O tema da contrafação no livro de Apocalipse

O tema da contrafação no livro de Apocalipse

Com o objetivo de aprofundar o estudo da lição dessa semana compartilho com vocês um interessante material produzido pelo Dr. Ranko Stefanovic, um mais renomados especialistas em Apocalipse da Igreja Adventista do Sétimo Dia. O texto abaixo foi extraído de Revelation of Jesus Christ: Commentary on the Book of Revelation, uma obra de 686 páginas, que apresenta um estudo verso a verso do Apocalipse. Para adquirir esse livro, clique aqui.

Para compreendermos as principais questões teológicas presentes na segunda metade do Apocalipse, é crucial entender o tema da contrafação, que inclui pessoas, mensagens, marcas de identificação e cidades. O enfoque central dos onze primeiros capítulos do Apocalipse está nas três pessoas da Divindade, que são referidas no início do livro como “Aquele que é, que era e que há de vir” (Deus, o Pai), os “sete Espíritos” (ou o “séptuplo Espírito”, nota de rodapé da NVI – indicando a plenitude e universalidade da obra do Espírito Santo) e “Jesus Cristo” (Ap 1:4, 5). Eles também são mencionados juntos na entronização de Cristo, descrita em Apocalipse 4 e 5. As atividades realizadas pelas três pessoas da Divindade em favor da salvação humana estão presentes ao longo de todo o livro.

Apocalipse 12–22:5 focaliza a tentativa de Satanás de impedir os planos de Deus para o mundo e, assim, levar os habitantes da Terra para o seu lado. Ele “colocará em ação uma gigantesca contrafação do verdadeiro Deus” e de Suas atividades salvíficas.[1] Seus esforços para enganar os habitantes da Terra são descritos no livro de Apocalipse como antíteses de Deus e de Suas atividades: a trindade satânica (capítulos 12 e 13) atua como a antítese das três pessoas da Divindade (1:4, 5; capítulos 4 e 5); a marca da besta (13:15, 16), como a antítese do selo de Deus (7:1-3; 14:1); as três mensagens demoníacas (16:13, 14), como a antítese das três mensagens angélicas (14:6-12); e a mulher-cidade de Babilônia (capítulos 17 e 18), como uma antítese da Nova Jerusalém (capítulos 21 e 22). A seguir, vamos explorar em mais detalhes cada um desses temas.

Trindade contrafeita

Os capítulos 12 e 13 introduzem os principais atores que desempenharão seus papéis na segunda metade do Apocalipse: o dragão (Ap 12) e seus dois aliados – a besta do mar (Ap 13:1-10) e a besta da terra (Ap 13:11-17).[2] Juntos, eles formam uma trindade satânica, como uma antítese à Trindade divina. Ao longo do restante do livro, eles estão inseparavelmente associados nas atividades de enganar as pessoas, com o propósito de afastá-las de Deus e levá-las a se colocar no serviço de Satanás (cf. Ap 16:13, 14; 19:20; 20:10).

A primeira entidade dessa liga triúna é Satanás, que, em Apocalipse 12 e 13, é apresentado como a antítese de Deus, o Pai, buscando ser igual a Deus e conduzindo a guerra contra Ele. O dragão atua como o líder do grupo, concedendo autoridade a outros e dando-lhes ordens. Veja a tabela abaixo:

Dragão/Satanás Deus, o Pai
Está localizado no Céu (Ap 12:3, 7, 8). Seu lugar de habitação está no Céu (Ap 4 e 5).
Possui um trono (Ap 13:2; cf. 2:13). Possui um trono (Ap 4 e 5; 7:9-15; 19:4).
Dá poder, trono e autoridade à besta do mar (Ap 13:2, 4). Dá poder, trono e autoridade a Cristo (Mt 28:18; Ap 2:27; 3:21; 4 e 5).
É adorado (Ap 13:4). É adorado (Ap 4:10; 15:4).
É destruído para sempre (Ap 20:9, 10). Vive e reina para sempre (Ap 4:9; 5:13; 11:15).

