A Abominação desoladora

A Abominação desoladora

Autor: Ángel Manuel Rodríguez

 

A recente incursão do futurismo entre os adventistas têm conduzido alguns a interpretar o uso das expressões “a abominação desoladora” e o “contínuo” no livro de Daniel. Aqui nós vamos nos concentrar na frase “abominação desoladora.” A frase é encontrada em Daniel 11:31 (LXX: bdelugma er?m?se?s) e 12:11 (LXX: to bdelugma t?s er?m?se?s). Expressões semelhantes são encontradas em 9:27 (LXX: bdelugma er?m?se?s), e 8:13 (LXX: h? hamartia er?m?se?s). Vamos examinar brevemente essas passagens.

I. Daniel 8:13
Aqui nós temos a frase “a transgressão [Habraico: happeša] assoladora [šom?m].” ao invés de a “abominação [Hebraico: šiqqû§] desoladora [šom?m].” Ambas as frases parecem se referir ao mesmo fenômeno.1 A Palavra hebraica traduzida como “Transgressão,” “rebelião” [happeša], designa uma pessoa que “não apenas se rebela ou protesta contra Deus (YHWH) mas rompe com Ele, tira, rouba, frauda, se apropria indevidamente aquilo que é dEle.”2 A atividade do chifre pequeno é uma rebelião consciente e uma apropriação indevida da obra de mediação do príncipe celestial que resulta em “desolação” ou “devastação” espiritual.
Quando o verbo “desolar” (šmm) é aplicado para objetos inanimados, ele descreve o estado no qual um lugar é deixado após ser atacado por inimigos (ex. Levítico 26:31; Joel 1:17). Quando aplicado a seres humanos ele se refere ao impacto psicológico produzido pela desolação naqueles que a observaram (1 Reis 9:8; Esdras 9:3, 4; Daniel 8:27; 9:18).3 No Antigo Testamento um lugar desolado é um lugar deserdado, abandonado por aqueles que costumavam viver ali ou tinham acesso a ele (Levítico 26:22, 34; Isaías 33:8; Jeremias 33:10; Sofonias 3:6; Zacarias 7:14). O contexto de Daniel 8:13 sugere que a desolação está relacionada ao ataque do chifre pequeno (a igreja durante a idade média) contra o santuário celestial. O ato de rebelião causou desolação espiritual pela usurpação da obra sacerdotal do príncipe, pela rejeição do próprio fundamento do santuário, e pelo estabelecimento de seu próprio sacerdócio.

II. Daniel 9:27
Esse texto é parte da profecia das 70 semanas, com sua predição da vinda do Messias e da destruição do templo e da cidade de Jerusalém no ano 70 d.C. A destruição é a associada com “a abominação desoladora.” A frase não é exatamente a mesma usada em 8:13. Ao invés de “rebelião/transgressão” encontramos “abominação” (šiqqû§), também usada em Daniel 11:31 e 12:11. Em 9:27 existe um problema de sintaxe; enquanto o substantivo “abominação” é plural (šiqqû§îm, “abominações”), o particípio é singular (mešom?m, piel particípio, “desoladora”). Isso tem conduzido a interpretações diferentes sobre essa frase. Mas o problema poderia ser resolvido se identificássemos o plural como sendo um plural de intensificação, significando nesse caso “a máxima abominação.”
O substantivo (šiqqû§) [Abominação] é empregado no Antigo Testamento em contextos cúlticos para se referir “a imagens e símbolos de deuses pagãos,”4 ou seja, à idolatria (cf. 1 Reis 11:5; 2 Reis 23:13; Isaías 66:3; Jeremias 32:34). Um bom exemplo é encontrado em Zacarias 9:7, onde “a comida abominãvel (šiqqû§) dentre os seus dentes,” se refere à repuguinante carne do sacrifício animal feito pelos pagãos. Šiqqû§ 2 designa fundamentalmente aquilo que é essencialmente incompatível com a adoração ao Senhor. Aqueles que praticam abominações, incluindo-se os israelitas, se tornam eles mesmos abomináveis ao Senhor (Oséias 9:10). Esse é também o caso com os israelitas que comem animais abomináveis/imundos. Em Levítico 11:43 o verbo šq§, “detestar como cerimonialmente imundo,”5 é empregado no piel (šiqq?§), significando “fazer de alguém como algo imundo e aborrecível”6 por comer animais imundos. O substantivo šeqe§ (“Abominação cúltica”), outro substantivo da mesma família de palavras, é ocasionalmente usado para se referir a animais imundos que são repulsivos e detestáveis ao Senhor. Isso está intimamente relacionado com a ideia de impureza e, como impureza ela designa aquilo que é essencialmente incompatível com a santidade do Senhor (Levítico 7:21; 11:10-13, 20, 23, 41).
Em Daniel 9:27 šiqqû§ designa a força abominável que depois da morte do Messias causa desolação por destruir a cidade, e especialmente o templo. Foi precisamente assim que Jesus entendeu a passagem quando ele a aplicou a uma destruição futura literal tanto da cidade quanto do templo pelos exércitos romanos.7
Esse uso da frase “abominação desoladora” é diferente daquela que encontramos em 8:13, 11:31, e 12:11.

