Oséias 2:11 não é uma profecia sobre a abolição do sábado?

Oséias 2:11 não é uma profecia sobre a abolição do sábado?

Diz Oséias 2:11:  “Farei cessar todo o seu gozo, as suas Festas de Lua Nova, os seus sábados e todas as suas solenidades”.

Deus não estava abolindo a guarda do Sábado, dia que Ele estabeleceu para que santificássemos (Êxodo 20:8-11). Certa vez o profeta Neemias repreendeu os israelitas por não guardarem o Sábado (Neemias 13:17) e por ordem de Deus restabeleceu a guarda do mesmo (Neemias 10:31; Neemias 13:15-22). Como Deus iria abolir o sábado, se Ele mesmo pediu para que o povo fosse instruído a santificar este dia?

Para entender este texto de Oséias, vamos usar outro que algumas pessoas também tem deturpado o sentido: Isaías 1:13. “Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniqüidade associada ao ajuntamento solene”. (Isaías 1:13).

 

 

 

Existe uma ciência responsável pela interpretação do versículo Bíblico, chamada de “Hermenêutica”, que estabeleceu alguns princípios para a interpretação dos textos, e um deles é examinar o “Contexto Externo” e o “Contexto Interno”.

Analisar o “contexto externo” seria analisar o que o autor queria dizer, quando escreveu a quem escreveu e o porque escreveu. “Contexto interno” seria ler os versos que vem antes e depois do texto que queremos estudar.

Portanto, não devemos tirar conclusões precipitadas sem analisar o contexto do verso, pois estaríamos forçando a Bíblia a dizer o que “não disse”.

Em Isaías diz: “Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso para mim é abominação, e também as ofertas de lua nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar a iniqüidade “associada” ao ajuntamento solene”.

Aqui, Deus não está dizendo que iria abolir este mandamento ou que o povo de Israel não tinha mais espírito religioso por observar o Sábado. O Senhor está dizendo apenas que não suportava mais ver eles “MISTURAREM” a guarda do Sábado (neste texto mais especificamente os dias sagrados) com a iniqüidade, assim como ele não toleraria a guarda de qualquer outro mandamento, se  estivesse associado ao pecado.

 

 

Para Deus, não basta obedecer apenas “exteriormente”, mas sim de “coração” como é ordenado no Novo Concerto. (Jeremias 31:33; Hebreus 8:10). Nossa vida deve ser repleta de boas obras demonstrando, assim, uma verdadeira conversão.

A reclamação de Deus não era jamais por eles guardarem o Sábado, pois o próprio criador lhes deu esta ordem! (Êxodo 31:13), mas sim por misturarem os mandamentos de Deus com a iniqüidade que praticavam! (examinando o contexto, você poderá ver que a iniqüidade praticada pelo povo era: idolatria, bebedices e muita maldade – Ver capítulo 2, 5, 8, etc.)     

Com o verso de Oséias é mesma coisa. Deus não estava abolindo a guarda do Sábado, mas dizendo que iria fazer cessar as festividades do povo de Israel, seus sábados cerimoniais, porque eles estavam desobedecendo a Deus. Se lermos um pouco mais abaixo do verso, veremos que povo estava queimando incenso aos baalins (verso 13); o povo estava sendo infiel, adorando outros deuses.

Ao dizer que iria “cessar o gozo e os Sábados”, Deus estava profetizando que iria permitir que o castigo viesse a eles, ou seja, iriam ser escravizados e não mais poderiam comemorar suas festas.

Deus não estava falando que o Sábado não era mais importante. Ele apenas estava falando que devido aos muitos pecados do “povo que guardava o Sábado”, esse povo não continuaria mais a existir como nação!! Deus faria cessar as festas que ocorriam nos Sábados festivos da nação, porque a nação tinha pecado muito, e seriam levados para o cativeiro.

É algo parecido com uma diretora que avisou aos alunos bagunceiros que iria cancelar os jogos de futebol, porque eles estavam fazendo muita bagunça. Claramente pode ser visto que o problema não estava no jogo de bola, em si mesmo, mas nas atitudes irresponsáveis dos alunos.

