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Cirurgião adventista na argentina testemunha da sua fé

No dia 08 de dezembro, a vida do turista americano Joe Wolek se cruzaria de forma trágica com a do cirurgião adventista Yamil Ponce, no hospital público Argerich em Buenos Aires.

No chão de uma rua movimentada da zona turística do bairro La Boca, em Buenos Aires, o norte-americano Joe Wolek esperava por 40 minutos, agonizando, com dez ferimentos de facada na zona do coração, uma ambulância.

Wolek fazia o que milhares de turistas estrangeiros, em visita à capital, fazem: passeava com sua máquina fotográfica em punho nas adjacências de Caminito, uma espécie de pelourinho portenho onde se recria um pouco o que era Buenos Aires no século XIX, quando muitos imigrantes italianos chegaram ao país no porto do bairro. O norte-americano foi vítima de um assalto.

O turista chegou ao hospital local sem pulso. Vinte e um dias depois, saído do coma e de diversas intervenções, já com alta médica, fez questão de falar aos jornalistas na porta do hospital. Depois de agradecer aos médicos e dizer que gostaria de conhecer o ladrão que o apunhalou e que foi ferido por um policial [faleceu dias depois], surpreendeu com seu desprendimento: “Amo a Argentina. Quero voltar. Agora tenho muitos amigos”, afirmou. E brincou: “Acho que vou curtir mais minha segunda visita”. (FONTE)

Nessa semana, o cirurgião falou sobre a sua fé e do poder de Deus na medicina. Ser cristão ou uma pessoa de fé não significa ser uma pessoa burra, alienada ou ignorante.

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