“Médium” é um bom termo para se usar na tradução da Bíblia?

“Médium” é um bom termo para se usar na tradução da Bíblia?

Introdução

O educado professor Severino Celestino da Silva, apresentador do programa espírita “Abrindo a Bíblia” (Rede Mundo Maior), alega que a palavra “médium”, por ser mais recente, não se encontra na língua original do Antigo Testamento, o hebraico.

Por isso, segundo ele, as traduções bíblicas modernas que usam esse termo (e outros correlatos) estão equivocadas, são espúrias, e não merecem crédito. Teria essa alegação algum fundamento?

Fiz uma consulta à Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) sobre o assunto e tive o privilégio de mais uma vez contar com a resposta abalizada do Dr. Vilson Scholz, consultor de traduções da referida instituição. Interessante é que ele havia recebido uma pergunta sobre esse assunto e, gentilmente, cedeu-me a resposta para disponibilizá-la no blog.

Meu objetivo com isso é ajudar aos irmãos espíritas – incluindo o professor Celestino – a mudarem os próprios conceitos e a aceitarem a opinião de Deus sobre o espiritismo (Is 8:19, 20). Não pretendo (e Deus o sabe) ferir ninguém porque a consciência moral de cada um de nós é muito preciosa aos olhos de Deus. Todavia, a verdade precisa ser dita (2Tm 4:2), mesmo que a princípio cause algum desconforto. É a aceitação da verdade plena que liberta a nossa mente dos conceitos errados (Jo 8:32, 36) e, consequentemente, torna o nosso relacionamento com Deus muito mais significativo e prazeroso.

A seguir, transcrevo a resposta do Dr. Scholz, com a devida autorização (alguns grifos foram acrescidos por mim). Compartilhe-a com seus amigos espíritas e guarde em seus arquivos para fazer bom uso quando for questionado(a) sobre esse assunto.

Antes de prosseguir, informo que nos próximos dias disponibilizarei uma resposta completa às alegações do prof. Silva, em que ele defende o espiritismo “à luz da Bíblia”. Mais detalhes sobre isso você terá no próximo post.

Vamos ao estudo de hoje.

Resposta da Sociedade Bíblica do Brasil

Outro dia, recebemos na Sociedade Bíblica do Brasil a seguinte pergunta, com uma explicação, no começo. Diz assim:

“Ouvi de um professor de hebraico de uma universidade da Paraíba (que por sinal ensina esta língua tanto para pastores quanto para judeus, mas é espírita), que a palavra “אוֹב” (ob) em hebraico, em Dt 18.11 (se não me falha a memória) foi mal traduzida, com objetivos ideológicos.

“Segundo esse professor, as traduções que colocam a citada palavra hebraica como “médium” estariam forçando o leitor a pensar que o espiritismo era condenado no tempo de Moisés quando, na verdade, as palavras “médium, espírita e espiritismo” foram criadas no século XVIII ou XIX pelo codificador do espiritismo. Ele ainda afirma que a melhor tradução teria de ser: ‘quem consulta os mortos (com finalidades vãs)”, o que não seria prática do espiritismo. Pergunta: É lícito e até mesmo válido traduzirmos uma palavra recente para uma antiga?”

Em resposta, pode-se dizer o seguinte: De fato, temos várias passagens na Nova Tradução na Linguagem de Hoje em que aparece a palavra “médium” ou “médiuns”. Só que não em Deuteronômio 18.11, onde temos “os que invocam os espíritos dos mortos”.

Isto mostra que a mesma palavra hebraica não é traduzida sempre do mesmo jeito para o português. A tradicional Almeida Revista e Atualizada tem a palavra “médium” apenas em 1Samuel 28 (a médium de En-dor, que foi consultada pelo rei Saul com a intenção de receber alguma orientação do finado Samuel) e em algumas passagens do livro de 2Reis. Nas outras, ela tem “necromante”.

Necromante é alguém que consulta os mortos. Isto é mais ou menos o mesmo que “médium”. Na antiga Almeida, a Revista e Corrigida, nunca aparece a palavra “médium”, muito menos “necromante”. Nessas passagens aparece, normalmente, “adivinho”. Só que adivinho é uma palavra bastante ampla, isto é, uma palavra muito genérica. Por isso, as traduções mais atualizadas ou mais recentes, como Almeida Revista e Atualizada e a Nova Tradução na Linguagem de Hoje, são melhores do que o texto antigo de Almeida.

Mas será que havia médiuns naquele tempo? Podemos usar esta palavra recente, que entrou na língua portuguesa apenas em 1880, para uma pessoa dos tempos bíblicos? Ora, a gente só não poderia fazer isto se a pessoa que ela designa tivesse surgido apenas em nossos dias. O mesmo vale para objetos e outros elementos de nosso tempo. Não temos na Bíblia, por exemplo, jogo de futebol (embora a palavra “bola” apareça uma vez, em Isaías 22.18). Também não temos helicópteros ou energia elétrica. Portanto, estes são termos que não poderíamos usar para coisas que aparecem na Bíblia. Agora, dá para usar o termo médium?

Creio que sim, porque aquelas pessoas dos tempos bíblicos, designadas pela palavra “ob”, tentavam entrar em contato com os mortos. Era gente que buscava um conhecimento secreto, não normal, através de consulta a mortos. Aquelas pessoas eram, de fato, médiuns. Não médiuns espíritas modernos, porque o espiritismo como existe hoje (kardecista e umbandista) ainda não tinha surgido naquele tempo, mas nem por isso eles eram menos do que médiuns. Com ou sem esse nome, era o que tentavam fazer.

Portanto, se alguém pergunta se a palavra médium aparece no original da Bíblia, a gente tem que responder que não. Isto porque o original da Bíblia, no caso o Antigo Testamento, está na língua hebraica. Lá aparece a palavra “ob”. Hoje em dia temos de usar um termo da nossa língua ou uma palavra que nós conhecemos. E usamos o termo médium, que vem do latim, da mesma palavra que nos deu “meio”. Médium é, portanto, alguém que quer “fazer o meio de campo” entre mortos e vivos.

Quando traduzimos, não temos escolha: temos que usar uma palavra de hoje que equivale ao que significa a palavra do original. E, de preferência, uma palavra que comunique, e que comunique com clareza. Se colocamos na tradução o termo médium, é porque esta palavra é a que usamos hoje para falar de pessoas que tentam receber mensagens dos espíritos dos mortos, pouco importando a finalidade que se tem em vista. E usamos esta palavra, quer gostem os espíritas, quer deixem de gostar. Em tempo: A Bíblia deixa bem claro que Deus não aprova essas tentativas de consultar mortos e fazer adivinhações.

Considerações finais do blog “Na Mira da Verdade”

Percebeu amigo(a) leitor(a) que, no processo de tradução de um texto antigo, é perfeitamente lícito usarmos termos atuais, desde que eles expressem a ideia e o conceito original contidos na Bíblia? Isso é um recurso comunicacional, que não deveria ser negado pelos amigos espíritas. Ainda mais por aqueles que estão familiarizados com as normas de tradução e de comunicação social.