Assim também Deus avisou através do profeta Oséias que as festividades do povo Judeu teriam um fim (não para sempre, mas temporariamente) até que eles mudassem de procedimento e parassem de viver “na igreja” mas praticando todo tipo de pecado.

 

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5 Comentários

  1. Paulo Adriano
    janeiro 11, 16:29 Resposta

    Trecho do livro HORAS DE COMBATE, do Padre Ricardo D Liberali, publicado no início do séc. XX:

    C — As vezes os homens parecem acordar de madrugada. esquecer a realidade da vida e entrar em certo torpor, a sonharem quimeras. Parece-lhes que são super-homens, chamados para restabelecerem a paz e a ordem no mundo, eles, os únicos que sabem pensar.. Pobres títeres!
    Um desses sonhadores foi Guilherme Muller…
    Adventista — O nosso fundador?
    C — Em pessoa.
    A — Então ele foi sonhador?
    C — Nada mais. Daí para pior. Sonhador ou louco.
    A — Mas isso é injúria!
    C — Injúria não. Fato é que é.
    O homem fala por seu proceder. Sonhador ou louco foi ele fundando a nova seita.
    A — Prove!
    C — Como achou ele no cristianismo a observância do sábado?
    A — Está na Bíblia. Está na lei. E Cristo não veio destruir a lei, mas cumpri-la. Di-lo Ele.
    C — Isso tudo já sabiam os homens antes de Guilherme Muller. Ele fez como quem quisesse descobrir a pólvora no século vinte. É ridículo! É grotesco!
    A — E por que não observaram eles então o sábado?
    C — Porque leram melhor a Bíblia, interpretando-a bem.
    As leis do Antigo Testamento só valeriam no Novo Testa mento, se fossem expressamente renovadas ou fossem leis naturais, isto é, escritas nos corações dos homens. As outras leis como a da circuncisão, dos comestíveis, da vida privada e pública, foram dadas para o povo hebraico e formaram o Antigo Testamento. Este durou até a vinda do Novo Testamento. E o sábado foi uma das leis silenciadas no Novo Testamento.
    A — Mas o sábado não é lei natural?
    C — Não, Sr. não é. É lei positiva que só valeria no Novo Testamento se fosse renovada.
    A — Como prova que o sábado não é lei natural?
    C — A lei natural é conhecida sempre e por si mesma. Assim, o homem sempre sabe que não deve roubar, que deve honrar seus pais, que não deve mentir, etc., etc. Se porém um homem perde os sentidos por alguns dias, ele, embora saiba bem que não deve mentir, nem roubar etc., não poderá por si mesmo saber qual é o dia do Sábado, sem que lhe digam. Se fosse lei escrita no coração do homem, isto é, lei natural, ele a saberia como sabe as outras.
    A — Mas lei é lei.
    C — Mas há lei e lei. Lei estritamente para o Antigo Testamento e lei para o Novo. Se todas as leis do Antigo Testamento valessem no Novo, para que se haveria mister de Novo Testamento?
    A — Isso diz o Sr.
    C _ Perdão! Di-lo São Paulo, Hebreus (8, 13).
    A — Mas não consta pela Bíblia que se tenha abrogado o sábado.
    C — Também não consta que fosse m abrogadas as outras cerimônias e são repudiadas até pelos sabatistas de hoje. Mas consta que na prática se observava o domingo e não o sábado.
    A — Qual! Foi o imperador Constantino que estabeleceu a lei do domingo. A palavra domingo traz a idéia de dominar. Daí o domingo.
    C — O «dies Dominica » que deu origem à nossa palavra domingo, significa « dia do Senhor ». Logo, nada de dominar…
    A — Mas foi com intuitos imperialistas que a Igreja estabeleceu o domingo de comum acordo com Constantino.
    C — Deixe-se de asneiras. O domingo remonta às épocas apostólicas. Nos Atos (20, 7,) se acha o seguinte:
    « Ora, tendo-se, no primeiro dia da semana, reunido os discípulos a partir o pão etc… »
    As reuniões para partir o pão eram a nossa Missa. E em que dia eram? No primeiro dia da semana. Logo, festejavam, não o sábado, mas o domingo: 1º dia da semana.