III Daniel 11:31; 12:11
Nessas passagens a abominação está diretamente relacionada ao “diário” (t?mîd), i.e. A mediação de Cristo no Santuário Celestial. Em Daniel 8:12 o chifre pequeno, através de um ato de rebeldia, usurpa a função do Príncipe e coloca seus exércitos contra “o diário.” É a essa ação à qual Daniel 8:13 se refere com a frase “transgressão assoladora.” Em Daniel 11:31 o rei do norte profana o templo, remove “o diário,” e então estabelece “a abominação desoladora.” Novamente encontramos “o diário” removido e a abominação/transgressão tomando seu lugar. O oposto do t?mîd (o diário) é a šiqqû§ šom?m (abominação desoladora). Daniel 8:9-13 indica que a linguagem de “rebelião/abominação” está descrevendo a obra do chifre pequeno em estabelecer ou fundar seu próprio sistema de mediação e adoração, seus próprios serviços diários. É para essa mesma atividade que a frase “abominação desoladora” está se referindo em Daniel 12:11. O verbo n?than (armar) é usado de várias formas no Antigo Testamento, mas aqui ele pode ser traduzido como “fundar, colocar, por,” um uso associado com a idolatria (Levítico 26:1). Neste caso o que é colocado é “a abominação desoladora.” A colocação dessa abominação inclui o processo histórico que conduziu a se colocar de lado “o diário.”
Alguns adventistas estão agora argumentando que a abominação desoladora em 12:11 designa a imposição da observância do domingo brevemente antes da vinda do Senhor, e que o “diário” está de alguma forma conectado com o sábado. Falta apoio contextual e linguístico para essa interpretação. Ela é fundamentalmente uma visão especulativa que não deveria ser levada a sério. A frase “abominação desoladora” designa o que aconteceu durante a destruição de Jerusalém e a obra do papado durante a idade média. As pequenas variações nas palavras que formam as frases no texto hebraico de Daniel apontam para esses dois eventos diferentes.

Clique nesta imagem para ir ao site e conhecer o conteúdo do áudio livro

Referências:

1 Johan Lust, “Cult and Sacrifice in Daniel: The Tamid and the Abomination of Desolation,” in Ritual and Sacrifice in the Ancient Near East, Proceedings of the International Conference Organized by the Katholieke Universiteit Leuven from the 17th to the 20th of April 1991, edited by J. Quaegebeur (Leuven: Uitgeverij Peeters, 1993), 285.

2 R. Knierim, “Peša,” in Theological Lexicon of the OT, vol. 2, edited by E. Jenni and C. Westermann (Peabody, MA: Hendrickson, 1997), 1036 (hereafter TLOT).
3 F. Stolz, “Šmm,” in TLOT, vol. 2, 1372.
4 Ludwig Koehler and Walter Baumgartner, M. Richardson, and J. J. Stamm, The Hebrew and Aramaic Lexicon of the OT (Leiden: Brill, 2001), 1640 (hereafter KBL3).

5 KBL3 , 1646.
6 Ibid.
7 A maneira como diferentes Evangelhos relatam os comentários de Jesus nos ajuda a entender como Ele entendeu a profecia de Daniel 9:27. A frase que Marcos usa, “situado onde não deveria estar” (Marcos 13:14), é esclarecida por Mateus com a frase, “no lugar santo” (Mateus 24:15) se referindo ao templo.
Isso está baseado no texto grego de Daniel 9:27 que traduz a frase hebraica cal kenaph šiqqû§îm
mešom?m (“sobre a asa da abominação virá o assolador”), como epi to hieron bdelugma tôn er?m?se?n estai (“no templo haverá uma abominação desoladora”). Mateus sugere que aqueles que praticam abominação são eles mesmos abomináveis e estão agora presentes no templo para destruí-lo, causando desolação. Lucas define claramente a referência à abominação desoladora como os exércitos romanos que cercaram Jerusalém (Lucas 21:20-22; cf. T. J. Gedert, “Apocalyptic Teaching,” in Dictionary of Jesus and the Gospels, edited by J. B. Green, S. McKnight, I. H. Marshall [Downers Grove, IL: InterVarsity, 1992], 23). A predição de Jesus, baseada em Daniel 9:27, a respeito “da abominação desoladora” foi cumprida quando o templo de Jerusalém foi profanado e destruído em 70 d.C.” (Ibid.).

Copyright © Biblical Research Institute General Conference of Seventh-day Adventists®

Gostou? Compartilhe com quem precisa deste conhecimento:
error19
fb-share-icon20
Tweet 20
fb-share-icon20
Anterior O “textus receptus” e as traduções modernas da Bíblia
Próximo A religião sempre perde para a Ciência?

Sobre o autor

Leandro Quadros
Leandro Quadros 798 posts

YouTuber e apresentador dos programas "Na Mira da Verdade" e "En La Mira de La Verdad", na Rede Novo Tempo.

Veja todos os posts do autor →

Veja também

Apologética Cristã 3 Comentários

A transfiguração e o estado dos mortos

Leiamos o relato da Transfiguração como registrado por Mateus: Seis dias depois, tomou Jesus a Pedro e aos irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto

Apologética Cristã 4 Comentários

O relato do rico e Lázaro – Lucas 16:19-31

Uma pessoa escreveu-me dizendo ser a parábola do rico e Lázaro uma narrativa literal e também afirmou: “Os Adventistas estão mal assessorados na compreensão de Lucas 16:19-31”. A seguir, a

Apologética Cristã 1Comentários

O Apocalipse, um Livro Aberto

A maioria das pessoas em nosso País, ama e respeita a Bíblia e cada dia aumenta o número daqueles que desejam compreendê-la melhor. Muitos, no entanto, têm dificuldades para entender