Esse paralelismo indica a intenção do autor inspirado de mostrar que, na liga satânica, a besta do mar atua como uma antítese de Jesus Cristo, imitando Sua vida e ministério na Terra. A besta do mar age na plena autoridade e no poder do dragão, assim como Jesus age na autoridade do Pai (cf. Mt 28:18). Veja a tabela abaixo:

Besta do mar Jesus Cristo
Sai da água para iniciar sua atividade (Ap 13:1). Sai da água para iniciar Seu ministério (Lc 3:21-23).
Assemelha-se ao dragão (Ap 12:3; 13:1). “Quem Me vê a Mim vê o Pai” (Jo 14:9).
Possui dez diademas (Ap 13:1). Possui muitos diademas (Ap 19:12).
Possui dez chifres em suas cabeças (Ap 13:1). O Cordeiro possui sete chifres (Ap 5:6).
Recebe do dragão poder, trono e autoridade (Ap 13:2, 4). Recebe do Pai poder, trono e autoridade (Mt 28:18; Ap 2:27; 4–5).
Suas atividades duram 42 meses, ou três anos e meio (Ap 13:5). Seu ministério dura três anos e meio (indicado, por exemplo, pelo evangelho de João).
Recebe uma ferida mortal (Ap 13:3). Recebe uma ferida mortal (Ap 5:6).
Volta à vida (Ap 13:3). Ressuscita (Ap 1:18).
Recebe adoração depois que sua ferida mortal é curada (Ap 13:3, 4, 8). Recebe adoração depois de Sua ressurreição (Mt 28:17).
Recebe autoridade universal sobre a Terra depois da cura de sua ferida mortal (Ap 13:7). “Toda a autoridade Me foi dada no céu e na Terra” (Mt 28:18), após a ressureição.
“Quem é semelhante à besta?” (Ap 13:4). Um de Seus títulos é Miguel (Ap 12:7), que significa “Quem é semelhante a Deus?”
Público-alvo global (todas as nações, tribos, línguas e povos) (Ap 13:7; cf. 17:15). Público-alvo global (todas as nações, tribos, línguas e povos) (Ap 5:9; 10:11; 14:6).

A besta da terra se revela como uma contrafação da obra do Espírito Santo. Ela atua na plena autoridade da besta do mar (Ap 13:3), da mesma forma que o Espírito Santo representa Jesus Cristo ao agir em Sua plena autoridade (cf. Jo 14:26; 15:26; 16:13). Veja a tabela abaixo.

Besta da terra Espírito Santo
Chamada de “falso profeta”, por enganar as pessoas (Ap 16:13; 19:20; 20:10). Chamado de “o Espírito da verdade”, por guiar as pessoas à verdade da salvação (Jo 16:13; cf. Ap 22:17).
Semelhante a cordeiro (Ap 13:11). Semelhante a Cristo (Jo 14:26; 16:14).
Exerce toda a autoridade da besta do mar (Ap 13:12). Exerce toda a autoridade de Cristo (Jo 16:13, 14).
Direciona a adoração à besta do mar (Ap 13:12, 15). Direciona a adoração a Cristo (At 5:29-32).
Realiza grandes sinais (Ap 13:13; 19:20). Realiza grandes sinais (At 4:30, 31).
Faz descer fogo do céu (Ap 13:13). Vem em fogo no Pentecostes (At 2).
Concede vida/fôlego à imagem da besta (Ap 13:15). Concede vida/fôlego de vida (Rm 8:11).
Aplica a marca na mão ou na fronte (Ap 13:16). Aplica o selo na fronte (2Co 1:22; Ef 1:13; 4:30).

O livro de Apocalipse conclui com o triunfo final de Deus sobre a trindade satânica, que encontrará um fim definitivo no lago de fogo (Ap 19:20; 20:10).

Selo contrafeito

Antes da crise final, o povo de Deus é selado na fronte (Ap 7:1-3). Ao passo que os fiéis recebem o selo de Deus, seus adversários recebem uma marca simbólica na mão ou na fronte conhecida como “marca da besta” (13:16, 17). Essa marca funciona como a contrafação do selo de Deus, e sua aceitação indica uma antítese aos mandamentos de Deus (cf. 12:17; 14:12) – a obediência a Deus é substituída pela obediência à besta (13:4, 8, 12, 14, 15).[3] Da mesma forma que os seguidores de Cristo possuem o selo simbólico de Deus e são leais a Ele, os adoradores da besta possuem a marca simbólica de propriedade e lealdade a Satanás (13:16, 17; 14:9; 16:2; 19:20; 20:4).

