se refere tanto ao vinho fermentado quanto ao não fermentado. A Septuaginta[1] utilizou a palavra “oinos” para traduzir as palavras Yayin (vinho em geral) e tirôsh (vinho não fermentado): ver, por exemplo, Lucas 7:33 e João 4:46.

Podemos perceber que alguns termos hebraicos e gregos são usados tanto para o vinho alcoólico quanto para o não alcoólico. Desse modo, para sabermos a qual tipo de “vinho” o texto está se referindo, devemos avaliar o contexto onde o termo é empregado.

 

COMPREENDENDO ALGUNS TEXTOS DIFÍCEIS

Há versículos que tratam do vinho e que não podem ser explicados apenas levando-se em conta o significado das palavras no original. Alguns exemplos são: Deuteronômio 14:26, Provérbios 31:6 e 1 Timóteo 5:23. Por isso, irei analisá-los brevemente, em separado.

(a) Deuteronômio 14:26: “Esse dinheiro, dá-lo-ás por tudo o que deseja a tua alma, por vacas, ou ovelhas, ou vinho, ou bebida forte, ou qualquer coisa que te pedir a tua alma; come-o ali perante o SENHOR, teu Deus, e te alegrarás, tu e a tua casa”.

Não há dúvidas de que Deus, em sua infinita misericórdia, tolerou nos dias do Antigo Testamento algumas práticas que Ele nunca aprovou, entre elas a bigamia, poligamia, uso do álcool, etc.

A tolerância divina foi importante num momento de ignorância e dureza do coração das pessoas. Pelo fato de o povo de Israel ter convivido no Egito com pagãos, é de se esperar que alguns costumes perniciosos ficassem muito arraigados na vida deles. Sendo Deus paciente e “grande na força da Sua compreensão” (Jó 36:5), suportou tais costumes e, na medida em que o tempo passava, foi reeducando-os (Deuteronômio 14:26) para que vivessem cada vez mais de acordo com Sua vontade.

Como recurso didático para incentivar tal reeducação dos hábitos de Seus filhos, Deus instituiu o Nazireado (leia Números 6:1-21) e proibiu que os sacerdotes usassem bebidas alcoólicas quando ministrassem perante Ele:

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Falou também o SENHOR a Arão, dizendo: Vinho ou bebida forte tu e teus filhos não bebereis quando entrardes na tenda da congregação, para que não morrais; estatuto perpétuo será isso entre as vossas gerações, para fazerdes diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo e para ensinardes aos filhos de Israel todos os estatutos que o SENHOR lhes tem falado por intermédio de Moisés. (Lv 10:8-11)

Hoje você e eu temos acesso à muitas informações sobre os malefícios do álcool. Veio o tempo quando Deus ordenou que todos os homens se arrependam (Atos 17:30).

As mães que desejam consagrar seus filhos a Deus desde o ventre deveriam receber para si as instruções que a Segunda Pessoa da Divindade deu à mãe de Sansão. Já os futuros pais precisam chamar para si a responsabilidade que Cristo deu ao pai dele, Manoá:

Então, um dia, apareceu o Anjo do Senhor à mulher de Manoá, e disse a ela: “Até agora você não pôde ter filhos, mas agora você vai engravidar e dar à luz um filho. Cuidado, porém, para que ele não beba vinho nem qualquer bebida fermentada, e não coma comida declarada imunda pela lei […] O Anjo do Senhor respondeu: “Cuide para que sua mulher siga as instruções que dei a ela. Ela não poder comer coisa alguma que venha das plantações de uva [por causa do risco da fermentação]; não poderá tomar vinho, nem qualquer outra bebida forte; e não poder comer nenhum alimento declarado impuro pela Lei. Ela deverá obedecer rigorosamente a tudo o que ordenei a ela (Jz 13:3, 5, 13, 14 – Nova Bíblia Viva).

(b) Provérbios 31:6:

O teólogo Adam Clarke assim explica esse texto em seu comentário bíblico:

Dai bebida forte para aquele que está morrendo. Já temos visto que bebidas embriagantes eram misericordiosamente dadas aos criminosos condenados, para torná-los menos sensíveis às torturas que enfrentariam na morte. Isto é o que foi oferecido a nosso Senhor, mas ele recusou[2]

Tais bebidas eram feitas misturando-se ervas narcóticas para aliviar o sofrimento. Nos dias de Jesus, oferecia-se ao indivíduo uma mistura de vinagre e fel.

Interessante é que, mesmo num momento de profunda dor física e psíquica, Cristo rejeitou tal substância fermentada, pois não queria perder Sua consciência com os efeitos do álcool (Ver João 19:28 e 29. Compare com o Salmo 69:21).

Que exemplo para o ser humano, que muitas vezes quer mergulhar-se no álcool para fugir dos seus problemas, sendo que a solução e cura vêm pelo “bater de frente” com a situação. Diante das situações desesperadoras, Jesus nos orienta a irmos a Ele (Mateus 11:28-30), não à garrafa.

Todavia, se você for ao álcool para “afogar” as mágoas, saiba que Jesus lhe ama mesmo assim e não desistirá de você!

