Autossabotagem: Vença Esse Ciclo Perigoso

Autossabotagem: Vença Esse Ciclo Perigoso

O Ciclo da autossabotagem

A autossabotagem faz com que tenhamos medo de ser felizes, inclusive nos relacionamentos. Na medida em que nos aproximamos da felicidade em alguma área da vida, agimos como se tivéssemos receios de seguir adiante, por não nos sentirmos merecedores. Como se não bastasse, esse tipo de problema gera um ciclo de infelicidade inconsciente. Isso porque literalmente a pessoa toma decisões e repete comportamentos autodestrutivos sem a intenção de se machucar. Afinal, ninguém em sã consciência deseja ser infeliz.

Sabotar-se pode também ser uma forma de nos privarmos da felicidade unicamente para “recebermos amor” e “atenção”. Simultaneamente podemos nos portarmos como vítimas (vitimização) porque temos a falsa impressão de que assim seremos acarinhados, amados, aceitos.

Definitivamente, isso é algo mais sério do que muitos podem imaginar.

Um dos livros que li durante o período de quarentena tem o título O Ciclo da autossabotagem: Por que repetimos atitudes que destroem nossos relacionamentos e nos fazem sofrer? Da autoria de Stanley Rosner e Patrica Hermes, essa obra foi uma das mais importantes que conheci como incentivo para que a pessoa faça terapia, a fim de que possa aprender a parar de se autossabotar.

Primeiramente, os autores (especialmente Stanley Rosner, que é psicoterapeuta de larga experiência) apresentam diversos casos de pacientes que se autossabotavam – obviamente, sem saberem disso. Tal comportamento foi aprendido na infância e foi a “melhor” maneira disponível naquele momento para a criança tentar proteger suas emoções num lar disfuncional, que não lhe passava segurança.

Um dos casos foi o de uma mulher que cresceu tendo um tirano como “pai”. Isso a levou a se autossabotar, repetindo o ciclo de sofrimento escolhendo como marido um homem tirano. Ditador do mesmo modo que o pai dela.

Dizem os autores: “E a mulher que cresceu tendo um tirano como pai, um homem que foi física e talvez até sexualmente abusivo, escolhe o mesmo tipo de homem para se casar e, muitas vezes, acaba indo parar na emergência de um hospital” (p.16).

E o que dizer de um homem que casa pela segunda, terceira e quarta vez com o mesmo tipo de mulher que não o agradava ou satisfazia? A primeira vítima (a mulher) não viu nenhuma conexão entre o pai abusivo e o marido abusivo. Por outro lado, a segunda vítima (o homem) não viu a relação entre a mãe abusiva e a esposa abusiva.

Por que isso acontece?

Em suma, isso ocorre porque tais pessoas têm “uma necessidade inconsciente de repetir muitas vezes um comportamento, um impulso de levar adiante um ato, não importando as consequências, mesmo que destrua a vida e a felicidade de alguém” (p. 17).

Isso é aprendido com os modelos familiares, e tal ciclo deve ser interrompido se a pessoa quiser que sua vida flua e prospere em todos os sentidos.

Ao mesmo tempo em que não pretendo fazer um resumo de todo o livro supracitado, neste post quero deixar com você algumas das informações que se encontram na Introdução e no capítulo 8 (p. 181-299), intitulado “Como reconhecer e solucionar as repetições de comportamentos de autossabotagem”. Recomendo que siga atentamente a leitura desse post, a mente aberta ao conhecimento. Afinal, esse conteúdo poderá lhe ajudar – e muito – a sair deste círculo de autossabotagem no qual possa se encontrar, aprendendo assim a viver de verdade.

A Negação Mantém o Comportamento de Autossabotagem

Primeiramente, os autores revelam que reparamos no outro aquilo que não percebemos “em nós mesmos”. Isso significa que o que vemos de errado com os outros com tanta clareza, na verdade esconde-se dentro de nós. Isso acontece por que comportamentos autossabotares foram tão repetidos que estão enraizados em nós, aparecendo de forma praticamente instintiva.