“Médium” é um termo moderno, porém, ele é o equivalente do termo que se refere àqueles que pretendem “consultar os mortos”, em Deuteronômio 18:11. É mais que natural, no processo de tradução, os especialistas escolherem termos contemporâneos que expressem com clareza a ideia que a Bíblia quis transmitir. E, se o texto sagrado transmite que a mediunidade é abominável a Deus (Dt 18:12), independente da época, precisamos usar um termo atual que aproxime o homem pós-moderno daquilo que a Bíblia quer transmitir.

Desse modo, convido ao professor Severino Celestino da Silva que reveja os próprios conceitos e não justifique o injustificável: o espiritismo. Independente do termo empregado na Bíblia, a ideia é a mesma: Deus não aprova qualquer tipo de “comunicação” com os mortos.

Por isso, toda pessoa sincera, que aceita a Palavra de Deus como sua regra de fé (2Tm 3:16) e prática, não pode ser espírita e cristã ao mesmo tempo. Tentar harmonizar as duas coisas requer um malabarismo interpretativo desonesto, e coloca a pessoa numa posição perigosa da qual nos adverte Isaías 5:20:

“Ai dos que chamam ao mal bem e ao bem, mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas, do amargo, doce e do doce, amargo!” (Nova Versão Internacional).

Com base naquilo que Deus diz em Sua Palavra sobre o espiritismo (Lv 19:31; 20:27; Dt 18:10-14; 2Rs 21:6; 1Co 10:13 14; Is 8:19, 20, etc.), recomendo, amigo(a) espírita, que aceite o cristianismo bíblico e a solução de Deus para a o problema chamado morte: a ressureição (1Co 15:51-55; 1Ts 4:13-18), que nada tem a ver com reencarnação.

Aceite a Bíblia do jeito que ela é e leia-a com seus próprios olhos, contanto com a orientação espiritual do Espírito Santo, a Terceira Pessoa da Divindade (Jo 16:13, 14). O Espírito divino e não Allan Kardec deve ser o seu intérprete das Escrituras, pois, Ele é o autor delas (2Pe 1:19-21).

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8 Comentários

  1. MarinhoSul
    outubro 24, 04:52 Resposta

    Parte VIII – Evidências Neurocientíficas confirmam Revelações, da Obra, Mundo Maior.(link abaixo):
    No post anterior ( post VII), para não me estender, deixei uma obra de psicografia ténica espirita, cuja única escola no planeta é o Espiritismo, onde espíritos de alta envergadura moral e Conhecimento, deixam décadas antes, seus conhecimentos registrados, para serem demonstrados no Futuro, como prova cabal da sua existência, assim como é qualquer área das ciência, onde um autor de grande envergadura, deixa registrado antecipadamente seu conhecimento. Agora, outra obra do Espiritismo de psicografia ténica, mas agora, não científica, e sim histórico-arqueológica, psicografada como a anterior do post VII, há mais de 70 anos atrás, não mais pelo espírito André Luiz, mas sim Emmanuel.
    Esta obra, psicografada há mais de 70 anos atrás, o livro Renúncia, é um romance mediúnco, com 4 linguagens embutidas, q só a escola espírita tem, e fica registrada com prova, no evoluir das áreas do Conhecimento humano. Este romance psicográfico ( de mais de 70 anos atrás), situa seu personagem no ano de 1680, na Irlanda do Norte ( se não me engano); descreve hábitos e costumes da época, onde seu personagem principal, Alcíone, migra, até onde é hj Los Ângelis. Situa lugares pitorescos de vários pontos da Europa; lugares, acontecimentos e datas históricas. Cita uma rua em Paris ( sempre no ano de 1680), e a 1ª ´indústria de tacabo ( Los Ângelis), dizendo q esta exportava.
    Nos últimos anos a pesquisa de perícia histórico-arqueológica, identificou 1.000 ( mil ), dados históricos, corretos, q Chico, não teria como saber, só sendo um historiador de ponta da época, viver na Europa, e sondar mais de 5.000 livros de História e documentos.
    Apenas dois pequenos detalhes não fechavam; a fábrica nos livros de História nos U.S.A, registravam q ela consumina e não exportava. A rua citada em París pós Idade Média ( ano de 1680, onde o romance transcorre), não foi encontrada no mapa HIstórico da prfeitura de Paris, logo, apenas estes dois detalhes.
    PASME ( e confira no link, e entre em contado com os Historiadores e pesquisadores), menos de 1 ano depois da revisão da pesquisa sobre esta obra, um historiador no seu doutorado nos Estados Unidos, achou um documento, demonstrando q a fábrica, sim tbm exportava, além de consumir, e logo depois em um sebo na Europa, um livro de História da época, foi encontrado, citando nele como referência Histórica, esta rua.
    PASME DUAS VZS: Seria impssível, Chico, antecipar-se ( ele ou quem quer q seja, pondendo ser o gênio q for), antecipar-se à duas áreas do Conhecimento distinta, corrigindo dados históricos e ao mesmo tempo as ciências, pois é IMPOSSÍVEL. Logo, só nestas duas Obras, tem=se como nas ciências a PROVA CABAL, INQUESTIONÁVEL, DEMONSTRÁVEL DA COMUNIDCABILIDADE DO ESPIRITO DE ALTA ENVERGADURA.
    Só para frisar mais uma vez: Não existe em literatura alguma, nada igual, demonstrável em várias áreas das ciências, história e arqueologia, nada igual a literatura espírita, e nada mais demonstrável, e é tão evidente, q as ciências vem reconhecendo, em praticamente todas as áreas do Conhecimento.

    Abração e Paz de Jesus. Segue abaixo o vídeo da pesquisa:
    https://www.youtube.com/watch?v=qpucsDntmWc

  2. MarinhoSul
    outubro 18, 23:44 Resposta

    Ciência espírita, mais confirmações científicas , parte VI:
    No Brasil, a mediunidade de Chico Xavier foi estudada pelo Dr. Paulo Rossi em 1991. Chico Xavier ficou conhecido pelo seu trabalho gratuito, pelo qual publicou mais de 400 livros recebidos de mais de 600 autores espirituais, e também recebia cartas de pessoas já falecidas. O estudo do Dr. Paulo Rossi confirmou que 93,3% das pessoas que visitavam Chico Xavier não o conheciam; 62,2% das mensagens mostraram mais de seis fatos reais cada uma e 71,1% continham informações detalhadas sobre pessoas falecidas, que foram posteriormente confirmadas como verdadeiras por suas famílias. Rossi concluiu que as informações reveladas por Chico Xavier de fato provêm de espíritos de pessoas mortas e não são resultado de qualquer classe de fraude.

    Em 2004, Alexander Moreira de Almeida concluiu sua tese de doutorado pela USP, na área de experiências mediúnicas. Almeida estudou 115 médiuns espíritas que seguem a doutrina codificada por Allan Kardec, com o objetivo de construir seu perfil sociodemográfico e para comprovar sua saúde mental. Os pesquisadores concluíram que a maioria dos médiuns desenvolveu sua mediunidade durante a infância e mostraram altos níveis socioeducativos. Esse estudo mostra que os médiuns que com frequência são tachados como “loucos” são, na verdade, pessoas sem quaisquer problemas psicológicos e apresentam um nível muito alto de escolaridade.