4 Comentários

  1. Airton
    dezembro 16, 23:08 Resposta

    Os 4 cavalos do Apocalipse – O 4º é esverdeado e não amarelo porquê?
    10/03/2018 Anticristo Islâmico, Escatologia, Estudos Bíblicos 0

    cavalo verde
    Os 4 cavalos do Apocalipse. Neste estudo do Apocalipse vamos aprender com o Dr. e Pr. Jefferson Netto sobre os quatro cavalos. Com particular interpretação sobre o quarto cavalo, que na verdade é esverdeado e não amarelo como está na maioria de nossas Bíblias…

    Vamos ao trecho da Bíblia: “E olhei, e eis um cavalo amarelo (leia no lugar verde ou esverdeado) e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra.” (Apocalipse 6: 8)
    Sempre tive a curiosidade de saber sobre os cavalos e os cavaleiros e seus respectivos cavalos no livro de Apocalipse, pois cavalos, espiritualmente falando, são canais de atuação na terra de entidades espirituais; assim quando uma pessoa está canalizada, “com encosto”, numa linguagem popular, serve de veículo de atuação de entidades espirituais, e estas entidades referem-se ao “médium” como seu cavalo.

    Neste artigo proponho uma pequena exegese do texto apenas dando ênfase ao quarto cavaleiro com seu cavalo amarelo, pois os três primeiros são auto-explicativos: No primeiro selo, o cavalo branco representa a falsa paz do Anti-Cristo, pois é ele o que cavalga o cavalo branco, que possui um arco e foi-lhe dada uma coroa (é príncipe ou governante), e ele saiu vencendo e para vencer. No segundo selo, o cavalo vermelho simboliza as guerras, pois ao seu cavaleiro foi-lhe dado uma grande espada, que eu interpreto como sendo um grande exército. No terceiro selo, sai o cavalo preto e o seu cavaleiro com a balança na mão, simbolizando a fome pela escassez de alimentos e carestia. No quarto selo, vem o cavalo amarelo ou seria outra cor? O cavaleiro chama-se morte e o inferno o seguia, foi-lhe dada autoridade sobre a “terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra”. Bom, como falei nos concentraremos no cavalo amarelo.

    Examinando a Bible king James, versão das Escrituras Sagradas em inglês, observa-se que o livro da Revelação ou Apocalipse, no capítulo seis versículo oito, a tradução para cavalo amarelo não é ‘yellow horse’ e sim ‘pale horse’, ora a palavra ‘pale horse’ do inglês significa em português, verde-pastel, esverdeado, greengh. Isso nos leva a procurar no grego, onde o Novo Testamento foi originalmente escrito. Portanto, em Apocalipse capítulo seis versículo um, na tradução cavalo branco a palavra grega usada para branco é λενκός (leukos), λύκη (lukê) que significa luz, brilhante, branco. No versículo quatro de Apocalipse capítulo seis, a palavra grega utilizada para a cor vermelha é πνρος (piros), significando vermelho-fogo. A palavra grega usada para preto, em Apocalipse capítulo seis versículo cinco é μέλας (melas), estando tudo bem, sem divergência com o texto em língua portuguesa. Já a palavra grega que foi traduzida para o português por amarelo é χλωρός (cloros), isto segundo o conceituadíssimo dicionário STRONG (grego/hebraico/aramaico). A tradução para cloros em língua portuguesa é verde ou esverdeado. No Novo Testamento encontramos a palavra cloros quatro vezes:

    “Então, Jesus lhes ordenou que todos se assentassem, em grupos, sobre a relva verde (cloros).” (Mc.6: 39)

    “E olhei, e eis um cavalo amarelo (cloros) e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra.” (Ap.6: 8)

    “O primeiro anjo tocou a trombeta, e houve saraiva e fogo de mistura com sangue, e foram atirados à terra. Foi, então, queimada a terça parte da terra, e das árvores, e também toda erva verde (cloros).” (Ap.8: 7)

    “e foi-lhes dito que não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer cousa verde (cloros), nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fonte.” (Ap.9: 4)

    Em três vezes, esta palavra grega, digo, cloros é traduzida por verde, e apenas em uma vez foi traduzida em língua portuguesa por amarelo (Ap.6:8). Isto é um fato! Todavia, existe um outro fato a ser considerado: No livro do profeta Ezequiel capítulos trinta e oito e trinta e nove, o leitor deve consultar nas Escrituras Sagradas, quando é mencionado Gogue da terra de Magogue, o profeta aponta geograficamente para a região da Assíria antiga, ou seja dos filhos de Assur povo de origem semita, estando ao norte e nordeste de Israel, hoje Turquia, Síria, Líbano, Iraque e Irã, de maioria mulçumana e lembrando que a cor do Islão é verde (cloros)!

    Maomé (Muhammad) com suas próprias palavras disse o seguinte acerca dos não-islâmicos: “Mate-os onde estiverem! A descrença é pior que a matança; eu jogarei o terror no coração do descrente”.

    Durante sua vida, Maomé fez o seguinte: assassinou, roubou, odiou e matou judeus, espancou e estuprou mulheres, fez terrorismo, crime organizado e praticou pedofilia. Isto contado no livro The people X Muhammad, Psychological Analysis by J.K.Sheindlin (O povo X Maomé, uma análise psicológica, autor J.K.Sheindlin).