Logo, é importante que você entenda que muitos desses comportamentos de autossabotagem, ou a maior parte deles, “estão quase totalmente fora do domínio da consciência” (p. 15). Por exemplo, na obra foi contada a história de um homem que decidiu abandonar a esposa com o filho de 10 anos. Ao ir à terapia, pôde perceber que este era um comportamento de autossabotagem porque ele estava se privando de sua família. Com a ajuda do terapeuta, conseguiu perceber que estava nada mais que repetindo o que o pai fez com ele, e o que o avô fez com seu pai!

Percebe? Se não identificarmos a origem de nossa autossabotagem, repetiremos comportamentos destrutivos que aprendemos na infância, e que ficaram arraigados em nós por causa do trauma. Assim, é necessária a ajuda do(a) terapeuta para a pessoa encerrar o ciclo de repetição e começar a dar os passos necessários para o controle sobre algo que está no inconsciente.

Resolver Conflitos Passados é Fundamental para a Cura

Em síntese, sepultar sentimentos traumáticos ou jogá-los “para baixo do tapete” de sua mente só trará transtornos emocionais ou doenças psicossomáticas. Para resolver isso, você precisa saber de algumas coisas:

1# – Enterrar memórias traumáticas não significa que estejam mortas.

Ao contrário do que muitos imaginam, as experiências e memórias traumáticas se incorporam, tornando-se parte indelével da imagem que a pessoa tem de si. Assim, se você foi uma criança indefesa, que se sentia frágil e exposta a um mundo perigoso, carrega até hoje essa imagem na vida adulta, tanto no modo de se ver quanto na forma de se relacionar com os outros (p. 20).

2# – Mesmo o passado não podendo ser mudado, precisamos voltar a ele.

Apenas quando voltamos ao passado com ajuda psicoterapêutica, podemos fazer com que as experiências e memórias traumáticas não permaneçam apenas no campo inconsciente, mas cheguem à consciência. A princípio, ao chegarem essas memórias à consciência, sua criança interna que está agarrada em sua perna adulta (até hoje) revive esses traumas “encapsulados”. Juntamente com isso, você extravasa sua dor através do choro, raiva, angústia, e ressignifica-os com a ajuda profissional.

Logo depois a psicoterapia fará com que, na maioria das vezes, a pessoa saia do consultório com uma sensação de alívio, de que uma carga foi tirada de cima de sua cabeça. Consequentemente, “isso facilita a mudança, ajuda a criança interna a se tornar um adulto livre, com o controle da própria vida. Com consciência e memória, esses eventos podem ser encarados de modo diferente” (p. 20), de modo que o paciente dá um novo significado a eles, olhando-os sob outro ângulo.

Em suma, tais eventos passados precisam ser explorados. Em muitos casos é preciso chegar ao sofrimento, para que os problemas sejam resolvidos e reelaborados com o auxílio do(a) psicólogo(a).

3# – O reconhecimento dos eventos passados mudam o comportamento.

De acordo com Stanley Rosner e Patricia Hermes, essa é a parte mais difícil do processo terapêutico. Todavia, é perfeitamente possível aprender a modificar comportamentos repetitivos e autossabotadores. Tal aprendizagem fará com que ocorra uma mudança também na personalidade, o que proporciona a base para a mudança.

Ao mesmo tempo você se sentirá alguém diferente, e as pessoas notarão mudanças reais em seu jeito de ser e de se portar diante da vida.

Tem que ser ‘Macho’ Para Fazer Terapia

Digo isso porque no consultório você passa a ver coisas que não queria ver. Revive aquilo que achava estar morto e resolvido. Tira o lixo emocional de debaixo do tapete. Logo, percebe que não era tão “santinho” e/ou nem tão mau como pensava ser. Definitivamente, se a pessoa permitir, durante o tratamento as máscaras cairão. Certamente isso traz desconforto e ninguém quer passar por isso. Porém, é necessário. É vital.

Em conclusão, somente pessoas muito humildes e corajosas podem passar por tal processo.