    O Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, da USP de São Paulo, usa técnicas de difração de raios X, tomografia computadorizada e ressonância magnética para explicar a relação entre a glândula pineal e a mediunidade. Dr. Sérgio demonstrou que médiuns possuem mais cristais de apatita na glândula pineal e que durante o momento de comunicação espiritual os médiuns possuem alta atividade cerebral e aumento de fluxo sanguíneo na região da glândula pineal. A hipótese do Dr. Oliveira é que a glândula pineal é o órgão sensorial da mediunidade.

    Pesquisas sobre experiências de quase-morte

    No King´s College de Londres está acontecendo uma revolução no mundo da tanatologia, o estudo científico sobre a morte. O pesquisador e médico Peter Fenwick está fazendo experimentos detalhados sobre um fenômeno que acontece entre as 24 e 48 horas antes e depois da morte e também no momento da morte. As experiências de quase-morte se referem ao conjunto de visões ou sensações frequentemente associadas a situações de morte iminente. Essas sensações incluem: experiência fora do corpo; levitação; medo extremo; serenidade total, segurança, calor e a presença de uma luz. Esses fenômenos são normalmente informados após uma pessoa ter sido considerada clinicamente morta e que depois volta à vida. Dr. Fenwick estuda as visões de pessoas que estão internadas e que falam com parentes já mortos. Também pesquisa coincidências de desencarnados que contactaram alguém somente para dizer que ela/ele havia morrido. “Esses acontecimentos ocorrem com muita frequência e em grande porcentagem dos casos e afirmam que a consciência é diferente do cérebro”, conclui Dr. Fenwick.

    O Dr. Kenneth Ring, da Universidade de Connecticut e Sharon Cooper, da Universidade de Nova York, fizeram um estudo de dois anos sobre as experiências de quase-morte em deficientes visuais, com resultados espantosos. Os resultados foram publicados no livro Mindsight (1999), o qual comprovou que 31 pessoas cegas que passaram pela experiência de quase-morte descreveram a experiência de terem podido ver pela primeira vez em suas vidas, dando detalhes de procedimentos médicos na mesa cirúrgica.

    O médico oncologista Jeffrey Long, que dirige a fundação de pesquisa sobre experiência de quase-morte , tem recolhido mais de 2.500 estudos de casos em todo o mundo de pessoas que tiveram esse tipo de experiência. Por usar o método científico em sua pesquisa, decidimos contatar Dr. Long para descobrir mais sobre seu trabalho. Em nossa entrevista, feita por e-mail, ele nos declarou: “Minha área profissional está baseada em pesquisas sobre experiências de quase-morte. Em minha opinião, as experiências de quase-morte proporcionam uma das maiores evidências científicas da vida após a morte”.

    Em seu livro Evidence of the Afterlife (Evidências da vida após a morte), Dr. Long faz um resumo das linhas de evidência que apontam a veracidade das experiências de quase-morte: os pacientes clinicamente mortos experienciam: 1) consciência clara; 2) experiências reais fora do corpo; 3) sentidos aguçados; 4) consciência durante a anestesia; 5) lembranças claras de reencontros com familiares falecidos. Além disso, Dr. Long confirma que as experiências de quase-morte em crianças são as mesmas que em adultos, que experiências de quase-morte ocorrem no mundo todo e que as pessoas que passam por experiências de quase-morte geralmente promovem uma mudança de vida significativa.

    Terapia de Regressão de Vidas Passadas e Reencarnação

    As pesquisas em regressão de vidas passadas constam de práticas baseadas em evidências. Os resultados provêm de questionários que são preenchidos antes e depois da terapia com um número grande de participantes com um tipo específico de problema e inclui um grupo de controle para demonstrar sua efetividade (o duplo-método científico cego). Entre 1985 e 1992, Hazel Denning, fundador da Associação Internacional para Pesquisa de Regressão e Terapias, estudou os resultados de oito terapeutas de regressão com aproximadamente 1.000 pacientes. Os resultados foram medidos imediatamente após a terapia, com acompanhamento de seis meses, um ano, dois anos e cinco anos após a terapia. Dos 450 pacientes que puderam ser localizados após cinco anos, 24% informaram que seus sintomas tinham desaparecido completamente, 23% confirmaram uma grande melhora, 17% confirmaram uma melhora, e 36% não obtiveram nenhuma melhora. Em geral, isto faz um saldo positivo de 64%.

    Dr. Ian Stevenson, falecido em 2007, era um dos pesquisadores mais conhecidos na área da reencarnação. Ele atuava na Universidade da Virgínia. Stevenson não utilizava o método de hipnose para verificar se uma pessoa teve uma lembrança de uma vida anterior. Ao contrário, ele estudou milhares de casos em crianças nos Estados Unidos, na Inglaterra, Tailândia, Birmânia, Turquia, Líbano, Canadá, Índia etc. Primeiro, ele verificava toda a informação sobre a vida anterior da criança. Depois, identificava o desencarnado que a criança dizia ter sido na vida anterior. Mais tarde, confirmava os fatos da vida passada do desencarnado que coincidiam com as lembranças das crianças. Ele também comparava marcas no corpo e defeitos de nascimento das crianças com feridas e cicatrizes que os desencarnados possuíam quando vivos, tudo isso confirmados por registros médicos.

    Dr. Jim Tucker, diretor médico da Clínica Psiquiátrica Child and Family, da Universidade da Virgínia, é o atual sucessor do Dr. Stevenson. Nós entramos em contato com Dr. Tucker para saber um pouco mais sobre as provas da vida após a morte. Ele respondeu: “As provas mais importantes da vida após a morte, além das experiências de quase-morte, são as pesquisas com médiuns, relatórios detalhadamente estudados de aparições e lembranças de vidas passadas em crianças. Ian Stevenson passou 40 anos estudando tais casos, onde a maioria deles vinha de culturas com uma crença em reencarnação. Eu agora estudo os casos ocidentais, e os resultados são praticamente os mesmos”.

    A ciência da vida após a morte

    A ciência do pós-morte foi investigada do ponto de vista judicial pelo advogado australiano e escritor Victor Zammit. Ele afirma que todas as provas que ele reuniu sobre a vida após a morte são bastante fortes para serem aceitas em qualquer tribunal Em seu livro A Lawyer Presents the Case for the Afterlife (2006, 4ª ed.) Zammit mostrou 23 áreas diferentes que demonstram a existência de vida após a morte. Ele propôs um desafio para os cientistas, pelo qual pagaria U$ 1.000.000 para que alguém provasse que não há vida após a morte!