    Isto lembra-me o texto bíblico “E olhei, e eis um cavalo amarelo (verde) e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra.” (Ap.6: 8). Eu coloquei de propósito entre parênteses a palavra ‘verde’, porque esta é a tradução correta, como já falei anteriormente. Segundo Bill Warner, no vídeo intitulado Jihad vs Cruzade, legendado em português, que para seu acesso deixo o link: https://www.youtube.com/watch?v=nk1dW4g-3WU Ele afirma que de 548 batalhas feita pelos islâmicos desde o século VII, quando a marinha islâmica dominava o mediterrâneo, ela atacava ilhas e cidades costeiras, saqueando, matando, estuprando e escravizando populações inteiras de europeus, e levaram cativos mais de um milhão (1.000.000) de europeus para o mundo islâmico. Bill Warner que é PhD, afirma que a jihad (luta; guerra) começou no século VII, mas ainda não acabou, enquanto as cruzadas já acabaram há oitocentos anos atrás.

    Então, como diz o texto de Apocalipse capítulo seis versículo oito, o cavaleiro que está sobre o cavalo verde chama-se Morte e o Inferno o segue; pois quem pratica tais atos recomendados e executados por Maomé, sendo atos de barbárie não pode herdar o Reino dos Céus, portanto àqueles que vivem pelas leis do Islão levam a morte e o inferno por onde passam. Se observarmos as bandeiras de alguns países islâmicos, verificamos que nos países que selecionamos as bandeiras, além de ficarem ao norte e nordeste de Israel conforme profetizado pelo profeta Ezequiel, todas possuem as cores branco, preto, vermelho e verde. Estas cores são as mesmas cores dos cavalos dos quatro cavaleiros do Apocalipse. Eu somente coletei algumas bandeiras e isto não pode ser uma mera coincidência! Observação: Exceto na bandeira do Irã que não tem a cor preta.

    Veja as cores das Bandeiras dos países muçulmanos (islâmicos). Vamos para alguns exemplos:

    Bandeira do Iraque

    Vamos ver mais uma:

    Bandeira da Siria:

    Sabemos também que existem três esquemas globalistas de controle e domínio mundial: O esquema ocidental (grupo Bilderberg) – que são os magnatas que comandam o dinheiro do mundo; o esquema eurasiano (russo-chinês) – que estão muito fortemente armados até os dentes; e o esquema islâmico (califado muçulmano) – que almejam ardentemente sua hegemonia na cultura, na religião e na política dos países já invadidos, destroem a cultura dos povos e implantam a lei da sharia por onde passam, e uma vez implantado não faz separação entre estado e religião, pois não existe estado laico no islamismo.

    Concluindo e antes que algum esquerdopata histérico me acuse de islamofobia, se é que existe isso, é bom lembrar: Primeiro, que o texto em questão, digo, Apocalipse capítulo seis versículo oito quando foi escrito, Maomé ainda não havia nascido e, portanto, levaria uns seiscentos anos para aparecer o islamismo, lá pelo século VII da era cristã. Segundo, estou fazendo uma exegese de um texto da Bíblia Sagrada, não do Alcorão. Terceiro, não exorto ninguém a matar e ter ódio de judeus e cristãos, estuprar mulheres e crianças, ser pedófilo, como o estado islâmico faz na Síria por exemplo.

    Deus abençoe a todos no nome do Senhor Jesus Cristo, amém!

  2. Airton
    dezembro 16, 22:28 Resposta

    O POVO DO PRÍNCIPE QUE VIRÁ… complementando postagem anterior

    Daniel 9.26,27
    26 Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e O POVO de um PRÍNCIPE QUE HÁ DE VIR DESTRUIRÁ A CIDADE E O SANTUÁRIO, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas.
    27 Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele.
    Que cristão estudante de Escatologia nunca leu o texto acima ou que nunca o ouviu sendo citado como ponto crucial na identificação do futuro inimigo de Israel no tempo do fim? É crença evangélica comum aceitar esse texto como uma das indicações da identidade do Anticristo.

    O Ungido mencionado no versículo 26, que seria morto, fala especificamente de Jesus Cristo, e, logo em seguida, ele acrescenta que um príncipe virá e menciona que o povo deste príncipe destruiria a cidade e o santuário dos judeus.

    Seria possível gastar um bom tempo falando sobre alguns dos aspectos apresentados apenas nos dois versículos que lemos, mas a parte que me interessa para este texto que escrevo é aquele que diz: “O povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade [de Jerusalém] e o santuário”.

    Acredito que todos concordariam em dizer que o povo mencionado por Daniel não seria o próprio povo judeu, pois tudo parece indicar que Daniel falava de um povo que atacaria o seu povo e não que seu próprio povo “se atacaria”. O povo mencionado não seria judeu, assim também o príncipe que virá não poderá ser judeu.

    Desde quando Daniel proferiu essas palavras até o dia em que o santuário mencionado fora realmente destruído, passaram-se centenas de anos. A história nos conta que a destruição mencionada se deu apenas no ano 70 d.C. durante a liderança de Tito, imperador romano.

    Exatamente por isso a “conclusão óbvia” por parte de inúmeros cristãos a respeito do texto de Daniel foi: “Se o príncipe que virá é o Anticristo previsto, e o povo que destruiria a cidade e o templo seria o povo do Anticristo, então, provavelmente o Anticristo será um líder romano, já que foram os romanos que destruíram o templo como profetizado por Daniel”.

    Com base nesse raciocínio a igreja cristã assimilou e propagou a ideia de um futuro Anticristo italiano, dando até margem para romances cristãos e filmes evangélicos que expressam essa percepção.