De conformidade com isso, Rosner e Hermes escreveram:

… É uma viagem apavorante. Não é destinada a pessoas covardes, paciente ou terapeuta. Mas é, talvez, o tipo de viagem mais gratificante. Pode até ser música… [Ser analisado] é desconfortável. É perturbador. É… assustador”! E é mesmo. Para todos nós. Geralmente revela coisas que gostaríamos de manter ocultas, inclusive de nós mesmos… Pode mostrar que temos fraquezas e defeitos, e que não estamos imunes às imperfeições que vemos nos outros… Mas também me propiciou [ao autor da obra] lições valiosas de humildade, admiração e respeito (p.p. 27, 29.).

Sei muito bem como é isso…

Concordo totalmente com os autores não por eles serem psicólogos (o que seria um motivo bastante razoável). Acredito porque vivo isso a cada consulta com minha psicóloga. A princípio, viajar ao passado e encontrar lá sentimentos não resolvidos é uma viagem de terror. Por outro lado, se a viagem for feita por pessoas corajosas e dispostas a terem a cura (na companhia de um ótimo profissional), será uma viagem tão gratificante que você dirá: “por que demorei tanto em fazer terapia?”.

Nesse ínterim, além de se conhecer bem melhor, aprenderá a se perdoar de seus erros e pecados, e a confiar ainda mais no amor de Deus por você. Enfim, sua vida se tornará uma bela canção que será tocada, a partir da agora, por você e por Deus. Seus traumas ou comportamento de autossabotagem não mais serão seus “instrumentos musicais” (na verdade, bem desafinados…) que criarão a canção de sua vida.

Reconhecendo Repetições de Autossabotagem

O conteúdo que você leu até agora foi extraído apenas de parte da Introdução do livro, e de minha experiência como paciente que atualmente se trata “apenas” para o T.O.C. (Transtorno obsessivo-compulsivo). Imagine o que vem agora ao analisarmos o último capítulo! Antes, quero sugerir que compre este livro, publicado pela editora BestSeller, clicando no link a seguir: https://amzn.to/34jY64b , pois é uma obra que vale a pena.

A princípio, o capítulo 8 esclarece que “um ponto crucial para nosso entendimento da compulsão à repetição é o conceito de trauma e de repressão dos sentimentos associados ao trauma” (p. 181).

Essa repressão “é uma forma de nos proteger de experiências que perturbam nosso equilíbrio emocional, experiências tão terríveis [para a pessoa] que não conseguimos mantê-las na consciência” (Ibidem). Tais memórias e sentimentos reprimidos estão sujeitos a muitas distorções que tornam a vida bem pesada.

Enfim, quando a pessoa tem um trauma e reprime seus sentimentos, não os exteriorizando e sentindo a dor, ele adoece de algum transtorno. Ou, desenvolve o comportamento autossabotador. Ao mesmo tempo, a pessoa repete comportamentos destrutivos ao londo de toda a vida. Tanto nos relacionamentos íntimos quanto no trabalho e em outras áreas da vida.

A importância de uma infância saudável

Desde a infância precisamos sentir que temos domínio sobre nós mesmos e nossa vida. Dessa forma, é estimulado o desenvolvimento da sensação de estabilidade.

Quando temos uma criação marcada por brigas entre os pais, divórcio, mudanças constantes de casa (etc.), temos a sensação de que perdemos o controle sobre a vida. Logo, nos tornamos inseguros, instáveis, e é nesse momento que os ciclos autodestrutivos podem ter início. Juntamente com isso, veja o que dizem os autores:

Quando há repressão, castigo, rejeição, manipulação e censura constantes, o crescimento de uma criança pode ser prejudicado. Se a criança expressa sentimentos ou crenças de que está em descordo com as interdições paternais, e o preço a ser pago é a desaprovação, a rejeição, a culpa e a ameaça de abandono, ela pode ficar traumatizada. A culpa é elemento integrante da imagem que fazemos de nós próprios. Isso pode se tornar um padrão repetitivo de supressão, inibição da assertividade do indivíduo por toda a vida, com o intuito de agradar os outros (p.182-183).

