Crônicas para a Alma

O melhor presente de Natal

“Agora, quanto aos nossos, que aprendam também a distinguir-se nas boas obras a favor dos necessitados, para não se tornarem infrutíferos” (Tito 3:14).

 

 

Durante a Segunda Guerra Mundial, quatro soldados americanos que haviam estado na frente de batalha por algum tempo foram enviados a um vilarejo francês para um breve descanso. Quando eles chegaram, à vila, descobriram que era véspera de Natal. Então começaram a discutir como deveriam comemorar essa data. Um dos soldados disse: “Quando estávamos vindo para cá, hoje de manhã, notei um orfanato não muito longe daqui. Por que não vamos até lá pela manhã e levamos alguns presentes de Natal para aquelas crianças?”

Os outros gostaram da ideia, e quanto mais falavam sobre isso mais entusiasmados ficavam. Então compraram vários tipos de brinquedos, bombons, roupas, alimentos, livros e joguinhos, e na manhã seguinte apareceram em frente ao orfanato com maravilhosos presentes para todas as crianças.

O diretor da instituição ficou contente e todas as crianças se deliciaram ao abrir os presentes. Todas, menos uma menininha, que ficou quieta num canto. Ela parecia ter uns cinco ou seis anos de idade e seu rostinho parecia muito triste. Um dos soldados percebeu que ela não estava participando da alegria geral e perguntou ao diretor quem era a garota.

“Oh, coitadinha”, disse ele. “Ela está aqui há apenas uma semana. Seus pais morreram num acidente de carro e não havia ninguém que a amparasse, de modo que a trouxemos para cá”.

O soldado se aproximou da garotinha e gentilmente lhe perguntou: “Hoje é dia de Natal e temos aqui lindos presentes: brinquedos, roupas, bombons, alimentos, livros e joguinhos. O que você mais gostaria de ganhar?”

A menininha respondeu: “Eu quero que alguém me abrace!”

Talvez este seja o melhor de todos os presentes de Natal: que alguém nos dê um abraço. E, com certeza, o Pai celestial está de braços abertos para cada um de nós, desejando que aceitemos Seu amor e o partilhemos com outras pessoas.

 

 

“As festividades de Natal e Ano Novo podem e devem ser celebradas em favor dos necessitados. Deus é glorificado quando ajudamos os necessitados que têm família grande para sustentar” (O Lar Adventista, p. 482).

Amilton Menezes – Tempo de Refletir

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