    Meu objetivo aqui não é ser controverso com qualquer um dos meus irmãos que pensam diferente, mas a meu ver tem algo de errado na interpretação que temos feito do texto de Daniel, e vou explicar porquê.

    Primeiro, se vamos confiar nos dados históricos para desenvolver o raciocínio em torno desse texto, devemos manter consistente nossa consideração da história. Muitos até consideram o fato histórico da destruição do templo sob o período do domínio romano, mas não consideram as circunstâncias nas quais isso realmente aconteceu.

    Muitos gostam de citar o historiador Flávio Josefo para confirmar seus argumentos quanto à destruição do templo por parte dos romanos. No entanto, é o próprio Flávio Josefo quem nos ajudará a decifrar esse enigma. Iossef ben Matitahu ha-Cohen, mais conhecido em português por Flávio Josefo, nasceu no ano 37 d.C. e faleceu por volta do ano 100 d.C. Nascido em Jerusalém, e de família sacerdotal, foi criado na melhor tradição judaica, recebendo boa educação para os padrões da época. Segundo sua autobiografia, seu conhecimento era minucioso quanto aos ensinamentos nos textos tradicionais da Torá; sendo que mais tarde, Josefo procurou por iniciativa própria, os ensinamentos dos saduceus, fariseus e essênios. Ainda jovem, chegou a ser um dos líderes do reduzido exército que se rebelou contra os invasores romanos e depois da derrota entregou-se aos romanos, caindo nas graças de Vespasiano – comandante das legiões romanas – ao profetizar que este se tornaria imperador. Como sua profecia se confirmou, ele tornou-se protegido do imperador romano, recebeu o título de cidadão e foi nomeado Flávio, o nome da dinastia dominante na época. Passou a residir em Roma e escreveu algumas obras históricas, entre elas “A Guerra dos Judeus” onde relata os pormenores do conflito que resultou na destruição da cidade de Jerusalém e do templo. Tendo sido testemunha ocular de todo o processo de invasão e destruição, dedicou o término dos seus dias à história da catástrofe nacional: A destruição do Segundo Templo e o despovoamento da Judéia.

    Enquanto alguns supõem que os romanos invadiram e atacaram conscientemente a cidade e o templo de Jerusalém, Flávio Josefo registra algo bem diferente em seu livro “A Guerra dos Judeus”. No tomo de número seis, encontramos as seguintes declarações:

    Parágrafo 256:

    “CÉSAR INDICAVA com sua voz e com sua mão direita aos combatentes QUE APAGASSEM O FOGO, mas eles, com seus ouvidos aturdidos pelo ruído ainda maior, não ouviram suas palavras nem prestaram atenção aos sinais da sua mão, pois uns estavam distraídos pela luta, e outros, pela sua própria cólera”.
    Parágrafo 257:

    “Nem os conselhos NEM AS AMEAÇAS FREARAM o ímpeto DAS LEGIÕES que se dirigiam até ali, sendo que o furor capitaneava a todos…”
    Parágrafo 258:

    “Quando os soldados estavam próximos do Templo, agiam como SE NEM SEQUER OUVISSEM AS ORDENS DE CÉSAR e animavam os que iam adiante a jogar o fogo no interior”.
    Parágrafo 260:

    “CÉSAR, COMO FOI INCAPAZ DE CONTER O ÍMPETO DE SEUS SOLDADOS, que estavam cheios de entusiasmo, e o fogo que ia se estendendo, se dirigiu com seus oficiais ao interior…”
    Parágrafo 261:

    “Como as chamas não tivessem ainda alcançado o interior, mas assolavam as acomodações que rodeavam O SANTUÁRIO, TITO pensou, o que realmente era verdade, que ainda podia SALVAR-SE ESTA OBRA, e saiu fora.
    Parágrafo 262:

    “ELE MESMO TENTOU CONVENCER OS SOLDADOS PARA QUE APAGASSEM O FOGO e ORDENOU a Liberálio, centurião de seus lanceiros, OBRIGAR A GOLPES OS QUE DESOBEDECIAM”.
    Parágrafo 263:

    “NO ENTANTO, SEU FUROR, SEU ÓDIO CONTRA OS JUDEUS e um feroz ímpeto guerreiro ESTIVERAM ACIMA DO RESPEITO A CÉSAR e do medo à pessoa que os castigava”.
    Parágrafo 265:

    “Um dos que tinha entrado no interior, quando CÉSAR SAIU PARA CONTER AOS SOLDADOS, se apressou a deixar na escuridão a tocha ardendo nos umbrais da porta”.
    Parágrafo 266:

    “Então a chama brilhou imediatamente no interior. Os generais se retiraram junto com Tito, e NADA IMPEDIU OS SOLDADOS de fora continuarem com o fogo. Desta forma, CONTRA A VONTADE DE CÉSAR, O TEMPLO FOI INCENDIADO”.
    Parágrafo 268:

    “Há de admirar-se nesta circunstância a exatidão da coincidência temporal. Como lhes disse, a destruição se cumpriu no mesmo mês e dia em que antes tinha sido incendiado o Templo pelos babilônicos”.
    Parágrafo 269:

    “Desde sua primeira construção, que levou a cabo o rei Salomão, até a ruína de hoje, no segundo ano do principado de Vespasiano, passaram-se 1130 anos, sete meses e quinze dias”.
    Parágrafo 270:

    “E desde sua reconstrução posterior, feita por Ageo (N.T.: Esdras 5.1) no segundo ano do reinado de Ciro, até a conquista de Vespasiano temos seiscentos e trinta e nove anos e quarenta e cinco dias”.
    Roma, na pessoa do imperador Tito Flávio Vespasiano Augusto, não planejou, não incentivou e não concordou com a destruição do Templo! Os soldados das legiões presentes tomados por um ódio natural que lhes era comum contra os judeus, assolaram e destruíram a cidade e o Templo.