    Atualmente, há numerosos estudos sendo conduzidos na área de espiritualidade e vida após a morte, em que os cientistas estão utilizando tecnologias de ponta e métodos científicos. A pesquisa pioneira de Raymond Moody e Elisabeth Kübler-Ross tem contribuído para o desenvolvimento dessa área. Podemos citar vários outros nomes, como, por exemplo, Erlendur Haraldsson, da Universidade de Islândia, Morris Netherton, terapeuta de vida passada, o psicólogo Peter Ramster, o psicoterapeuta Andy Tomlinson, o cardiologista Pim Van Lommel e muitos outros. Embora vários pesquisadores estejam encontrando evidências impressionantes que sugerem que há vida após a morte, ou pelo menos a sobrevivência da consciência, eles ainda não sabem como explicar como tudo funciona…

    É, às vezes a ciência funciona desta maneira. Um exemplo clássico são os astrônomos e os astrofísicos que podem identificar uma relação entre os ciclos de atividade do Sol e o clima na Terra, assumindo que esta relação existe, apesar de não saberem como funciona, como explica o professor Sami Solanki, do Instituto Max Planck, do Departamento de Pesquisa do Sistema Solar na Alemanha: “A correlação entre os ciclos solares e o clima terrestre não tem sido demonstrada”. Então, por que estudam esta correlação se ainda não sabem que isto realmente existe? A resposta é simples: é porque eles têm observado evidências que sugerem que isso pode ser desta maneira. Pois bem, parece que estamos em uma situação muito similar com os estudos sobre a vida após a morte. Os pesquisadores têm observado evidências que sugerem que a consciência sobrevive à morte física, mas ainda não conseguem entender bem como isso funciona. Se nos dois casos a ciência ainda não foi capaz de demonstrá-los, então, nós ainda não podemos rechaçar a possibilidade de uma possível existência da vida após a morte!

    Participou na elaboração deste artigo Mado Martínez, também radicada na Espanha.

    Elaine Cristina Vieira é fisiologista e pesquisadora PhD na área de doenças metabólicas em Barcelona, Espanha (pesquisa científica espírita) e fora do espiritismo.

    Mado Martínez é filóloga e está concluindo pós-graduação em estudos de culturas e tradições na Universidade de Alicante, Espanha. Ela mantém na internet . Infelizmente prof, o seu site, não tá aceitando as fontes científicadas e links. Abração e Paz de Jesus.

  3. MarinhoSul
    outubro 18, 23:37 Resposta

    Escolas científicas recentes de médiuns e instituto científico. Dra Julie Beischel, phd ( tríplice) em biologia, toxicologia e farmácia e sua equipe de cientistas. Uma das mais jovens e notáveis cientistas norte-americana:
    Mediunidade no laboratório

    No Instituto Windbridge no Arizona, USA, a Dra. Julie Beischel está conduzindo uma pesquisa importante para demonstrar que há vida após a morte. Basicamente, utiliza três métodos para estudar o fenômeno da mediunidade: proof-focused – são testes para verificar que os médiuns estão dando a informação correta; process-focused – estuda a experiência dos médiuns durante as comunicações espirituais; applied-research – examina como a informação dos médiuns pode beneficiar a sociedade em geral. Os resultados da Dra. Beischel confirmaram a hipótese de que o espírito sobrevive à morte. Entramos em contato com a Dra. Julie Beischel para perguntar mais sobre o método científico que aplica em suas pesquisas. Ela disse que utiliza controles muito estritos para pesquisar o fenômeno de mediunidade através de um programa científico que contém uma quantidade grande de dados: ”No Instituto Windbridge, estamos interessados principalmente no estudo da mediunidade. Utilizamos o método científico e controles estritos para pesquisar estes fenômenos e o programa de pesquisa de mediunidade abrange uma quantidade enorme de dados. Através de nosso método científico do quíntuplo-cego (protocolo científico realizado para evitar resultados tendenciosos, onde nem o examinado (objeto de estudo) nem o examinador (pesquisador) sabem das variáveis do estudo. No caso do quíntuplo-cego são usadas 5 pessoas diferentes para ajudar na analise dos dados sem que nenhuma delas saiba do que se trata o estudo). Com médiuns certificados pelo Instituto Windbridge, podemos demonstrar que as informações dos médiuns sobre familiares já mortos são exatas, e, além do mais, os médiuns não têm nenhum conhecimento prévio sobre a família ou o desencarnado”. Além disso, Beischel disse: “Este paradigma de pesquisa é ideal porque o fenômeno da mediunidade é facilmente replicável e podemos trazer o fenômeno da mediunidade ao laboratório”. A pesquisa da Dra. Beischel certamente demonstra que o fenômeno da mediunidade é de fato autêntico.

    Um dos mais renomados neuropsiquiatras da atualidade, e sua escola científica de Mèdiuns.
    Gary E. Schwartz, Ph.D., é professor de Psicologia, Medicina, Neurologia, Psiquiatria e Cirurgia da Universidade de Arizona, no campus principal, em Tucson. Além de ensinar cursos de psicologia da saúde e espiritual, ele é o diretor do Laboratório de avanços na consciência e saúde.

    Gary recebeu seu Ph.D. em psicologia pela Universidade de Harvard em 1971 e foi professor assistente na Universidade de Harvard por cinco anos. Ele mais tarde serviu como um professor de psicologia e psiquiatria da Universidade de Yale, foi diretor do Centro de Psicofisiologia Yale e co-diretora da Clínica de Medicina de Yale Comportamental, antes de se mudar para o Arizona em 1988.

    Em setembro de 2002 ele recebeu um prêmio 1,8 milhões dólares de dólares do Centro Nacional de Medicina Complementar e Alternativa dos Institutos Nacionais de Saúde para criar um Centro de Medicina Frontier em Biofield Ciências da Universidade do Arizona, que dirigiu por quatro anos.

    Gary já publicou mais de 450 trabalhos científicos, incluindo seis artigos na revista Science, e também co-editou 11 livros acadêmicos.

    O prof Schwarts tem realizado pela universidade do Arizona , experiências chamadas “single-blind ”

  4. MarinhoSul
    outubro 18, 23:33 Resposta

    Ciência espírita – confirmação científica, parte IV – fontes científicas:
    No Brasil, a mediunidade de Chico Xavier foi estudada pelo Dr. Paulo Rossi em 1991. Chico Xavier ficou conhecido pelo seu trabalho gratuito, pelo qual publicou mais de 400 livros recebidos de mais de 600 autores espirituais, e também recebia cartas de pessoas já falecidas. O estudo do Dr. Paulo Rossi confirmou que 93,3% das pessoas que visitavam Chico Xavier não o conheciam; 62,2% das mensagens mostraram mais de seis fatos reais cada uma e 71,1% continham informações detalhadas sobre pessoas falecidas, que foram posteriormente confirmadas como verdadeiras por suas famílias. Rossi concluiu que as informações reveladas por Chico Xavier de fato provêm de espíritos de pessoas mortas e não são resultado de qualquer classe de fraude.

    Em 2004, Alexander Moreira de Almeida concluiu sua tese de doutorado pela USP, na área de experiências mediúnicas. Almeida estudou 115 médiuns espíritas que seguem a doutrina codificada por Allan Kardec, com o objetivo de construir seu perfil sociodemográfico e para comprovar sua saúde mental. Os pesquisadores concluíram que a maioria dos médiuns desenvolveu sua mediunidade durante a infância e mostraram altos níveis socioeducativos. Esse estudo mostra que os médiuns que com frequência são tachados como “loucos” são, na verdade, pessoas sem quaisquer problemas psicológicos e apresentam um nível MUITO ALTO DE ESCOLARIDADE.
    Nota, o I.B.G.E, tem o espírita em termos socioeducativos e comportamento, várias vzs acima do 2° lugar, e uma capacidade de socioambientação e percepção muito alta, chamando atenção tbm pela DOCILIDADE do perfil espírita. Quase a metade do espírita, é de nível acadêmico destas áreas: prof. advogados, médicos, psicólogos ( e 60% mais ou menos) de toda atividade comum humana, apresentando no Brasil, um padrão muito próximo ao europeu ou francês.
    Infelizmente , nosso irmãos das correntes protestantes, estão lá em baixo, na base.
    O Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, da USP de São Paulo, usa técnicas de difração de raios X, tomografia computadorizada e ressonância magnética para explicar a relação entre a glândula pineal e a mediunidade. Dr. Sérgio demonstrou que médiuns de incorporação possuem mais cristais de apatita na glândula pineal e que durante o momento de comunicação espiritual os médiuns possuem alta atividade cerebral e aumento de fluxo sanguíneo na região da glândula pineal. A hipótese do Dr. Oliveira é que a glândula pineal é o órgão sensorial da mediunidade.