Se a criança conseguir desafiar outras pessoas fora de casa, enquanto “se comporta bem no lar” e é vista como um “anjo”, na escola pode ser rotulada como um “demônio”. Por não ter aprendido em casa a lidar com a raiva, poderá transferi-la para outros, que são percebidos como aqueles que a tratam injustamente.

Resultados de se ter pais sem competência emocional

No mesmo capítulo, os autores abordam o estrago emocional que a raiva de um pai decepcionante pode fazer. Se a ira for intensa, levará o indivíduo a uma série de comportamentos destrutivos e autossabotadores.

Associado a isso, se a pessoa sente que não há meios de mudar o pai (ou mãe) agressor, o objetivo pode se tornar o da rebeldia. Frequentemente, tal rebeldia se manifesta de várias formas:

  • Procrastinação;
  • Abstenção (privar-se de coisas boas e corretas);
  • Desordem;
  • Incapacidade de cumprir promessas;
  • Abuso de substâncias.

Se ao invés de rebeldia a pessoa traumatizada buscar a sensação de controle, normalmente ela procura a fuga num mundo de fantasia que satisfaça seus desejos. Neste caso:

  • Ela pode se tornar extremamente dependente de sexo;
  • Usar a fantasia para se vingar através do sadomasoquismo.

Isso ocorre porque em tais comportamentos, o ser humano pode “dar vazão” à raiva. Algo que frequentemente não pode fazer no mundo real (p. 184).

Agora quero abrir um parênteses.

Percebe que mesmo podendo (e devendo) avaliar comportamentos errados, não devemos julgar as pessoas? (Mateus 7:1-2).

Afinal, não sabemos o que se passa na mente delas e nem conhecemos o histórico familiar de cada um. Definitivamente desconhecemos o sofrimento psíquico do próximo. Não sabemos nada sobre suas tendências hereditárias. Conhecemos muito pouco (ou nada) a respeito da infância do outro.

É por isso que somente Deus é chamado na Bíblia de “Justo Juiz” (Gênesis 18:25). Somente Ele pode julgar alguém com toda a justiça e com o conhecimento de todos os dados existentes e registrados (cf. Daniel 7:9-10) sobre cada pessoa.

Enfim, nunca faça o papel de Deus ou queira se colocar na posição dEle. Tal atitude foi a base do pecado de Lúcifer (cf. Isaías 14:12-14).

(Fecho parênteses).

Como Solucionar a Autossabotagem

De acordo com Rosner e Hermes, para resolver os comportamentos autossabotadores, a pessoa precisa tirar a capa de proteção emocional criada na infância. Nesta fase adulta, ela não serve para mais nada. Na verdade, só servirá para piorar as coisas, pois essa capa emocional é responsável por muito sofrimento desnecessário.

Logicamente é mais fácil seguir a vida em frente, sem ter que se sintonizar com memórias e sentimentos dolorosos.

Todavia, se não mergulharmos nas causas primárias de nossas tensões, frustrações e decepções, estaremos fadados à infelicidade e doença (veja Provérbios 15:13). Afinal, as memórias e sentimentos de raiva e vingança estão no inconsciente, e acabarão “nos visitando” sem que o percebamos. Tanto em nossa relação com o chefe, cônjuge e filhos.

É mais fácil agir, perpetuar o comportamento de autossabotagem do que enfrentar as decepções do passado. É mais fácil viver a vida como um robô do que como um ser humano sensível, e, possivelmente, deprimido. É mais fácil fracassar ou retrair-se do que sentir dor” (p. 186).

Porém, você e eu precisamos tirar nossa máscara. Ela já foi necessária e nos ajudou, inclusive a “representarmos” diante da vida uma pessoa que na verdade não éramos. Desde já precisamos “baixar a guarda” numa relação íntima com Deus e amável com um(a) bom psicoterapeuta. Simultaneamente, essa relação de confiança possibilitará que sentimentos sejam trazidos a nível consciente. Só assim eles podem ser exteriorizados, bem como elaborados/ressignificados.