    Na 1ª aos Coríntios (16, 2,) se vc o seguinte: « Para o primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte alguma soma em sua casa, etc…
    Explicação: Hoje, durante a Missa, nos dias santos, fazem-se coletas. Naquele tempo também se fazia. E em que dia se faziam? No primeiro dia da semana, na reunião do povo.
    Logo, celebrava-se o domingo, o 1º dia da semana. Mais. Em São João, cap. (19, 31,) se encontra o seguinte:
    « Os judeus (porque era a preparação) para que não ficassem na Cruz os corpos em dia de sábado (porque aquele dia de sábado era grande), etc. Logo, era grande mas não o é mais. Deixou de ser tal. Passou para a história.
    A — Ah! mas se refere só ao dia da Páscoa.
    C — Pois tanto pior. Se já o sábado maior, o da Páscoa era relegado para as regiões históricas com aquele « era », muito mais os sábados simples e comuns. É lógico.
    A — Mas Cristo disse que era « o Senhor do sábado ».
    C — Diga que era « Senhor » também do sábado, e não « o senhor » do sábado.
    Em São Marcos, (cap. 2, v. 23,) lê-se: … e num dia de sábado, começavam então os discípulos… a apanhar espigas (24). E os fariseus lhes diziam: « Olha como fazem no sábado o que não é lícito». E Cristo lhes retrucou: « que o sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado » (28). Assim que o Filho do homem é « Senhor também do sábado ». Logo. Senhor tem aqui sentido de dono, que pode dispor do sábado, que pode também supri-lo ou substituí-lo por outro dia, à vontade.
    E que o sábado, como o Calendário judaico, baseado nas luas novas, foi suprimido, prova-o a Epístola aos Colossenses: (2, 16). Portanto, ninguém vos julgue nem pelo comer, ou pelo beber (que não era o modo judaico, como se vê em toda a epístola) ou pelos dias festivos pelas luas novas ou dos sábados, coisas que são a sombra das que hão de vir. Logo, o sábado é sombra do domingo, que é a realidade. E São Paulo protesta contra os judaizantes que queriam teimar em fazer valer a lei antiga neste particular. Se a Igreja, veio observando o domingo, é porque este foi o dia estabelecido para ser santificado no Novo Testamento. Para a Igreja era indiferente a santificação de um ou de outro dia.
    A — Se houver documentos anteriores a Constantino sobre isso me curvarei ante a verdade católica.
    C — Temos a Didaché, do 1º século, que no (cap. 14, v. 1), diz que os cristãos ao invés dos judeus que se reuniam nas sinagogas aos sábados, se reuniam no primeiro dia da semana.
    São Justino (165) « No dia chamado domingo há uma reunião no mesmo, quer dos que moram na cidade, quer dos que vivem nas aldeias, etc ». (Apol. 2º Ad Senatum).
    Logo, se fosse Constantino o autor do domingo, como falariam nele as Escrituras, a Didaché, no 1º século e Justino um século e meio antes dele? Já antes S. Inácio de Antioquia (107) escrevia aos habitantes de Magnésia que não deviam fazer sábado, mas viver segundo o domingo ».
    O próprio apocalipse já fala em « dies dominica » — ou domingo — dia do Senhor (cap. 1 , 10).
    Logo, verificou-se a profecia feita por Deus ao povo judaico, dizendo-lhe que repudiando-o, havia de tirar-lhe o sábado: (Oséias, cap. 2, v. 11) .
    « E farei cessar todos os seus cânticos de alegria, os seus dias solenes, as suas luas novas (pelas quais mediam o tempo), o seu sábado e todas as festas do ano ».
    Logo, praticar hoje o sábado é querer tolher a vontade a um Deus onipotente. São Paulo diz: (Gal., 5, 2). « quem quer a circuncisão não quer Cristo ». O mesmo se deve dizer do sábado. Logo, o Adventismo nasceu morto, não tem razão de ser, e quem quer impingi-lo ao Novo Testamento, só pode ser sonhador ou louco, com perdão da expressão…