  5. MarinhoSul
    outubro 18, 23:29 Resposta

    Jesus nos orienta à busca pela VERDADE prof. Se não publicar, pelo menos copie e vá às fontes científicas, e depois dar aula a teólogos e pastores, q visto pela psicologia, tem enormes dificuldades de lidar com a lógica num texto de 4 linhas.
    Ciência espírita e comprovações atuais, parte III:
    Dra Julie Beischel, phd ( tríplice) em biologia, toxicologia e farmácia, e sua equipe de cientistas. Ela, é uma das mais jovens e promissoras cientistas norte-americana.
    Instituto e escola científica de médiuns. Fonte:
    http://www.windbridge.org/mediums/
    Mediunidade no laboratório

    No Instituto Windbridge no Arizona, USA, a Dra. Julie Beischel está conduzindo uma pesquisa importante para demonstrar que há vida após a morte. Basicamente, utiliza três métodos para estudar o fenômeno da mediunidade: proof-focused – são testes para verificar que os médiuns estão dando a informação correta; process-focused – estuda a experiência dos médiuns durante as comunicações espirituais; applied-research – examina como a informação dos médiuns pode beneficiar a sociedade em geral. Os resultados da Dra. Beischel confirmaram a hipótese de que o espírito sobrevive à morte. Entramos em contato com a Dra. Julie Beischel para perguntar mais sobre o método científico que aplica em suas pesquisas. Ela disse que utiliza controles muito estritos para pesquisar o fenômeno de mediunidade através de um programa científico que contém uma quantidade grande de dados: ”No Instituto Windbridge, estamos interessados principalmente no estudo da mediunidade. Utilizamos o método científico e controles estritos para pesquisar estes fenômenos e o programa de pesquisa de mediunidade abrange uma quantidade enorme de dados. Através de nosso método científico do quíntuplo-cego (protocolo científico realizado para evitar resultados tendenciosos, onde nem o examinado (objeto de estudo) nem o examinador (pesquisador) sabem das variáveis do estudo. No caso do quíntuplo-cego são usadas 5 pessoas diferentes para ajudar na analise dos dados sem que nenhuma delas saiba do que se trata o estudo). Com médiuns certificados pelo Instituto Windbridge, podemos demonstrar que as informações dos médiuns sobre familiares já mortos são exatas, e, além do mais, os médiuns não têm nenhum conhecimento prévio sobre a família ou o desencarnado”. Além disso, Beischel disse: “Este paradigma de pesquisa é ideal porque o fenômeno da mediunidade é facilmente replicável e podemos trazer o fenômeno da mediunidade ao laboratório”. A pesquisa da Dra. Beischel certamente demonstra que o fenômeno da mediunidade é de fato autêntico.

  6. MarinhoSul
    outubro 18, 07:21 Resposta

    Para ser médium, a pessoa deve trazer uma predisposição orgânica. Assim como a psicologia, classificou na psiquê humana o transtorno, e busca a terapêutica ao seu equilíbrio, antes dela, o Espiritismo, com mais precisão ( recentemente, já demonstrado nos últimos anos, em 4 publicações científicas, as mais recentes e mais altas em neurofisiologia moderna), classificou as percepções extra-sensórias, e antes das ciências, q agora, já demonstram o Espiritismo por completo, já com reconhecimento publicado na maior revista de revisão científica do planeta, Neuroendocrinology-letters, transpondo o Inconsciente profundo ( q a psicologia esbarra), dizendo lá atrás, q o pensamento, é antes atividade elétrica em dois módulos, ondas curtas e médias, q a matéria, é “energia condensada”, mas não responde, ou organiza-se por si mesma. ISSO, É FUNDAMENTAL, o Espiritismo dizia q o GENE, não teria controle no seu núcleo , e o pensamento, por ser antes atividade elétrica, incidia no meio, como moléculas de água , e no D.N.A.

    O livro de psicografia técnica ( citando apenas um ex), ditado a Chico pelo espírito André Luiz, de alta envergadura moral , no Mundo Maior, e Emmanuel, na introdução da obra, Nos domínios da Mediunidade ( percepções extra-sensórias), ambos há 71 anos atrás, discorriam sobre o cérebro e as funções neuroplásticas e plasticidade do pensamento ( neuroplastia), á atrás no Espiritismo debatido, onde o Espiritismo, no maior evento de contraprova científica, sendo única religião baseada na demonstração e análise científica, 40 anos depois de Kardec, nos Tratados das Metapsíquicas Humanas, q envolve o prêmio Nobel Charles Richet, e de forma menos intensa, outro Nobel Alexis Carrel, q como médicos fisiologistas, irão dar origem à medicina moderna de transplantes e cirurgias, e lá atrás, o círculo científico de Miverva, composto por nobre cientistas de várias áreas do Conhecimento moderno e a metologia científica como: Ernesto Bozzano; Alexandre Aksakof, Cesare Lombroso, ( metodologistas de ponta); o físico-químico mais premiado da Coroa da Rainha, William Crookes, os pais das telecomunicações Crowell , 3 físicos notáveis, um dos pais da Ótica, Oliver Lodge, o amigo de Darwin , Alfred Russel Wallace e outros notáveis, irão de Kardec até então, em 40 mil experiências pelos U.S.A e Europa, demonstrar q a Consciência é dividida dos mecanismos celulares, em 20 casos, refutam a ideoplastia como causa primária do fenômeno extra-sensório, classificando e confirmando Kardec, com respeito às percepções extra-sensórias. Termo este usado pela Psicologia, Psiquiatria e neurociências, q tem origem com o Espiritismo, pois ois ou três precursores da Psicologia moderna, lá estavam tbm, como William James.

    A Medicina forense, e Psicologia, tem ligação direta com o Espiritismo, como tbm a física atômica quântica e neurociências, pois o Espiritismo, apresenta há 10 anos, após a revisão do projeto genoma, vir confirmar a literatura técnica espírita, e psicografia técnica, sua proposta em psicologia profunda e sua literatura e psicografia técnica, no meio científico em congressos internacionais em todo o planeta, como precursor não só da Psicologia, como Neurociências, pois SÓ O ESPIRITISMO, E AGORA AS CIÊNCIAS DE PONTA, TEM UM ESTUDO PROFUNDO SOBRE OS MECANISMOS CELULARES E O CÓRTEX LOBO FRONTAL, q as ciências, só vieram a descobrir seu funcionamento à partir de 8 anos para cá. e de lá para cá, até este ano, as 4 publicações em neurofisiologia moderna, sobre atividade elétrica do pensamento e o córtex frontal guardar nosso “Eu profundo, ou Eu histórico”, demonstrando tbm a ( fundamental dizer), um GENE, não tem controle no seu núcleo , e isto, esfria o determinismo genético, pois na recontagem cromossômica, nosso gene é inferior à uma espiga de milho, e um loiro e um negro por ex, em alguns casos, tem mais semelhanças genéticas entre si, do q sua raça. Um gêmeo univitelinos, para a genética, são a mesma pessoa, pois são geneticamente iguais, mais q um clone de laboratório, no entanto, são duas personalidades diferentes.