Todos os sintomas têm uma causa

Não esqueça disso: todos os sintomas têm uma causa e um significado. Portanto, devem ser analisados e trabalhados com terapia. [Leia em meu blog um artigo do Dr. Cesar Vasconcellos sobre abordagens psicoterapêuticas clicando aqui. ]

Fazer terapia significa trabalhar com alguém que é capaz de enfatizar e esclarecer a natureza e o significado de suas ações. Significa desenvolver uma relação em que é possível falar e sentir sem medo de reprimendas ou críticas. Significa envolver-se em uma relação autêntica, na qual não há a necessidade de desempenhar papéis ou de ser quem não é… Certamente, não significa que todos os problemas estão resolvidos para sempre. Significa estar ciente do seu papel como sabotador de sua vida, e resolver isso. Significa ser capaz de fazer escolhas e defendê-las. Significa encorajar o processo de crescimento e de florescimento, sedimentando o caminho para a sensibilidade e a responsabilidade (p.p. 191, 192; 199, 200).

Entender algo sobre a própria psiquê é muito importante para que conheça o que está em seu inconsciente, a fim de poder trabalhar esse conteúdo. Trazendo à consciência aquilo que está “escondido”, saberá o que está lhe causando problemas e tristeza. Creio que o texto bíblico a seguir lhe incentivará a buscar esse tipo de ajuda:

Os pensamentos são águas profundas no coração humano: o homem entendido delas haurirá [trará à tona] (Provérbios 20:5 – Tradução Ecumênica da Bíblia)

Conclusão

Em suma, não vou afirmar que isso simples, pois não é. Por outro lado, posso lhe garantir que esse processo de autoconhecimento lhe abrirá portas, e a tristeza patológica irá desaparecer. Isso é libertador, e sou convicto de que o custo-benefício dessa viagem é espetacular! Essa viagem mudará sua vida, melhorará seus relacionamentos e estado de humor, e facilitará sua relação espiritual com Jesus Cristo!

Enfim, Deus pode usar um profissional qualificado para lhe auxiliar. Juntamente com uma terapeuta Ele deseja lhe ajudar a encontrar-se consigo mesmo(a), a fim de que consiga encontrar-se com Ele de forma ainda mais autêntica. Dessa forma, não perca tempo e busque ajuda para quebrar o ciclo de autossabotagem. Apresse-se para romper com qualquer tipo de transtorno emocional. Eu, como paciente, só ganho com isso, e desejo o mesmo para você 😉

Deus quer que você viva bem, com total qualidade de vida (3Jo 2). Queira isso também. Faça terapia e interrompa o ciclo de autossabotagem em sua vida.

Boa gente cuida do próprio bem-estar; quem se atormenta vive infeliz (Provérbios 11:17 – Tradução Ecumênica da Bíblia).

 

Anterior Sobre epidemias, provações e crise
Próximo COVID-19 e o Tempo do Fim – Um Cenário Profético?

Sobre o autor

Leandro Quadros
Leandro Quadros 744 posts

Escritor e apresentador dos programas "Na Mira da Verdade" e "Lições da Bíblia"

Veja todos os posts do autor →

Veja também

Aconselhamento Espiritual 0 Comentários

A Antropofagia dos Crentes: a vergonhosa exposição nas redes sociais

Lendo certos posts expostos de forma pública em perfis de alguns companheiros, fiquei a pensar mais uma vez sobre o mau uso das redes sociais pelos crentes, especialmente por adventistas.

Aconselhamento Espiritual 3 Comentários

Um “tapa no rosto” dos que gostam de criticar a liderança da igreja

Dissidentes antitrinitarianos ou perfeccionistas geralmente adotam a mesma postura de alguns críticos do adventismo: postar vários comentários (repetitivos) em diversas páginas e vídeos, para que os leitores sofram uma verdadeira

FAQ - Dúvidas Frequentes 1Comentários

Resposta de Ellen White para os fofoqueiros e criticões

Sempre teremos na nossa igreja, e fora dela também, fofoqueiros e “criticões”. Pessoas fanáticas que só olham para seus problemas como os maiores do mundo e sempre culpam os outros

0 Comentários

Ainda não há comentários!

Você pode ser o primeiro a comente este artigo!