    Neste momento alguém poderia se perguntar: Mas por quê soldados de Roma teriam tanto ódio assim dos judeus? A questão é exatamente essa: Os soldados não eram de Roma! O fato é que do ano 15 em diante o império romano restringiu os soldados italianos apenas à chamada “guarda pretoriana”, uma guarda especial responsável por guardar o imperador e as tendas dos generais. Todos os outros soldados arregimentados durante esse período eram de províncias locais debaixo do império.

    Outro historiador famoso chamado Públio Cornélio Tácito falando sobre o ataque romano à Jerusalém, nos dá informações importantes sobre as legiões que participaram do acontecimento: “Tito César… encontrou na Judéia três legiões: a 5ª, a 10ª, e a 15ª… a estas ele acrescentou a 12ª da Síria, e alguns homens que pertenciam às legiões 18ª e 3ª, que ele havia retirado da Alexandria. Esta força estava acompanhada por um poderoso contingente de Árabes, que odiavam os Judeus com o ódio comum de vizinhos”.

    Todas as legiões que atacaram e destruíram Jerusalém e o Templo eram do Oriente Médio. Todas elas consistiam majoritariamente de soldados orientais: Árabes, Sírios, Egípcios, etc. Por volta do ano 70 d.C. não apenas as legiões das províncias orientais, mas literalmente o exército inteiro chegou a ser dominado pelos “soldados provincianos”.

    Estas são as legiões mencionadas nos parágrafos acima:

    V Macedônia (Judéia);
    X legião fretensis – décima legião do estreito marítimo (Síria);
    XV Apollinaris (Síria);
    XVIII (Egito);
    III Gálica (Síria);
    XII Fulminata (Ásia Menor, Síria).
    Lembre-se que Roma era uma cidade europeia pertencente à Itália. A maioria esmagadora dos soldados que destruíram a cidade e o Templo eram Árabes, Sírios e descendentes de Ismael e Esaú!

    Alguém poderia pensar: “Tudo bem que os soldados das legiões romanas tenham sido árabes, mas eles estavam sob autoridade de comandantes italianos, então a responsabilidade deve recair sobre os romanos de qualquer forma!”. No entanto, já vimos que o imperador Tito jamais ordenou ou sequer aprovou o comportamento dos soldados em relação a destruição do Templo. Além disso, outro detalhe importante deve ser observado.

    A questão é que diferentes povos eram romanos, inclusive os judeus, mas não eram italianos ou europeus. O próprio Apóstolo Paulo, hebreu de pais hebreus, era cidadão romano desde o nascimento, ao passo que o comandante militar de Atos 22.28 teve que gastar grande soma de dinheiro pelo título de cidadão romano, isso nos mostra que o comandante não era de Roma, na Itália. Se Paulo era romano desde o nascimento, então, muito provavelmente, Paulo o herdara de um ancestral masculino que inicialmente conseguira o título, que por sua vez tornava-se hereditário dali em diante.

    A palavra hebraica usada em Daniel 9.26 que fora traduzida por “povo” nunca era usada no sentido de “cidadania”, mas sempre no sentido de “etnia”. Quando Daniel profetizou sobre “o povo do príncipe que virá” ele falava sobre um governante que emergirá do mesmo povo de cuja etnia eram os homens que destruiriam Jerusalém e o Templo, como veio a acontecer no ano 70 da nossa era. Assim como Paulo cuja etnia era judaica, mesmo que tivesse cidadania romana, da mesma forma o texto está falando da etnia do povo do Anticristo.

    Os árabes, sírios e descendentes de Ismael, de forma geral, mesmo como soldados romanos, destruíram a cidade e o Templo, e o futuro príncipe deste povo, mencionado na profecia de Daniel, o anticristo, será um deles, também descendente de Ismael, um príncipe que virá do Norte de Israel cuja convicção religiosa exige a decapitação de infiéis e todos que declarem que Jesus é Filho de Deus (Apocalipse 20.4, 1 João 2.22).

  3. Airton
    dezembro 16, 22:14 Resposta

    OBS.. Haverá uma publicação ERRATA e complementar desse estudo…. aguardem..

  4. Airton
    dezembro 16, 21:55 Resposta

    ESTUDO SOBRE O ANTICRISTO Apocalipse e outros Livros
    Apocalipse 6:11 Então, para cada um deles foi entregue uma vestidura branca, e foi-lhes orientado que aguardassem ainda um pouco mais, até que se completasse o número dos seus irmãos que, como eles, foram servos e que, da mesma forma, também deveriam ser mortos.
    Apocalipse 6:9 “Quando Ele abriu o quinto selo, contemplei debaixo do altar as almas daqueles que haviam sido mortos por causa da Palavra de Deus e do testemunho que proclamaram.”
    Essas mesmas almas, também foram mencionadas em Apoc.20:4 e aqui no 4, menciona como aqueles que foram decapitados (ou degolados tradução errada)
    Apocalipse 20:4 “Olhei e vi alguns tronos, e foi entregue o poder de julgar aos que neles se assentaram; e vi as almas dos que foram degolados por causa do testemunho de Jesus e da Palavra de Deus, os que não adoraram a Besta nem tampouco a sua imagem, e não receberam o sinal na testa nem nas mãos. Eles reviveram e reinaram com Cristo durante mil anos.”
    Apocalipse 6:2 a 8
    A cor do último cavalo está errada, pois no grego, a palavra usada no original é “cloros”, que nos demais evangelhos está com tradução correta ao dizer: “VERDE”..