    Nestas últimas publicações à partir de 2013, a literatura técnica espírita veio a ser confirmada ano a ano. Na física atõmica , a mesma coisa, a matéria no seu mais alto experimento, demonstra comportamento dual, onde um elétron, some e reaparece com uma “réplica” virtual, e esta, ou seja, a matéria, só é reconhecida como matéria entre 1 a 3% no máximo, exatamente como cita o Espiritismo.

    SE o senhor, ou pastor qualquer de algum canto da Terra, tiver algo igual ao Espiritismo, junte o seu dito arqueólogo, outros teólogos, como Lane Craig, e mãos à obra, pois os pesquisadores e cientistas, ainda não encontraram nada igual, já com a publicação científica certificada.

    O Espiritismo, apresenta ainda sua proposta em Psicologia profunda, em Congressos interancionais de Ciências médicas e Espiritismo, GRATUITAMENTE. ` Jà a teologia, está rebaixada ao lugar de onde ela veio, a mitologia perso-zoroástrica e grega.

    Portanto prof. só o Espiritismo e agora a ciência mais profunda, tem um estudo profundo sobre percepções extra-sensórias, ou seja, MEDIUNIDADE.

    O q vcs citam no V.T, são ADIVINHAÇÕES, OU SEJA , PICARETAGEM, OU MÁGICAS, COMO OS SENHORES QUISEREM, E O MAU USO DA ESPIRITUALIDADE, E NÃO HÁ NA PASSAGEM, O SUBSTANTIVO ABSTRADO ESPÍRITO E SIM MORTO, CADÁVER, EM Deut. 18 e Levíticos, associado sempre a sacrifícios até humanos.

    Médium, é um profeta, isto sim, como está aí explicado. Para ser médium, deva-se portar esta faculdade, q está localizada organicamente no complexo cerebral pineal-tálamo, na tradução de sinais eletromagnéticos em neuroqúimica, e só o Espiritismo, pode dizer e demonstrar o q é ser médium.
    Existem dois grupos de faculdades mediúnicas, e bem variadosa; um é atividade externa e projeção da Consciência, como cita Paulo, e a outra, ai sim, é com a participação do espírito. O Espírito não faz ADIVINHAÇOES prof, ele comunica-se, q é bem diferente. O espírito é como o homem, pois é o próprio homem sem o corpo carnal, bom ou não, culto ou ignorante, e existe uma metodologia no Espiritismo, para avaliá-los, por isso, João, e Isaías, deixam um ex claro, de que o espírito diga, deva ser repassado ao Torah, ou seja, as normas morais de Conduta, SEM ADIVINHAÇÕES, e sem sacrifícios.

    Já exitem duas escolas de dois notáveis grupos de cientistas nos U.S.A, e já existe médiuns forense, e ttem-se até série de T.V. O médium psicômetra, ( expansão da consciência), com ou sem participação do espírito, é usado em investigações sigilosas ou complexas nos U.S.A.
    Todo médium estudado nas bases do Espiritismo, ou eram CATÓLICOS, OU NA MAIORIA PROTESTANTES, e HJ,É A MESMA COISA, A MAIOR PARTE DOS MÉDIUNS NOS U.S.A , MAS PRINCIPALMENTE NA EUROPA, SÃO DE ORIGEM PROTESTANTES.

    Sócrates: ” Se vc não pensar por vc mesmo, outros pensarão”; ” o maior crime q podemos cometer contra nossa inteligência, é emitir juízo, sobre aquilo q pouco ou nada se conhece”.

    Teólogo, emitir juízo para um espírita, é como um açougueiro, dar aula de neurofisiologia, e fazer uma neurocirurgia com facão, a comparação é a mesma. A psicologia, tá preocupada com o crente latino-americano e alguns lugares como o Sul dos U.S.A, sua percepção cognitiva, parece afetar-se pela infantil teologia, já refutada pela arqueologia e grandes historiadores das maiores Univ. do planeta.
    Não é o senhor, é a comunidade de teólogos e pastores, q prestam um desserviço à informação confiável.
    Abração.

  7. MarinhoSul
    julho 06, 03:57 Resposta

    Provas da imortalidade do espírito,dentro da vossa Bíblia ( mesmo adulterada como dizem os historiadores e Rabis), sem necessidade alguma de Salvações mitológicas, q tem origem na cultura zoroástrica. Inferno em hebraico, é apenas túmulo ( sheol), e a geena, era a lixeira de Jerusalém. O conflito dos anjos, vem da cultura persa, q incide na grega com Dário o Grande, onde a figura persa de Ahrimã, entra no grego como hades, e aos judeus, no pós-Babilônia ( como descrito no outro post) como Shatã. Shatã, não é uma figura exclusiva para o mal, e sim ” um opositor; um acusador, e não o acusador”; o artigo definido não consta, pois é de forma genérica. Segundo a equipe da Dra Ellen das Univ protestantes anglicanas reunidas, Shatã, irá transformar-se em Satanás , já q é um vocábulo latino, na Idade Médica, sob provavelmente a inspiração da Divina Comédia de Dante Alighieri. Não é nenhum anjo caído, é um sincretismo da Igreja, pois anjos em hebraico tem a terminação El, do vocábulo genérico para Deus, q é ELHOHIM, aliás, é plural, pois Deus no hebraico, é O lugar mais Alto El-Olan, O Eterno, onde se guardam as Leis Morais, o Torah-Tanakh, a única bíblia q os apóstolos , Jesus e os cristãos primitivos até o fim do primeiro séc. usaram. A Septuaginta, só para eruditos, e tem hj, sua tradução sob judce, pois os rabis da época quando ela supostamente foi traduzida disseram: ” eis q a Terra, se faz trevas por três dias” Evidências tbm q eram ESPÍRITOS, de envergadura moral, q Conduziam um povo.
    Quanto a você [Abraão], irá reunir-se em paz com seus antepassados e será sepultado após uma velhice feliz. (Gn 15,15).
    Quando Jacó acabou de dar instruções aos filhos, recolheu os pés na cama, expirou e se reuniu com seus antepassados. (Gn 49,33).
    Digo-vos: muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa no Reino do Céu junto com Abraão, Isaac e Jacó. (Mt 8,11).
    Obs: Os patriarcas morreram mas estão VIVOS ou não ? Precisaram de alguma intervenção??????
    O texto, deixa claro q não necessitam de intervenção alguma
    Agora Jesus, recitando estas passagens:
    E, quanto à ressurreição, será que não leram o que Deus disse a vocês: “Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó”? Ora, ele não é Deus dos mortos, mas dos vivos. (Mt 22,31-32).
    TODOS juntam-se a Abraão, até mesmo no futuro do Oriente e Ocidente, e Jesus, recita estas passagens dos patriarcas, confirmando q não DORMEM, nem estão EXTINTOS, levando em conta a crença FARISAICA por causa da passagem de Ex 3.6, porque os saduceus diziam aceitar como autoridade somente o Pentateuco. Segundo eles, nada havia nos escritos de Moisés que sustentasse a ressurreição e a sobrevivência da alma .
    Jesus, recita a passagem dizendo q os patriarcas, q morreram SÉCULOS E SÉCULOS antes, estão VIVINHOS DA SILVA, perante Deus, e perante Abraão, e não diz q precisavam d’Ele, para salvarem-se
    1 Samuel 2:6 “O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a SUBIR DELA”
    Notou prof. q TODOS, VÃO AO INFERNO, OU SEJA, O SHEOL E DE LÁ RETORNAM?!