Enquanto o selo de Deus consiste no nome de Deus e do Cordeiro na fronte (14:1; cf. 7:3), a marca da besta consiste no nome da besta na fronte ou na mão (13:17; tradução literal, presente na NVI). A fronte representa a mente, e a mão direita simboliza as ações. “Ambos os poderes rivais desejam guiar a mente e o comportamento das pessoas. Os seguidores do Cordeiro têm o nome de Deus na fronte, ao passo que os seguidores da besta têm a marca na fronte (indicando convicção e lealdade) ou apenas na mão (indicando obediência forçada sem consentimento mental).”[4] Visto que o selamento significa o processo de atuação do Espírito Santo no coração humano (cf. 2Co 1:21, 22; Ef 1:13, 14; 4:30), a intenção do autor inspirado é mostrar que a colocação da marca da besta é uma falsificação da obra do Espírito Santo.[5]

Mensagem contrafeita

Apocalipse 14:6-12 revela três anjos vindos da parte de Deus com uma tríplice mensagem do evangelho eterno rogando aos habitantes da Terra que se arrependam e adorem o Deus vivo, anunciando a falência da Babilônia espiritual e advertindo contra qualquer associação com ela. Apocalipse 16:13 e 14 retrata três contrapartidas demoníacas saindo da boca da trindade satânica, levando aos habitantes da Terra uma mensagem do falso evangelho. Eles convocam os não arrependidos a se unirem à trindade satânica contra Deus e Seu povo fiel para o grande dia do Deus todo-poderoso. Os três anjos demoníacos da sexta praga são a última tentativa de Satanás de simular a obra de Deus, porque surgem como a contrapartida dos três anjos de Apocalipse 14, e suas mensagens são descritas por João como a antítese das mensagens de advertência proclamadas pelos três anjos.[6]

Cidade contrafeita

Finalmente, Apocalipse 17 retrata o sistema religioso apóstata do tempo do fim, denominado Babilônia, como uma prostituta – uma sedutora mulher-cidade que domina os poderes seculares e políticos deste mundo. É especialmente interessante notar que, ao descrever a Nova Jerusalém, a noiva do Cordeiro (Ap 21:10–22:5), João basicamente repete a apresentação de Babilônia contida em Apocalipse 17 e 18. É importante notar os paralelos antitéticos entre as duas cidades na tabela abaixo:[7]

Babilônia Nova Jerusalém
Cenário das visões
“Veio um dos sete anjos “Então, veio um dos sete anjos
que têm as sete taças que têm as sete taças […]
e falou comigo, dizendo: e falou comigo, dizendo:
Vem, mostrar-te-ei […] Vem, mostrar-te-ei
a grande meretriz […], a noiva,
com quem se prostituíram os reis da terra” (17:1, 2). a esposa do Cordeiro” (21:9).
“Transportou-me o anjo, em espírito, “E me transportou, em espírito,
a um deserto até a uma grande e elevada montanha
e vi” (17:3)

“a grande cidade” (17:18),

e me mostrou

a santa cidade,

“Babilônia” (17:5), Jerusalém,
“sentada sobre muitas águas, […] que descia do céu,
numa besta escarlate” (17:1, 3). da parte de Deus” (21:10).
Descrição das duas mulheres/cidades
“Achava-se a mulher vestida “Tem a glória de Deus.
de púrpura e de escarlata, adornada O seu fulgor era semelhante
de ouro, de pedras preciosas

e de pérolas,

a uma pedra preciosíssima, como pedra de jaspe cristalina” (21:11).
tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição” (17:4). “[Ela oferece] o rio da água da vida […],

claro como cristal” (22:1, 2, NVI).

“Morada de demônios, “Eis o tabernáculo de Deus com os homens” (21:3).
covil de toda espécie de espírito imundo “Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada,
e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável” (18:2). nem o que pratica abominação e mentira” (21:27).
“Aqueles […] cujos nomes não foram escritos “Somente os inscritos
no Livro da Vida desde a fundação do mundo, no Livro da Vida do Cordeiro
se admirarão” (17:8). [entrarão]” (21:27).
“As nações e os reis da Terra” (17:15, tradução literal) “As nações […], e os reis da terra
“oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem” (17:13). lhe trazem a sua glória” (21:24).
Destino das duas cidades
“Feito está!” (16:17). “Tudo está feito” (21:6).
“E lembrou-se Deus da grande Babilônia para dar-lhe “Eu, a quem tem sede, darei de graça
o cálice do vinho do furor da fonte
da sua ira” (16:19). da água da vida” (21:6).
“Em um só dia, sobrevirão os seus flagelos: morte, pranto e fome; “E a morte já não existirá, […] nem pranto, nem dor” (21:4).
e será consumida no fogo” (18:8). “As nações andarão mediante a sua luz” (21:24).
“Jamais em ti brilhará luz de candeia” (18:23). “O Cordeiro é a sua lâmpada” (21:23).

“O Senhor Deus brilhará sobre eles” (22:5).

“Vestida de linho finíssimo, […] adornada de ouro, “Tem a glória de Deus. O seu fulgor era
e de pedras preciosas, e de pérolas” (18:16). semelhante a uma pedra preciosíssima, como pedra de jaspe cristalina” (21:11).
“Em uma só hora, ficou devastada tamanha riqueza!” (18:17). Sua riqueza e beleza são eternas (22:5).
“Sentada como rainha” (18:7). “Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro.
“E será consumida no fogo [com os seus habitantes]” (18:8). Os seus servos o servirão” (22:3).
“Será arrojada Babilônia, a grande cidade, e nunca jamais será achada” (18:21). “O Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos” (22:5).

