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Carro cruza a Antártida refazendo expedição de 1916

Em um vídeo que fiz sobre a Antártida há alguns meses atrás, falei sobre a expedição de Shackleton em sua travessia do continente gelado em 1916. 100 anos depois, um bisneto do explorador fez a mesma rota em um SUV da Hyundai. Veja a matéria do O Globo e o filme no final do artigo.

Veja aqui as evidências científicas que mostram a Antártida redonda:

Esse assunto da terra plana é muito sério porque faz com que a fé das pessoas na Bíblia (este vídeo explica como entender os autores inspirados https://www.youtube.com/watch?v=ltZtDk_tXqw) seja afetada por falsos teólogos e cientistas que ensinam que a Bíblia defende a terra plana. Meu conselho é que você siga cientistas cristãos sérios e honestos, que defendem a ciência e a religião da maneira correta!

Leia agora a matéria contando a expedição de 2016:

Os SUVs da Hyundai foram os primeiros carros de passeio a atravessar o continente da Antártica, desde Union Camp até McMurdo, ida e volta. Os utilitários foram dirigidos por Patrick Bergel, bisneto do explorador polar e herói britânico, Sir Ernest Shackleton. A jornada, que aconteceu em dezembro de 2016, foi feita em comemoração ao centenário da heróica expedição Transantártica de Shackleton, de 1914 a 1916, e é relatada em um curta-metragem produzido pela Hyundai, apresentado pela primeira vez em um evento em Londres, na semana passada.

O SUV da expedição de 30 dias foi um Santa Fe adaptado para utilizar pneus gigantes de baixa pressão. E, dessa forma, poder atravessar quase 5,8 mil quilômetros de terreno gelado em condições extremas. O modelo percorreu longas distâncias a temperaturas inferiores a 28ºC negativos, desbravando novos caminhos por plataformas de gelo flutuante que nunca haviam sido percorridas anteriormente por veículos com rodas. “A sensação era menos de estar dirigindo e mais de navegar pela neve. Foi uma expedição única, com um desafio que ninguém havia tentado antes. Teve tudo a ver com resistência, não velocidade. Nossa média foi de apenas 27 km/h”, disse Patrick Bergel.

Um dos mais experientes especialistas em dirigir na Antártica, Gisli Jónsson, da Arctic Trucks, ficou encarregado de preparar o veículo antes do evento e liderou a expedição no continente. “Era um Hyundai Santa Fe convencional. Motor, sistema de gerenciamento, transmissão, diferencial dianteiro e cardã eram completamente originais de fábrica. Porém, tivemos que adaptar grandes pneus de baixa pressão, importantes para manter o veículo em cima da neve em vez de abrir caminho por meio dela. Usamos uma pressão nos pneus equivalente a um décimo da normalmente nas estradas”.

Para acomodar os pneus, a carroceria do carro foi elevada com novos subchassis e suspensões. O veículo recebeu engrenagens dentro dos cubos de roda para lidar com diferentes forças e a necessidade de girar mais lentamente para rodar na mesma velocidade. As outras modificações foram o aumento da capacidade do tanque de combustível, a conversão do carro para rodar com combustível Jet-A1 — único disponível no continente — e a instalação de pré-aquecedor para o frio.

História

A primeira tentativa de Sir Ernest Shackleton de atravessar a Antártica aconteceu após a corrida ao Polo Sul, finalizada em dezembro de 1911 com a conquista do norueguês Roald Amundsen. Shackleton voltou sua atenção para a travessia da Antártica de mar a mar, pelo polo. Então, fez os preparativos para o que se tornou a Expedição Transantártica Imperial, de 1914 a 1917.

Durante a expedição, seu navio Endurance ficou preso em um iceberg e foi esmagado. A tripulação escapou, acampando no gelo e depois lançando barcos salva-vidas para chegar à Ilha Elefante. E, posteriormente, à ilha habitada da Geórgia do Sul, uma viagem tempestuosa de 720 milhas náuticas e a mais famosa façanha de Shackleton. Em 1921, retornou para a Antártida com a expedição Shackleton-Rowett, mas morreu enquanto seu navio estava ancorado na Geórgia do Sul.

Veja o filme da expedição aqui:

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2 comments

  1. Muito legal esta história

    Abraços

  2. Pastor Leandro Quadros, e uma honra comentar no seu site. Sou um a grande admirador do seu trabalho na Tv novo tempo no programa na mira da verdade. Cresci na Igreja Adventista do Bairro Aparecida em Colatina ES. Hoje me encontro fora da igreja, mas sei em meu coração que e a igreja de Deus nos tempos atuais. Sou médico, me especializando em Ortopedia. O que eu queria argumentar sobre assunto e que eu realmente hoje acredito mais em uma Terra Plana estacionaria do que no Heliocentrismo. E fiquei estremamente descepcionado com sua frase em que Deus transmitiu as suas mensagens perfeitas em nossa lingua imperfeita. Acho que a biblia e totalmente clara quanto a descrição da geografia da terra. Mas bem eu tive um curto relacionamento com uma moça de uma igreja dessas que seguem a teoria da prosporidade. E pude notar como o Diabo e forte, como ele existe e usa a fé em Deus em seu próprio favor. Os pais dessa moça convivem atormentados pelo Diabo, eu como médico sei diferenciar esquizofrenia, mania, distúrbios psiquiátricos. O Diabo conversa com eles, aparece para eles, faz revelação para eles, dons de línguas para eles. E nós na igreja adventista somos graças a Deus, totalmente olhados de longe pelo Diabo. Parece que só existe Deus e o Diabo não existe. Mudar o dia de guarda, a crença no formato do nosso habitate para nos fazer nos sentirmos insignificantes, acidentes cósmicos, criados por seres extra terrestres. Como se cre na maçonaria. Não zombe da Terra Plana. E uma teoria engatinhando. Simulação de expedição a Antártida e fácil, o senhor não foi lá e viu. Milhões são investidos no Geocentrismo. E aquela Terra redonda e achatada nos pólos não e a mesma das fotos da Nasa. Essa batalha entre Deus e o Diabo pelo coração humano e muito maior e tem muito mais oculto do que podemos imaginar. Temos no máximo 100 anos nessa terra. O Diabo tem mais de 6 mil anos só de pecado. Não podemos subestima lo. Lembre de mim em suas orações e um Feliz Sábado.

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