    A — Embora. Isso ainda não explica a sua injúria contra o nosso patriarca.
    C — Se alguém diz « eureka » pensando ter descoberto a pólvora agora, não seria idiota?
    A — Sem dúvida.
    C — Pois é o mesmo caso. A verdade não esperou até 1844 para aparecer. E se já apareceu antes, contra a verdade não pode haver verdade… O eureka veio mal, em má hora, veio tarde…
    A — Mas o caso é diferente.
    C — É o mesmo. Mas se não bastasse isso, para realçar a triste posição de Guilherme Muller, bastaria a sua famosa predição do fim do mundo entre 21 de março de 1843 a 21 de março de 1844, a qual deu em fiasco.
    A — Se fosse assim, ele seria falso profeta.
    C — Nem mais nem menos. E digo mais. Como não visse o fim do mundo a 21 de março de 1844, transferiu a profecia para 23 de outubro de 1844, tendo resultado novo e mais formidável fracasso…
    Não obstante, parece mentira, ainda há quem siga o falso profeta. . .
    A — Mas, o Senhor mandou guardar o sábado. Vós, os católicos estais condenados por isso.
    C — Os fariseus também disseram o mesmo de Jesus:
    « Este homem não é de Deus, pois não guarda o sábado ». Estamos com Jesus. São Paulo manda que não nos assustemos, quando nos condenam por causa do sábado (Coloss. 2, 16). E depois, atinai, que significa sábado?
    A — Descanso.
    C — E não fazemos descanso aos domingos? Esse é o nosso sábado.
    A — Mas sábado não é domingo.
    C — Sábado não é descanso? então, qualquer dia pode ser sábado.
    A — Mas Deus mandou o sábado mesmo para descansar.
    C — Quem lhe disse isso?
    A — Seis dias trabalhou Deus, e no sétimo descansou.
    C — E quem lhe disse que os seis dias de trabalho de Deus correspondem aos seis dias de trabalho de nosso tempo?
    A — Deus mesmo.
    C — Onde? Em parte nenhuma está escrito que o primeiro dia de trabalho de Deus corresponde ao domingo e o último (o 1º ) à sexta-feira, nem que o sétimo se quadra com o nosso sábado ou, aliás com o nosso domingo. Isso é indiferente. Deus, após seis dias de serviço, quer o « seu descanso » que é o « seu sábado ». Ao pé da letra.
    A — Mas como?
    C — Sim. Os seis dias de Moisés são seis épocas que incluem camadas geológicas de milhares e milhões de anos. Se tivesse estudado, conheceria as teorias cósmicas de Kant e Laplace, conheceria que a condensação dos vapores siderais e a formação das camadas geológicas do carvão de pedra, levam muitos anos… milhões…
    A — E como é que o sábado veio em determinado dia?
    C — Isso foi o governo judeu que determinou. E como os cristãos, não quiseram ser judeus…
    A — Quem foi o chefe deles?
    C — Pedro.
    A — Que crime!
    C — Absolutamente. Ele estava autorizado para legislar sobre tudo isso, como qualquer chefe de sociedade! Dissera-lhe Cristo: « Tudo o que tu ligares na terra, será ligado no céu ». Que quer mais?
    A — E as provas de que o fez?
    C — A melhor é que veio o cristianismo desde os apóstolos praticando o descanso mandado por Deus. não no dia em que os judeus o praticavam, mas no seguinte. E ninguém achou mal feita a troca.
    A — E a religião do sábado?
    C — Ficou sendo a dos judeus, como até hoje.
    A — E a nossa?
    C — Não havia, não existia. Apareceu em 1844.
    A — Havia, sim, mas só não podia aparecer porque Roma a teria perseguido.
    C — Não digas tolices. Em nenhum povo, em nenhuma época se descobriu algum adventista do sétimo dia judeu que se dissesse cristão. Havia o judeu mesmo. É só…
    A — Mas o pastor disse que era porque foi vencido pelo Romanismo.
    C — Se se deixou vencer (suponhamos que tivesse existido), se se deixou vencer, é porque não era de Deus.
    A — Como assim?
    C — Está escrito que a « obra de Deus vence o mundo ».