    APOC. 8:7″…χορτος [χλωρος] κατεκαη” chortos [chloros] kat
    Marcos 6:39 “.. επι τω [χλωρω] χορτω” epi to [chloro] chorto

    MAS O ISSO SIGNIFICA?
    Como o Anticristo, vem do Norte, e o grande e poderoso império do Norte está estabelecido na Turquia,
    Istambul, também há SETE COLINAS (por essas colinas, muitos acham que se trata da cidade de Roma.
    Povo do príncipe que há de vir, destruiria JERUSALÉM e vimos que isso aconteceu SOB O COMANDO ROMANO DO IMPERADOR TITO, mas os seus soldados eram de procedência árabe/ismaelita, como narrou Flávio Josefus, em seu livro As Guerras dos Judeus???, pois os soldados das tropas de Tito, arregimentados entre os povos em volta de Israel, sendo INIMIGOS MILENARES e VIZINHOS de Israel, conforme descreveu DAVI nos Salmos 83:3-8.
    “Eis que teus inimigos se alvoroçam; vê como empinam a cabeça em sinal de desafio! 4 Conjecturam: “Vinde, exterminemo-los da face da terra; a fim de que não haja mais qualquer lembrança do nome de Israel!” 5 Eles deliberam de comum acordo, é contra ti que estabelecem conchavos: 6 as tendas de Edom e os ismaelitas, Moabe e os hagarenos, 7 Gebal, Amom e Amaleque, a Filístia, com os habitantes de Tiro. 8 Até a Assíria juntou-se a eles, e emprestou sua força aos descendentes de Ló.”
    Desde aquela época, tais povos queriam EXTERMINAR OS JUDEUS. Interessante também é notar que nas Guerras modernas contra Israel, os objetivos dos inimigos de Israel, não era e Nunca FOI RECUPERAR TERRAS (como a mídia retrata) “varrer Israel do Mapa” (discurso do Presidente do Irã), do Presidente do Egito, há época de 1950-70.
    CONSIDERAÇPES IMPORTANTES E QUE LEVAM A REVELACAO DO ANTICRISTO NA BÍBLIA
    Considerando os versículos de Apoc. 6:9-11 e Apoc. 20:4, onde o assunto SÃO AS ALMAS DEBAIXO DO ALTAR, DOS QUE FORAM MORTOS POR ESSAS FORÇAS, AQJUI REPRESENTADOS POR ESSES QUATRO CAVALOS, tendo essas al mas todos “decapitados” (a tradução degolados está errada), temos por certo que tudo configura o ANTICRISTO como surgindo desse poder.
    Considerando que Jesus relacionou a Profecia de Daniel, com o Monte do Templo, pois ali o anticristo, instalaria a abominaçao desoladora, em Mateus 25:13
    O Império Otomano, aderiu para as cores de suas bandeiras e flâmulas, as cores BRANCO, VERMELHO, PRETO E VERDE, que mais tarde foram expandidas para as cores das bandeiras vê flâmulas dos países muçulmanos.

    Considerando os textos do Apóstolo Paulo sobre o Anticristo, em II Tessalonicenses 2:4, vemos ali que tal poder é contra tudo o que se chama deus….

    2 Tessalonicenses 2:3 “Não vos deixes enganar de forma alguma, por ninguém. Porquanto, antes daquele Dia virá a apostasia e, então, SERÁ REVELADO O HOMEM DA INIQUIDADE, o filho da perdição. 4 Aquele que SE OPÕE e se EXALTA ACIMA de TUDO o que se CHAMA deus ou é OBJETO DE ADORAÇÃO, a ponto de se assentar no SANTUÁRIO DE DEUS, apresentando-se como Deus.”

    A primeira palavra “deus”, foi traduzida com letra maiúscula, dando uma conotação errada, pois no original ela é escrita com “d” minúsculo e não maiúsculo, revelando assim que tal “homem” se oporia a todas as religiões, (menos a sua, é claro), pois é o que temos visto no Islã, que CONDENADA TODAS AS RELIGIÕES DO MUNDO, categorizado-os como INFIÉIS. Eles não odeiam apenas o judeu e o cristão, eles odeiam e fazem “converter a força da escada” QUALQUER PESSOA, que não adorem a Aláh, seu supremo e único deus. Um parêntese. Aláh, seu deus, até alguns anos atrás era o CABEÇA DE UM PANTEÃO DE DEUSES DAS TRIBOS NÔMADES DO ORIENTE MÉDIO e somente depois da visita do anjo a Maomé, é que foi elegido por ele, como o único deus do ISLÃO, dos muçulmanos. Isso, deles hoje PROCLAMAREM esse deus único, tem levado milhares de pessoas no mundo todo, cristãos ou não, a crer que Aláh e o Deus da Bíblia, serem os mesmos, mas frisamos aqui, que não poderia haver BLASFÊMIA MAIOR DO QUE ESSA.