    Êxodo 3:6: Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó. E Moisés encobriu o seu rosto, porque temeu olhar para Deus.
    Médiuns. A mediunidade independe da crença, existindo em toda cultura e época, é dividida em grupos, tipos, e ostensividades. Ela, só existe, se houver uma predisposição orgânica. Vai condenar a fisiologia humana agora???????
    Só o Espiritismo, e recentemente as neurociências, a Psicologia espírita, e a neurofisiologia moderna, tão somente, tem um estudo único aprofundado sobre o cérebro, o córtex lobo frontal e o complexo pineal-tálamo, e só nos últimos 7 anos, as três mais recentes publicações científicas, vieram confirmar a literatura técnica espírita, e a psicografia técnica espírita, q estava há 72 anos à frente do degrau mais alto das ciências médicas a neurogenética moderna, agora já com a Neuroepigenética, vindo confirmar q temos uma região no cérebro, q guarda nosso ser histórico, ou homem integral, q o pensamento é antes atividade elétrica, e depois sim, neuroquímica, e um GENE, não tem seu controle no núcleo celular, como achavam, demandando q a CONSCIÊNCIA, somos nós em ESSÊNCIA, e ela, não é respondida pelo mecanismos celulares, comprovando a pesquisa e metodologia científica espírita e a psicografia técnica, cuja única escola é o espiritismo, na obra NO Mundo Maior por ex, q fala sobre tudo isso, e há poucos anos, foi demonstrada ela e outras obras ou técnicas ou de psicografia técnica, nas três últimas publicações científicas sobre o cérebro, e suas funções neuoplásticas, ( atividade elétrica e neuroquímica), demonstrando q o pensamento, antes é atividade elétrica, incidindo no meio, como moléculas de água e nosso D.N.A por ex.

    Portanto, só é médium ostensivo, quem tem PREDISPOSIÇÃO ORGânica, E NÃO QUEM É TÃO SOMENTE ESPÍRITA. SE OS PROTESTANTES, DESSEM-SE O TRABALHO DE PESQUISAR, VERIAM Q NA EUROPA, O MAIOR NÚMERO DE MÉDIUNS, VEM DAS RELIGIÕES CRISTÃS E MUITOS, SEM CONHECIMENTO ALGUM DO ESPIRITISMO. O ESPIRITISMO, É A CIÊNCIA QUEM PRIMEIRO TRANSPOS ESTAS REGIÕES, E AGORA AS CIÊNCIAS, INCLUINDO FÍSICA ATÔMICA QUÂNTICA E MODERNA PSICOLOGIA JÁ ESTÃO CHEGANDO, APÓS A REVISÃO DO PROJETO GENOMA, Q PRATICAMENTE ABANDONOU O DETERMINISMO GENÉTICO.

    Um ADIVINHADOR, DE FORMA ALGUMA É UM MÉDIUM, POIS A ADIVINHAÇÃO FERE AS LEIS ESPIRITUAIS, SOBREMANEIRA A REENCARNAÇÃO, pois se alguém, fosse dado o direito de ADIVINHAR o futuro, q sentido teria a reencarnação, defendida e demonstrada pelo Espiritismo??????????????????????????????????????
    Nenhum de vcs consegue pensar com lógica, pois eis os motivos q foi proibido, eram picaretagens, pseudo-práticas espirituais, associadas sempre a sacrifícios até humanos, e TODO CONTEXTO de Levíticos e Deuteronômio é o mesmo. Sem estes fatores, ou seja, sem sacrifícios, e sem adivinhações, por médiuns honestos, AÍ SIM, SERIA PERMITIDO
    VAMOS VER???
    Paulo afirmou: “Vós recebestes a lei por mistérios dos anjos” (Atos 7:53), explicando ainda em Hebreus 2:2: “Por que a lei foi anunciada pelos anjos”, e confirmando na mesma epistola, 1:14: que anjos “ESPÍRITOS, são ADMINISTRADORES, enviados para exercer o ministério”.
    Também em Hebreus, (1:7) Paulo afirma: “o que faz os seus anjos espíritos e os seus ministros chamas de fogo”. Processo mediúnico.
    Paulo em hebreus 12:9, diz que Deus, é o PAI DOS ESPÍRITOS”
    Números 27:16: “Que Yahweh, Deus dos ESPÍRITOS e o doador da vida a toda criatura, estabeleça um outro homem como líder sobre toda esta congregação,
    Ezequiel 37:9: “Então o Eterno me ordenou: “Profetiza agora ao ESPÍRITO! Profetiza, ó filho do homem, e convoca ruah, o sopro da vida, dizendo: Assim diz Yahweh, o SENHOR Deus: Ó espírito, vem dos quatro ventos e assopra sobre estes mortos para que vivam!”
    Jó 8:8.10 “Consulte as gerações passadas e observe a experiência de nossos antepassados. Nós nascemos ontem e não sabemos nada. Nossos dias são como sombra no chão. Os nossos antepassados, no entanto, vão instruí-lo e falar a você com palavras tiradas da experiência deles”.
    Observar q quase tds eram analfabetos, logo consultar os antepassados, não dá ideia de ir à manuscritos, pois a tradição era oral. Logo, se entende por CONSULTAR os ESPÍRITOS dos antepassados, confirmando

    Isaías 8:19,20, q diz sobre a consulta dos tais médiuns q tivessem espírito familiares, diz que: ” se vos pedirem para consultar aqueles q tem espíritos familiares ( corroborando com Jó); os que chilreiam, por acaso não consulta CADA POVO, SEU DEUSA: OS MORTOS EM FAVOR DOS VIVOS? A lei ( Torah, ou seja, normas morais de Conduta) e ao testemunho, se não falarem de acordo com elas, é pq NÃO HÁ LUZ NELES

    1 João 4: 1 : “Amados, não creiais de todo o espírito; antes o provai para saberem se procedem de Deus.
    Portando, desde o Gênesis, com Deus, Paulo, Isaías, Jó, e João, os espíritos comunicam-se, e Jesus, comunicou-se dom dois, além de Saul e Samuel, e bem claro.
    Veja, como o que vale e tudo é em função do espírito com Jesus abaixo:
    João 6:63 – O Espírito dá vida; a carne não produz nada que se aproveite. As palavras que eu lhes disse são espírito e vida.