    A Igreja Católica fundada por Cristo, após trezentos anos de perseguições, tinha tomado conta do mundo.
    A — Mas depois que temos liberdade, vamos progredindo.
    C — Faça o favor de acabar com esta mania. Quem foi que perseguiu o adventismo, em que ano, em que terra?
    A — Isso sim, não sei.
    C — Eu também não sei. Ninguém o sabe. Não houve tal coisa. Não houve nem o adventismo, quanto menos perseguições contra ele.
    A — Mas agora estamos progredindo.
    C — Tão pouco progrediram, que após cem anos de propaganda, empregando 42.000 contos por ano e 18.000 pregadores, não possuem mais dè 300.000 adeptos. (Vede o Informe anual adventista de 1929).
    A — E daí?
    C — Daí se prova que o adventismo é uma árvore estéril. E Cristo disse que « a árvore que não dá frutos, deve ser arrancada e atirada ao fogo ».
    A — E o catolicismo?
    C — Esse progride assombrosamente. Em Norte América, por exemplo, em 1929, num só ano, portanto, e num só país, sem a propaganda do adventismo, ele adquiriu nada menos de 366.000 adeptos novos. Mais do que o adventismo em cem anos… E com menos pregadores e menos gastos.
    A — Mas disse Cristo que o número dos escolhidos há de ser pequeno. Somos nós os felizardos do « pequeno rebanho ».
    C — Meus parabéns se fosse verdade. Mas está enganado. Disse Cristo que muito serão os chamados e destes muitos, poucos serão os escolhidos. Ora, o adventismo já está fora disto. Se o chamamento fosse para ele, visto serem poucos, não podem ser muitos os chamados… Poucos serão os escolhidos, mas de dentro da Igreja, dos muitos chamados…
    E depois não são tão poucos os escolhidos…
    A — Quer desmentir a Deus? .
    C — Eu? Deus me livre! Se digo, é porque sei o que estou dizendo. Diz Deus por São João que, além dos 144.000 judeus (os únicos sabatistas salvos, talvez) havia no céu uma multidão tão grande, que ninguém poderia contar ». (Apoc., 7, 9). Logo, os felizardos não podem ser os adventistas porque estes se podem contar: São 300.000…
    A — E o sábado?
    C — O descanso? Para os cristãos é o domingo. Não somos judeus. E mesmo há uma dificuldade. Se quero ser sabatista-cristão, não saberia qual das seitas havia de escolher.
    A — Venha para a adventista do sétimo dia.
    C — Somos os Católicos, adventistas do sétimo dia. Esperamos a vinda de Cristo no fim do mundo e depois de seis dias, festejamos o sétimo, mas o sétimo cristão. Somos adventistas do sétimo dia.
    A — Mas entre no nosso rebanho, É o verdadeiro sabatista.
    C — Então é judeu. E depois, sabatistas judeus há de umas quantas denominações.
    A — Eu pertenço ao adventismo do sétimo dia, não judeu, mas cristão.
    C — Esta é uma seita que festeja o sábado, mas há umas quantas semelhantes.
    A — ?
    C — Além da sua, há mais estas:
    1) Advt. Christians,
    2) The Churc of God,
    3) Life and Advent Union, e
    4) Reformist.
    A — Isso são seitas americanas.
    C — Por sinal que a sua também é. O nome dela é: Saventh Day Adventist.
    A — Só quero ser sabatista, tal qual a seita verdadeira. Que devo fazer para saber qual é ela?
    C — Não o sabe, nem o saberá. Nenhuma é verdadeira: não havendo, não se achará.

  2. Pablo Melani Teixeira
    agosto 19, 11:08 Resposta

    Neemias 13:17 Neemias não repreedeu por não guardarem o sábado porque a assembleia de Deus não guarda O, sábado. Neemias repreedeu por profanarem o dia do sábado.

  3. Pablo Melani Teixeira
    agosto 18, 22:15 Resposta

    Assim também Deus avisou através do profeta Oséias que as festividades do povo Judeu teriam um fim (não para sempre, mas temporariamente) até que eles mudassem de procedimento e parassem de viver “na igreja” mas não praticando todo tipo de pecado.

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