(c) 1 Timóteo 5:23: “Não continues a beber somente água; usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas frequentes enfermidades”.

Aqui Paulo orientou Timóteo a usar “um pouco de vinho” fermentado “por causa do estômago e das frequentes enfermidades” Por isso, é errado usar esse texto como apoio ao “beber socialmente”, sendo que essa não era a intensão do apóstolo.

O Dr. Wilson Paroschi em seu artigo “Paulo e o Vinho”, esclarece:

Paulo o estava aconselhando a utilizar a bebida para purificar a água que ele estava ingerindo, cujas contaminações estavam lhe causando sérias complicações gastrointestinais. Em contraste, essa mesma recomendação sugere que Timóteo se abstinha do consumo de vinho, sendo um exemplo dos elevados ideais de temperança cristã. Foi somente quando a água (contaminada) se revelou prejudicial a ele que Paulo o exortou a purificá-la com um pouco de vinho.[3]

O conselho de Paulo em Efésios 5:18 é para todos os cristãos que hoje não têm o mesmo problema que Timóteo, e que podem ter água potável com mais facilidade: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito”.

Consideremos também que nas Escrituras, a maldição está relacionada à bebida alcoólica:

Ai dos que se levantam pela manhã e seguem a bebedice e continuam até alta noite, até que o vinho os esquenta! (Is 5:11).

Ai daquele que dá de beber ao seu companheiro, misturando à bebida o seu furor, e que o embebeda para lhe contemplar as vergonhas! (Hc 2:15).

O QUE MÉDICOS CRISTÃOS DIZEM SOBRE O BEBER SOCIALMENTE?

O Dr. César Vasconcellos de Souza (médico psiquiatra) no seu artigo “Vinho faz bem ao coração?”[4], fornece informações muito importantes sobre os malefícios do álcool. Compartilhei com você a seguir:

O fígado é o principal órgão responsável pela metabolização do álcool. Em média se gasta uma hora para o fígado processar um drinque. Se uma pessoa permanece bebendo 3 drinques por dia o corpo mostra sinais de estresse pela sobrecarga do trabalho de eliminação do álcool. Após poucas semanas ingerindo 4 ou 5 drinques por dia as células do fígado começam a acumular gordura, e se a pessoa insiste em beber pode surgir hepatite alcoólica, com inflamação e destruição das células do fígado. Isto conduz à cirrose, que é uma doença irreversível e progressiva que leva à morte. Cerca de 15% das pessoas que insistem em beber após a hepatite alcoólica, desenvolve cirrose hepática.

Sobre os “benefícios” que o vinho traz para o coração, segundo alguns “estudos”, o Dr. Vasconcellos explica:

Quanto ao fato de o vinho ser ou não benéfico, um estudo feito no Segundo Departamento de Cardiologia do Hospital Geral da Universidade de Attikon, na Grécia[5], mostrou que tomar vinho tinto melhora a dilatação dos vasos sanguíneos atuando no endotélio (tecido da parede dos vasos). No estudo foi dado a um grupo de homens que tinham doença cardíaca coronariana um extrato de polifenol extraído de uvas vermelhas (600mg) dissolvido em 20ml de água e também deram os 20ml de água com um placebo (substância sem efeito nenhum) como se fosse o extrato da uva, assim que todos os homens pensavam que estavam tomando o extrato da uva e eles foram escolhidos ao acaso pelos pesquisadores. Usaram ultra-sonografia de alta resolução para avaliar a dilatação da artéria braquial após uma hiperemia provocada pela obstrução com um garrote no braço. Mediram a dilatação em jejum, e 30, 60 e 120 minutos após terem tomado o extrato ou placebo.

O resultado encontrado foi que os que tomaram o extrato da uva tiveram realmente uma dilatação da artéria atingida após 60 minutos a qual foi muito maior do que o que ocorreria normalmente naquelas circunstâncias. Não ocorreu nenhuma mudança na dilatação da artéria dos homens que tomaram o placebo. Os pesquisadores concluíram que os componentes polifenóis de uvas vermelhas melhoram a função endotelial nos pacientes com doença cardíaca coronária. Estes resultados, segundo eles, poderiam provavelmente explicar, pelo menos em parte, os efeitos favoráveis do vinho tinto para o sistema cardiovascular. O álcool (etanol) é tóxico para o organismo humano, mas componentes da uva são saudáveis.

Portanto, são tendenciosos os “estudos” que dizem ser benéfico o vinho alcoólico.

Quando jornalistas sem especialidade em jornalismo científico divulgam tais estudos de forma irresponsável, sem destacar que o benefício está nos componentes da uva, não nos componentes do álcool, fazem um desfavor para a sociedade. Deixam de democratizar o saber e contribuem para a ignorância e enfermidade.

Mais irresponsáveis são tais jornalistas quando ignoram que a chamada “Lei Seca” prevê a punição do condutor veicular que tiver “qualquer concentração de álcool por litro de sangue”.[6] É mais do que óbvio que até mesmo uma pequena quantidade álcool causa sim danos à saúde e ao cérebro. Do contrário, o Governo não teria tomado medidas tão sérias.