As semelhanças verbais e temáticas entre as descrições das duas mulheres-cidades dificilmente podem ser acidentais. Elas indicam que a Babilônia do tempo do fim, retratada como a mulher prostituta que domina o mundo, atua como a antítese profana da Nova Jerusalém, a noiva do Cordeiro. Babilônia representa as esperanças e os sonhos terrenos; a Jerusalém celestial representa o cumprimento de todos os sonhos, esperanças e anseios do povo de Deus desde o princípio. Beasley-Murray nota que “o Apocalipse como um todo pode ser caracterizado como Um Conto de Duas Cidades” (à semelhança do romance histórico de autoria de Charles Dickens).[8]

É especialmente interessante que ambas as descrições explicativas, sobre Babilônia e sobre a Nova Jerusalém, são dadas pelo mesmo anjo, “um dos sete anjos que têm as sete taças”. Esse fato torna o contraste entre as duas cidades ainda mais evidente. “É, por assim dizer, sobre as ruínas da orgulhosa, maligna e corrupta Babilônia que a Nova Jerusalém desce do Céu, pura e radiante com a glória de Deus.”[9] Assim, Apocalipse 17 e 18 prossegue com um dos temas centrais da seção escatológica do Apocalipse (capítulos 12–22) – a contrafação de Satanás das atividades salvíficas de Deus nos dias finais da história da Terra.

(Ranko Stefanovic, Ph.D., é professor de Novo Testamento na Universidade Andrews, EUA. Retirado de Revelation of Jesus Christ: Commentary on the Book of Revelation, 2a ed. [Berrien Springs, MI: Andrews University Press, 2009], p. 376-382. Traduzido do original em inglês por Matheus Cardoso.)

Referências:

  1. Jon Paulien, What the Bible Says about the End-Time(Hagerstown,MD: Review and Herald, 1994), p. 111.
  2. Para estudo mais aprofundado sobre Apocalipse 12 e 13, incluindo muitos dos contrastes apresentados ao longo deste artigo, veja Jon Paulien, The Facebook Commentary on Revelation – Revelation Chapter 12[hiperlink para http://goo.gl/V6NQla]; idem, The Facebook Commentary on Revelation – Revelation Chapter 13[hiperlink para http://goo.gl/90W8ct]; Marvin Moore, Apocalipse 13: Isso poderia realmente acontecer?(Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013); Vanderlei Dorneles, Pelo Sangue do Cordeiro: A vitória do remanescente na batalha final (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2014). (Nota acrescentada pelo tradutor.)
  3. Beatrice S. Neall, “Sealed Saints and the Tribulation”, em Frank B. Holbrook, ed.,Symposium on Revelation – Book 1, Daniel and Revelation Committee Series, v. 6 (Silver Spring, MD: Biblical Research Institute, 1992), p. 257 (a ser publicado em português pela Unaspress).
  4. Ibid., p. 256.
  5. Para compreender melhor a antítese entre o selo de Deus e a marca da besta, veja Jon Paulien, “Introdução ao estudo do sábado no Apocalipse”, em Emilson dos Reis, Renato Groger e Rodrigo Follis, orgs., Doutrina do Sábado: Implicações(Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2012), p. 25-33; Anthony MacPherson, “O sábado e a marca da besta”, em ibid., p. 35-58. (Nota acrescentada pelo tradutor.)
  6. Para estudo mais detido sobre as três mensagens angélicas, veja Hans K. LaRondelle, “O remanescente e as três mensagens angélicas”, em Raoul Dederen, ed., Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia(Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), p. 857-892. (Nota acrescentada pelo tradutor.)
  7. Tabela adaptada de Roberto Badenas, “New Jerusalem – The Holy City”, em Frank B. Holbrook, ed., Symposium on Revelation – Book 2, Daniel and Revelation Committee Series, v. 7 (Silver Spring, MD: Biblical Research Institute, 1992), p. 256 (a ser publicado em português pela Unaspress). Veja também David E. Aune, Revelation 17–22, Word Biblical Commentary, v. 52c (Waco, TX: Thomas Nelson, 1998), p. 1.144-1.145.
  8. George R. Beasley-Murray, The Book of Revelation, New Century Bible Commentary(Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1981), p. 315.
  9. Badenas, “New Jerusalem – The Holy City”, p. 255
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Leandro Quadros
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