    1 Samuel, cap 9 : “Porque aquele que hoje se chama profeta, se chamava então vidente”.
    Nota: Se Deus em hebraico prof, é Elohim, e o sufixo IM, designa plurais, e Jesus, diz que ninguém jamais viu a Deus, e Deus na sua expressão mais alta é O Eterno, O Altíssimo, o luqar se guardam as Escrituras, ( O Altar), nível acima de.. ( realidade tetradimensional)a, EL-OLAN, com quem os profetas conversavam, e se Jesus diz, q é TUDO em função do ESPÍRITO, q Deus é espírito e somos deuses; Paulo, Ezequiel, Jó, João, Isaías, dizem q os espíritos comunicam-se e Paulo, diz a a Lei, foi trazida por ESPÍRITOS ADMINISTRADORES e não Deus????

  8. MarinhoSul
    abril 03, 06:13 Resposta

    Claro q foi mal traduzida, pois Deut. 18, fala em ADIVINHAÇÃO, e sequer tem o vocábulo-substantivo espírito; e sim hamet, ( q segundo os mestres judeus), e eruditos em hebraico profundo, significa CADÁVER , extinto, e muito mais: o contexto, é sempre o mesmo, ADIVINHAÇÃO, com sacrifícios de animais e até humanos, e sempre em relação aos persas.
    O dicionário de Cambridge ou Oxford ( agora não lembro), traz os costumes persas da época, e se não me engano Maimônides, em que os persas, iriam a cemitérios , sacudiam caixões, exumavam cadáveres, colocando um osso na boca e frigindo-a, através de rituais de mágicas, além dos sacrifícios e sempre para ADIVINHAÇÕES, é sempre o mesmo contexto

    Isso é condenável, pois é crime e picaretagem juntos.
    1°) É uma passagem eminentemente hebraica, recomendada ao povo de Israel, e só Judeus, tem autoridade sobre ela, e não a usam, simplesmente pelo contexto, e temporal; pois norteava princípios apenas para aquela época, pois pq vcs não usam outras passagens q mandam matar junto, q estão no mesmo livro e contexto?!

    2°) Aquilo era crime e picaretagem juntas, pois o vocábulo q está presente é HAMET, ( cadáver, extinto), e não espírito (ruach), e muito mais; sempre relacionada a ADIVINHAÇÃO, e comércio, com sacrifícios, logo, é crime, e sabe pq tbm, além disso?
    Pq simplesmente ANULARIA A REENCARNAÇÃO, pois se alguém é dado ADIVINHAR o futuro, q sentido teria a reencarnação defendida e demonstrada, pelo Espiritismo?
    Notaram como a Psicologia acerta, e vcs tem dificuldades de lidar com a lógica?!
    O Espiritismo, a ex de Moisés, tbm é contrário, pois iria contra si mesmo, e mais; é crime e especulação da fé.
    Outra segundo a tradução fidelizada ao idioma do hebraico ao português, nem sequer existe o termo “consultar” e sim IDROSH, q tem como 1ª tradução, EXIGIR, ou seja, não exigir a presença de…!

    Logo em seguida Moisés, diz a eles quando interpelado por ciúmes , se não me engano de Josué, Moisés diz: ” Pq tem ciúmes por mim; assim O SENHOR, derramasse sobre todos seu ESPÍRITO ( RUACH), e todos os povos profetizassem”, e agora José, opa prof?!
    Vamos alterar a lógica?

    O contexto são os fins, esse é o problema; se algo é bom, não pode ser imbuido destes princípios, e se fosse sem sacrifícios, sem ADIVINHAÇÕES fúteis, para fins nobres e todos, ai SERIAM PERMITIDO.
    Vamos ver?
    João aos Coríntios dizendo q se testasse o espírito” demonstra claramente, q tudo para eles eram espiritos, chamados de Malach, Anjos ( no latim), como aparecem a Abraão, Maria; ou Deus enviando um espírito para endurecer o coração do faraó, sendo o próprio espírito q materializa-se e briga com Jacó, tornando-se seu ÍNTIMO AMIGO. Ora, Jacó depois vai ser Israel. Segundo a arqueologia, era o Deus nacionalista de Israel. Notaram?
    Querem mais: Deus , envia um espirito MAU, para atormentar o Rei Saul ( obsessão), pois de Deus, não pode vir o mal; mas a passagem é clara.
    Paulo diz q a Lei foi trazida por Deus a Moisés? Nâo, Paulo diz q foram ANJOS, e um ANJO entregou , e vai chamar os Anjos de ESPÍRITOS ADMINISTRADORES, junto ao Altíssimo
    Nota: Deus em hebraico, é tbm plural de deuses.
    Jesus, diz q somos deuses, e q Deus, é espírito.
    E agora José, opa , pastor?!
    Números corrobora com Paulo, dizendo q Deus, é Pai dos espíritos.
    Não se entenda pai como um ser pessoal, pois Deus na forma mais alta no hebraico é O Altíssimo, O Eterno, EL-ELYON.

    Isías 8:19,20, diz claramente, q quando fossem aos que tivessem espíritos familiares, indagassem os espiritos, ( como cita João), pois a cada povo seu deus”, e diz mais, em uma pergunta: ” Por acaso, não consulta cada povo, seu deus, os mortos em favor dos vivos?
    Ora, “pelamordeDeus”, envia-se a lógica para onde, numa hora destas?” Ele, tá dizendo q sim, mas q não seja para fins fúteis como adivinhar o futuro, nem com sacrifícios, como cita João, e vai demonstrar q são “ESPÍRITOS SEM LUZ”, se não falaram de acordo com o Tanakh, q são as Escrituras, ou seja, as regras morais.

    Bem mais: Em Deuteronômio e Lev. além do contexto ser sempre o mesmo, o vocábulo necromancia, vem do grego,. não da fonte hebraica, lá é HAMET, ainda assim veja: Nigros, ou Nrco + Manteia, ( mancia); nigros = a morto, e mancia, = a ADIVINHAÇÃO, logo, ou vcs pregam para CARTOMANTES, QUIROMANTES, ou COVEIROS, ou MÉDICOS LEGISTAS, jamais a um espírita.

    Aristóteles: ” O ignorante afirma, o Sábio duvida e o sensato reflete”. Se pelo menos, ainda não conseguimos sermos Sábios, q pelo menos sejamos sensatos e honestos com aquilo q julgamos crer, e busquemos antes a informação adequada, pois isso, em nada tem a ver com Espiritismo q é ciência, e sua vasta literatura e principalmente a técnica, já é demonstrável, dando UMA MÃO PARA AS RELIGIÕES no sentido do Criador e Jesus, para não trairmos a fonte que julgarmos crer, pois fizeram isso tbm com Jesus, e DUAS COISAS contraditórias em si, não se suportam como verdades, Já q o Espiritismo, tá próximo de todos os ramos das ciências, é demonstrável, jamais usa as Escrituras contra alguém, e não condena, como citou Jesus q tbm, foi caluniado , quando lh’E disseram q o q Ele fazia, era por Belzebu, Ele disse, q se um Reino, divide-se entre si, não pode subsistir. Ora, se vc produz o Bem, o mal, não se sustenta.
    Curiosidade: os protestantes, dividem-se, e usam-se de condenações arbitrárias, afinal, quem está do lado do Bem?

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