O álcool causa grande sofrimento ao fígado para que este possa eliminar tal substância intrusa. Só o fato de o corpo humano ser sagrado aos olhos de Deus (leia 1Co 3:16-17; 6:19-20), já deveria ser o suficiente para levar um cristão a considerar a importância da abstinência total de bebidas alcoólicas.

Além disso, o cristão conhecedor das Escrituras deveria lembrar que um dia o Criador e Juiz pedirá contas por tudo aquilo que fizemos com e por meio do corpo que Ele nos deu: “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo” (2Co 5:10).

É por isso que o apóstolo Paulo disse que uma pessoa não pode ser cheia de vinho alcoólico e do Espírito Santo ao mesmo tempo: “Não se embriaguem com vinho, que leva à libertinagem, mas deixem-se encher pelo Espírito” (Ef 5:18).

UMA PORTA DE ENTRADA PARA OUTRAS DROGAS

Já os jornalistas da Câmara dos Deputados não foram irresponsáveis na abordagem do perigo do álcool para as famílias. Em 17 de novembro de 2009 foi publicada uma notícia que deveria ser considerada com muita seriedade por toda população brasileira (por cristãos, nem se fala…): “Especialistas afirmam que álcool é porta de entrada dos jovens para as drogas”.[7]

A psiquiatra e pesquisadora da USP, Camila Magalhães Silveira, afirmou que nosso País “tem um dos piores padrões de consumo de álcool do mundo” e que o álcool pode sim ser a porta de entrada para o uso de diversas outras drogas pesadas pelos jovens.

Ouça a reportagem logo abaixo:

CONCLUSÃO

Deus é misericordioso e tolerou o uso da bebida alcóolica nos dias do AT. Ele agiu com amor e paciência diante de uma cultura acostumada com bebida fermentada, porém, Ele condena o uso do vinho alcoólico e trabalhou para reeducar Seus filhos. Não poderia ser diferente, pois o álcool contribui (só para enumerar algumas coisas) para o aumento de mortes em acidentes de trânsito, acaba com as famílias, marca negativamente as pessoas que tiveram um parente alcoólatra, vicia, tirando a liberdade dada por Deus, leva a homicídios e destrói as células nervosas que são tão importantes para a nossa comunicação com o Espírito Santo.

Antes de bebermos algo ou usarmos qualquer tipo de alimento, devemos considerar com reverência as palavras de 1 Coríntios 10:31: “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus”.

Assim como Ele foi paciente com Seus filhos no passado, que eram voltados para a bebida alcoólica, o Senhor é misericordioso com aqueles que lutam contra o vício ou o hábito da bebida. Siga adiante[1] porque Deus cuida de cada ser humano individualmente. Ele sabe de suas limitações e tem todo o amor e paciência que você precisa para que seja um vencedor ou uma vencedora. Além disso, não será o alcoolismo que irá afastar-lhe de Seu amor:

Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente (inclusive o álcool!), nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor (Rm 8:38, 39).

E não se esqueça: “Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Rm 8:37).

REFERÊNCIAS

[1] Versão grega do Antigo Testamento hebraico que foi traduzida por 70 eruditos judeus. Por isso, o nome “Septuaginta”.

[2] Citado por Pedro Apolinário em Explicação de Textos Difíceis da Bíblia – 4ª Ed. Corrigida (Santo Amaro, SP: Editora Universitária Adventista, 1990), p. 102

[3] Wilson Paroschi, “Paulo e o Vinho”. Revista Adventista, no 1302, outubro de 2015, ano 110: p. 27.

[4] Disponível em: http://www.portalnatural.com.br/vida-saudavel/saude-e-bem-estar/vinho-faz-bem-ao-coracao/#axzz4P3IAgwAB Acessado em: 04/11/2016.

[5] Publicado em dezembro 2005 pela revista científica Euro Journal Cardiovascular Prev. Rehabil., com o título “Componentes polifenólicos de uvas vermelhas melhoram a função endotelial em pacientes com doença cardíaca coronária”.

[6] Presidência da República – Casa Civil – Subchefia para Assuntos Jurídicos. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11705.htm Acessado em: 04/11/2016.

[7] Rádio Câmara, “Especialistas afirmam que álcool é porta de entrada dos jovens para as drogas”. Disponível em:

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/radio/materias/ULTIMAS-NOTICIAS/376691-ESPECIALISTAS-AFIRMAM-QUE-%C3%81LCOOL-%C3%89-PORTA-DE-ENTRADA-DOS-JOVENS-PARA-AS-DROGAS-(02’38”).html Acessado em: 04/11/2016.

[8] Se você estiver lutando contra o vício do álcool, não deixe de participar de um grupo de Alcoólicos Anônimos. Deus tem usado poderosamente essa instituição para libertar muitas pessoas! Para maiores informações, acesse http://www.alcoolicosanonimos.org.br/

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2 comments

  1. Sim, é uma boa discussão referente ao tópico desse texto
    nesse weblog, li tudo, comentei somente para demonstrar
    minha satisfação com seu artigo. Irei acompanhar mais seus artigos!

    1. Obrigado por seu comentário e retorno. Um abraço!

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