Nosso culto racional

Nosso culto racional

Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. Romanos 12:1.

O apóstolo roga a seus irmãos que consagrem o corpo a Deus. … Quando seguimos um procedimento que diminua o vigor físico e mental — em comer, beber, ou qualquer de nossos hábitos — desonramos a Deus, pois Lhe roubamos o serviço que de nós requer. Quando condescendemos com o apetite a expensas da saúde, ou quando condescendemos com hábitos que diminuam nossa vitalidade e vigor mental, não podemos ter em alto apreço a expiação, e uma justa estimativa das coisas eternas.

Quando nossa mente está embotada e parcialmente paralisada pela doença, facilmente somos vencidos pelas tentações de Satanás. Comer alimento insalubre para satisfazer ao apetite tem a positiva tendência de pôr em desequilíbrio a circulação do sangue, acarreta a debilidade nervosa, e em resultado há grande falta de paciência e de verdadeira, nobre afeição. A força constitucional, assim como o tono da moral e das faculdades mentais, são debilitados pela condescendência com o apetite pervertido.

Todos os tesouros do mundo desaparecem na insignificância quando comparados com o valor das faculdades mentais e morais. E a salutar ação dessas faculdades depende da saúde física. Quão importante, pois, é que saibamos como preservar a saúde, para que nosso dever para com Deus e o homem possa ser cumprido de acordo com os Seus mandamentos! As leis de Deus são claras e distintas. Nenhuma incerteza obscurece a qualquer delas. Nenhuma delas precisa jamais ser mal-entendida. Os que não as sabem discernir têm a mente entorpecida por seus maus hábitos, que lhes debilitam o intelecto.

Deus deseja ensinar-nos a importância da temperança em todas as coisas. Como a intemperança, pela transgressão da lei de Deus, causou a queda de nossos primeiros pais, de seu estado santo e feliz, assim a temperança em todas as coisas guardará nossas faculdades na melhor condição de saúde possível, de modo que nenhuma névoa ou incerteza as obscureça, e o intelecto possa guiar a ações retas, na observância da lei divina. … Temos de trabalhar em harmonia com as leis naturais, se quisermos discernir as reivindicações vigentes da lei que Deus proferiu do Sinai.

Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais, pág. 196.

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Leandro Quadros
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