    Ainda devemos considerar outras passagens bíblicas que revelam outras CARACTERÍSTICAS DO ANTICRISTO, definidas pelos apóstolos, tais como…

    1 João 4:3 mas todo espírito que não confessa Jesus não provém de Deus. Ao contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir e, presentemente, já está no mundo. 6 Nós somos de Deus; quem conhece a Deus nos ouve; quem não é de Deus não nos entende. É assim que reconhecemos o Espírito da Verdade e o espírito do erro.”

    Agora a “cereja 🍒 do bolo” é os originais gregos de Apocalipse 13:18, onde aparece o suposto NÚMERO da BESTA. Porque suposto? É que tem traduções, onde o número NÃO É 666 e SIM 613.. Mas para o original grego, tanto faz um como o outro, POIS NO ORIGINAL GREGO, NÃO É UM NÚMERO QUE APARECE E SIM UM “DESENHO”. Muitos estudiosos NADA SABEM SOBRE ISSO, porque estudam FORA DO CONTEXTO, o que quero dizer é que ESTUDAM PELA TRADIÇÃO, pelo que a “igreja ensina” e fazendo isso, deixam de crescer em conhecimento da verdade, sem falar no crente de nossos dias, que compõe o grande “corpo cristão”, pois SE SATISFAZEM “comendo pelas mãos dos pastores”, sem aplicar o que o Apóstolo Paulo ensina, ao falar dos bereanos. Voltando ao nosso assunto. Na visão de João, ele copiou o desenho que lhe foi mostrado e é aí, começa aquela confusão de tradução, uma vez que,vem entender o contexto geral, que aqui esbocei, TRADUZIRAM O DESENHO, COMO SENDO LETRAS GREGAS, QUANDO NÃO ERA. O QUE ACONTECE É QUE NO DESENHO, TEM SÍMBOLOS PARECIDOS COM AS LETRAS GREGAS, MAS ESTÃO DESLOCADOS, ATRAVESSADOS, FORA DE ALINHAMENTO, e ao “concertarem” isso, acabaram por “ACRESCENTAR” O QUE NO ORIGINAL NÃO EXISTE.

    Vejamos:
    “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.” Apocalipse 13:18

    O Apóstolo nos diz para “CALCULAR O NÚMERO DA BESTA”. Se é para calcular, ENTÃO PRESUME-SE QUE O PROFETA JOÃO, “NÃO REVELOU” esse número, pois se fosse esse o número, PORQUE ELE NOS ORIENTARIA, A CALCULAR?

    Falei anteriormente, que nesse versículo está o segregado matador, “a cereja do bolo”, para completar o ESTUDO SOBRE QUEM É O ANTICRISTO.

    Relembrando, já temos:

    1) Daniel diz que o povo do Anticristo, seriam responsáveis pela destruiçao completa do Templo, e é constituído em sua maioria, pelos inimigos naturais de Israel, ou seja os seus VIZINHOS (soldados de Tito), conforme revela alguns historiadores, contemporâneo aos fatos, como Flávio Josefo e …..
    2) Apocalipse, ao descrever as “forças e características” do Anticristo, indica as cores dia cavalos e a última cor amarela está errada na tradução, sendo a certa a cor VERDE, e essas cores identificam as cores usadas pelos seus seguidores, sendo elas BRANCO, VERMELHO, PRETO e VERDE (bandeiras, flâmulas e símbolos muçulmanos);
    3) As outras características do Anticristo, mencionadas como um povo que não CRÊ QUE JESUS É O FILHO DE DEUS.
    4) Se opõe a toda e qualquer tipo de deuses, de religiões, sendo a sua a ÚNICA CERTA, (as demais são de infiéis).
    5) …a cereja…

    Continuando. Vemos em várias versões do versículo 18 de Apocalipse 13, que o número 666, não se aplica universalmente, então entendemos porque o Apóstolo João, disse que “não seria fácil conhecer esse poder”, pois destacou” “AQUI HÁ SABEDORIA. AQUELE QUE TEM ENTENDIMENTO, CALCULE O NÚMERO DA BESTA…” Ele também disse: “…É NÚMERO DE UM HOMEM…”

    Número de homem, se refere que o poder do Anticristo, não seria apenas uma força SOBRENATURAL, mas principalmente uma força física, UM EXÉRCITO DE HOMENS.

    A cereja 🍒…(mostrar a imagem do original)… seria O SÍMBOLO USADO PELO OU PELAS FORÇAS DO ANTICRISTO. Foi esse símbolo, que João “copiou, desenhou”, conforme lhe foi mostrado…

    PROVA DOS NOVE

    Sabemos que a mensagem de Jesus, também foi aceita por muitos muçulmanos. Eis a história peculiar de um deles, quando estudava APOCALIPSE, pelos originais gregos, e ao se deparar com o verso 18 do capítulo 13, FICOU SURPRESO AO ENCONTRAR ALI, UM SÍMBOLO QUE LHE ERA MUITO FAMILIAR, e que tinha usado em seus uniformes e bandanas, quando fazia parte das TROPAS MUÇULMANAS, perguntou “O QUE ESSE SÍMBOLO, QUE SIGNIFICA “POR ALÁH (que vimos não ser o Deus da Bíblia), está fazendo aqui no meio da Bíblia?

    Ele então, se aprofundou nesse estudo e chegou a mesma conclusão desse servo: O ANTICRISTO É O PODER DO ISLÃO, personificado num HOMEM QUE se revelará ao mundo…

Deixe seu Comentário